Terapia Individual para Adolescentes e Adultos - Elídio Almeida

Terapia Individual para Adolescentes e Adultos

 
 
Lidar com alguns problemas, tomar decisões, conhecer melhor a si mesmo ou desenvolver algumas habilidades comportametais. Esses e outros motivos levam as pessoas a buscar a Terapia Individual. Mas não é apenas isso.

Por meio da compreensão das dificuldades enfrentadas em determinadas situações, a psicoterapia comportamental auxilia na reorganização fundamental da dos comportamentos. Tudo isso, utilizando métodos para entender o histórico de vida e trajetória da pessoa. Todas aquelas pessoas que costumam enfrentar dificuldades para lidar sozinhas com os problemas se surpreendem com a psicoterapia individual. Isso não ocorre com a ajuda de um profissional qualificado.

A terapia individual é um investimento altamente importante para aquelas pessoas que estão enfrenando problemas em suas vidas. Muitas delas já tentaram quase tudo para superar as dificuldades, mas não conseguem encontrar soluções ou formas novas de lidar com os problemas. Isso não ocorre com a ajuda de um profissional qualificado.

Em casos assim, o auxílio de um psicólogo pode fazer muita diferença.

 
Com a ajuda do psicólogo, é possível ter uma percepção diferente dos episódios e contextos vivenciados. Assim, as dificuldades são compreendidas a partir de novos prismas. Tudo isso favorece a adoção de melhores atitudes e a obtenção de resultados mais favoráveis.

Durante a terapia individual, vários aspectos da vida são abordados. Expressar emoções e sentimentos de formas mais adequadas, compreender as maneiras de superar traumas, lidar com quadros de ansiedade e tensão, assim como obter sucesso nos relacionamentos amorosos, sociais, familiares e profissionais.


Agende sua sessão inicial para conhecer melhor o serviço. Dessa forma você que por ventura ainda não conhece a psicoterapia individual, poderá fazer sua própria avaliação e tirar suas conclusões sobre o serviço do psicólogo.

 

Depoimentos

 
  • Anônima
    Quero deixar meu depoimento também. Um dia desse eu estava muito desesperada e não sabia mais o que fazer para manter meu relacionamento. Já tinha tentado muitas coisas e gastado muito dinheiro mas nao tive nenhum resultado. Uma amiga tinha me recomendado procurar um psicólogo e de repente comecei a procurar na internet e encontrei o blog do Elídio. Nunca acreditei muito nisso, mas resolvi arriscar. Marquei uma consulta e comecei meio tímida. Aos poucos comecei a falar cada vez mais sobre meus problemas e pouco a pouco Elídio me ajudou a ser mais confiante e assertiva em meu relacionamento. Hoje eu e meu namorado estamos bem, nosso namoro e nossa relação sexual está cada vez melhor e prazerosa. O melhor é que nao demorou tanto tempo quanto eu imaginava. Por isso quero dizer que recomendo a terapia de Elídio, ele é dinamico e nao fica so escuntando você sem fazer nada. Gostei muito e recomendo pra todo mundo. Parabéns Elídio, adorei sei trabalho e curto muito seu blog leio toda semana. Sucesso!
    Anônima
    ex-paciente
  • Fabiana Pinho
    Elidio é um profissional altamente competente que me ajudou num momento muito difícil do meu relacionamento. Adorei a forma dele trabalhar, pois me senti muito bem acolhida. Hoje já consigo enfrentar as dificuldades do relacionamento de forma tranqüila e sem sofrimento. Valeu muito a pena.
    Fabiana Pinho
    ex-paciente
  • Anônima
    Um dia desse eu estava muito desesperada e não sabia mais o que fazer para manter meu relacionamento. Já tinha tentado muitas coisas e gastado muito dinheiro mas nao tive nenhum resultado. Uma amiga tinha me recomendado procurar um psicólogo e de repente comecei a procurar na internet e encontrei o blog do Elídio. Nunca acreditei muito nisso, mas resolvi arriscar. Marquei uma consulta e comecei meio tímida. Aos poucos comecei a falar cada vez mais sobre meus problemas e pouco a pouco Elídio me ajudou a ser mais confiante e assertiva em meu relacionamento. Hoje eu e meu namorado estamos bem, nosso namoro e nossa relação sexual está cada vez melhor e prazerosa. Por isso que recomendo a terapia do Elídio.
    Anônima
    ex-paciente
  • Silvana e Cléber Marinho
    Dr. Elídio, hoje assistimos uma entrevista com o senhor na tv globo (que chique) e queremos lhe parabenizar pela segurança e clareza das informações. Para nós, que já fizemos terapia de casal com o senhor, sabemos de sua competência e ficamos muito feliz com seu sucesso. Esperemos que o senhor um dia seja conhecido como o melhor psicólogo da Bahia (pelo menos para nós já é). Saudades de sua ajuda, mas queremos dizer que estamos bem e bastante felizes. Obrigado.
    Silvana e Cléber Marinho
    ex-pacientes
  • Carlos e Roberta
    Dr. Elídio nos ajudou a compreender nossa relação e evitar nossa separação, mesmo após 02 anos de muitas crises, ciúmes e muitas brigas. Seremos eternamente gratos por ter ajudado a salvar nosso casamento. Que Deus lhe pague e abençoe sempre.
    Carlos e Roberta
    ex-pacientes
  • JeF
    Dr. Elidio, muito obrigado pela ajuda que deu a minha família, ajudando a mim e minha esposa a compreender melhor nosso casamento. Seremos eternamente gratos.
    JeF
    ex-clientes
  • L
    Dia desses eu estava procurando contato de um psicólogo pela internet e graças a Deus encontrei o site de Dr. Elidio. Eu estava enfrentando graves problemas no meu relacionamento e minha última tentativa de salvador meu casamento era procurar uma terapia de casal. Meu marido não gostou da idéia e comecei a fazer as sessões sozinhas e a partir daí comecei a entender que eu precisava mudar muitos dos meus comportamentos para manter meu casamento. Logo após algumas sessões meu marido percebeu algumas mudanças e passou a frequentar as sessões comigo. Estamos mudando muita coisa na nossa relação, mas também estamos progredindo bastante e nossa filha também tem mostrado mais felicidade. Obrigado Elidio, que Deus continue lhe iluminando.
    L
    ex-paciente
  • Lorena Pinho
    Elidio é um profissional altamente competente. Me ajudou num momento muito difícil do meu relacionamento. Adorei a forma dele trabalhar. Hoje já consigo enfrentar as dificuldades do relacionamento de forma tranqüila e sem sofrimento. Valeu muito a pena.
    Lorena Pinho
    ex-paciente
  • Fernando F.
    Elídio, muito obrigado por ter me feito enxergar que eu não precisava de me anular no relacionamento para ser feliz. “Não é tentando agradar sempre que se resolve os problemas”, essa frase marcou minha terapia. RECOMENDO SEUS SERVIÇOS PARA TODOS!
    Fernando F.
    Ex-paciente
  • Carlos e Roberta

    Dr. Elídio nos ajudou a compreender melhor nossa relação e evitar nossa separação, mesmo após 02 anos de muitas crises, ciúmes e muitas brigas. Seremos eternamente gratos por ter ajudado a salvar nosso casamento. Que Deus lhe pague e abençoe sempre. Recomendamos.

    Carlos e Roberta
    ex-clientes
 
 
 
 
 

Superar dificuldades ou resolver problemas é uma questão de perspectiva. Por isso, nada melhor do que um profissional habilitado para enxergar a perspectiva correta da questão e trazer o melhor resultado possível.

uma questão de perspectiva psicólogo em salvador elídio Almeida

Ultimamente tenho refletido bastante sobre o papel do psicólogo nos atendimentos clínicos e me deparei com algo que me trouxe vários insightsHoje assisti a um vídeo na internet que me fez refletir sobre o papel do psicólogo, enquanto psicoterapeuta, e de como o olhar profissional sobre o comportamento é fundamental para a compreensão eficaz dos problemas.

Tudo é uma questão de ponto de vista, por isso, se seu olhar sobre os fenômenos for inadequado, seus comportamentos e resultados também serão.  Veja o vídeo:

A brincadeira é um viral na internet. Veja outras performances aqui.

Certamente você conhece aquele ditado que diz: “de médico e louco, todo mundo tem um pouco”. Pois é, parece que todo mundo tem um pouco de psicólogo também. É muito comum as pessoas acharem que têm total conhecimento sobre seus comportamentos e sobre os comportamentos das outras pessoas. Essa crença parece ser tão forte na nossa cultura que as pessoas, na maioria das vezes, se sentem autorizadas e acreditam que possuem conhecimentos suficientes para compreender, avaliar, interpretar e julgar comportamentos, pensamentos, expressões faciais e atitudes (suas e alheias). Quando isso ocorre o resultado é quase sempre ruim, pois, muitas vezes, as pessoas partem para ações e intervenções sérias, baseadas apenas em inferências sem qualquer comprovação e veracidade. Por isso é sempre recomendado a opinião pautada na observação neutra de um profissional.

Durante o processo terapêutico é muito comum as pessoas descobrirem que sua visão e ações, acerca de todo universo dos problemas que vivem ou viveram, estava equivocada e que a falta de análise e de comportamentos adequados lhes levaram à situações extremamente desagradáveis e difíceis.

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Isto ocorre porque, muitas vezes, as pessoas chegam ao consultório com rótulos criados e absorvidos por elas mesmas ou com rótulos atribuídos pelos parceiros e parceiras, pelos pais, pelas escolhas ou até mesmo por informações equivocadas oriundas de fontes de pouca credibilidade. Ou seja, todo mundo, inclusive você, tem uma opinião sobre tudo e todos.

Eis um exemplo que pode ilustrar melhor o que estou dizendo:

Certa vez uma garota me foi apresentada com a seguinte informação: “ela tem TDAH“. Ao tentar entender melhor o caso perguntei aos pais como era o comportamento dela e ouvi queixas como: inquieta demais, desatenta, agressiva, sempre com reclamações da escola e desinteressada. Em seguida lhes perguntei por que afirmaram que a garota possuía TDAH e eles responderam-me que uma professora suspeitou da existência do transtorno e, por isso, encaminhou a menina para o psiquiatra parceiro da escola que, certamente confiando no olhar e nas observações da professora, diagnosticou que seria um caso de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, o TDAH.

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Desde então a menina passou a tomar drogas pesadas em função do “transtorno” que possuía. Após alguns anos, os remédios começaram a provocar efeitos colaterais e, por isso, a garota foi conduzida à psicoterapia. Depois de alguns meses de terapia, concluiu-se que a paciente, na verdade, possuía um potencial cognitivo muito avançado e, devido a isso, a maioria das tarefas escolares e as atividades em outros ambientes eram fáceis demais para ela, sendo, por isso, desinteressantes.

Devido a sua caracterítica cognitiva, a garota apresentava comportamentos atípicos que foram mal interpretados pelas pessoas que conviviam com ela.  Tudo poderia ter sido diferente se ocorresse um olhar diferenciado, desde o início, sobre a situação.

Assim como os ângulos da imagem no vídeo acima nos levam a percepções e conclusões distintas, talvez possamos estar repetindo esse hábito em várias situações. Por isso é importante termos clareza sobre os fatos antes de opinaarmos. Porém nem sempre conseguimos adquirir esta clareza sozinhos, por isso é recomendável buscarmos ajuda. Como sempre digo aos meus pacientes: para termos resultados diferentes precisamos ter comportamentos diferentes. E devemos enxergar melhor os fatos.

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Ilusão de ótica: uma questão de perspectiva

Dizem que, após seis cervejas, a pessoa passa a ver tudo diferente. E alguns passam a falar até melhor. Parece que muitos se apegam a este fato, ingressando em uma fantasia de encorajamento e ilusão, o que acaba sendo inadequado.

Na Psicoterapia a proposta é que obsevermos todas as possibilidades de uma situação, da pior até a melhor, pois, desta forma, teremos um conhecimento aprofundado e um melhor domínio sobre nossos comportamentos e ações.

Lembre-se: tudo é uma questão de perspectiva e seu sofrimento pode ainda não ter tido a análise adequada.


Elidio Almeida
Psicólogo | CRP 03/6773
Salvador - Bahia
elidio@elidioalmeida.com
(71) 98842-7744


Muitas vezes convivemos com um psicopata ao nosso lado e não desconfiamos. Vivemos em uma sociedade repleta de intolerância às diferenças e aos comportamentos alheios. Portanto, há um constante crescimento no número de pessoas individualistas, que pensam somente em si e suportam, cada vez menos, o convívio social.

Essa situação é ainda mais grave no caso daqueles indivíduos que possuem, como traço marcante em sua personalidade e comportamento, a insensibilidade às emoções alheias, em especial ao sofrimento. Outros atributos também sempre presentes são a indiferença à ética, a falta de empatia e o desrespeito às normas sociais de convívio.

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Psicopata: constituição e características

No último dia 30, o psicólogo Elídio Almeida esteve nos estúdios da TV Itapoan, afiliada da Record na Bahia, para falar ao programa “Bahia no Ar” sobre mais um caso que chocou a população, dada a crueldade do ato e a frieza do acusado, suspeito de ser um psicopata.

Não há um fator exclusivo para a constituição de alguém com este tipo de personalidade, mas sim a presença de fatores multideterminados.

Alguns estudos apontam que, do ponto de vista filogenético, as pessoas com esse padrão comportamental, amplamente conhecidas como psicopatas, possuem certas diferenças em seus organismos e, por isso, reagem, de forma distinta, à dopamina (neurotransmissor precursor da adrenalina). Ou seja, são biologicamente incapacitados de sentir empatia e outras emoções, como a piedade, a compaixão, a pena ou o remorso.

Portanto são indivíduos acometidas de uma síndrome orgânica que as torna insensíveis às situações que envolvam outras pessoas, pois um psicopata só consegue pensar em si mesmo. Em alguns contextos, e durante certo tempo, podem até fingir emoções se isso lhes for útil e trouxer-lhes benefícios.

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Para nós, psicólogos analistas do comportamento, há 03 dimensões básicas que determinam este tipo de comportamento:

  • história evolutiva da espécie humana = quais comportamentos foram selecionados, desde o surgimento do homo sapiens até os dias atuais;
  • sociedade = os hábitos, a cultura, os valores e as crenças que são compartilhadas nesta sociedade;
  • história de vida da pessoa = como o indivíduo percebe e avalia os aspectos da realidade em que vive, a partir de suas relações sociais e afetivas, seus traumas, suas angústias, sua religiosidade e sua formação moral e ética.

Um fato que deixa a população bastante assustada é o grande número de pessoas que se sentem autorizadas, em nome de determinados grupos, igrejas, entidades divinas, causas e propósitos, a colocar em prática um modelo de justiça sem nenhuma  fundamentação ética. Tais indivíduos desconsideram a opinião das outras pessoas e não se importam com as consequências de seus atos.

Este tipo de comportamento pode ser um indicativo da existência de graves transtornos mentais, como as psicopatias. Muitas vezes você pode até estar casada com uma pessoa com esse perfil e por esta razão é importante teriam análise profissional sobre a questão.

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O que fazer quando se descobre um psicopata?

Mesmo em casos crônicos, por meio da Psicoterapia a pessoa é levada a reconhecer as consequências de seus atos e, a partir disso, desconstruir as crenças e as regras que norteiam seu comportamento inadequado a fim de que o mesmo não volte a ocorrer. Posteriormente ela pode desenvolver novas estratégias comportamentais para conviver e relacionar-se adequadamente, sem oferecer riscos a si e às demais pessoas.

É importante destacar que no mundo todo tem havido um crescimento da intolerância, da individualização e de grupos que procuram se segregar, estabelecendo um universo próprio e vivendo segundo suas próprias regras.

Em todos esses contextos iremos encontrar pessoas que possuem passaporte, nível superior, CHN… todas elas estão inseridas nessas realidades e sujeitas aos mesmos efeitos dessa individualização tão valorizada nos dias de hoje.  Devido a isso cada indivíduo pode passar a perceber e interpretar determinados comportamentos de acordo com seus próprios critérios e, a partir disso, pode se tornar ator de qualquer ação, baseada em suas próprias regras.

O ideal é que as pessoas busquem ajuda para si ou para alguém do seu convívio nos casos em que questões dessa ordem estejam presentes. Muitos  casos graves poderiam ser evitados se pessoas com necessidade de tratamento fossem encaminhadas aos serviços especializados para lidar com essa e outras questões comportamentais.


Elidio Almeida
Psicólogo | CRP 03/6773
Salvador - Bahia
elidio@elidioalmeida.com
(71) 98842-7744


Profissões Estressantes – O psicólogo Elídio Almeida gravou, na semana passada, depoimentos para uma matéria especial de que a Rede Record está fazendo sobre a profissões estressantes.

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Estresse no trânsito

Talvez você até já tenha tentado seguir alguma dica ou estratégia para driblar a batalha diária contra o estresse e contra a ansiedade vivida diariamente no trânsito. Em muitas situações, as pessoas culpam o governo, a falta de investimento em infraestrutura e no transporte público ou culpam os outros motoristas e condutores que transformam as vias da cidade em verdadeiros campos de batalha.

Claro que situações desse tipo poderiam levar a população a escolher melhor seus governantes, ou exigir destes mais empenho e responsabilidades com uma questão tão importante como é a questão do trânsito. Porém, sabemos que nossa população ainda tem dificuldades para assumir tal postura e quando ousa intervir de alguma forma, opta por culpar os governantes – que são escolhidos por nós mesmos – ou culpar as outras pessoas. Isso ocorre muito no trânsito: “a culpa é dos outros motoristas”.

Na verdade, o que poucas pessoas fazem é, mesmo diante desse caos, chamar para si a responsabilidade por, pelo menos, uma parcela dessa situação.

Profissões Estressantes 

Penso que, se cada um de nós abraçássemos nossa parcela de responsabilidade com a questão do trânsito, e implementássemos ações individuais em nossos comportamentos em prol do nosso bem estar e em benefício da coletividade, certamente teríamos uma convivência no trânsito bem mais humanitária. Isso porque, muitas ações que as pessoas tentam fazer para melhorar a situação crítica do trânsito são ineficazes, falhas e de pouca relevância para a coletividade; (1) culpar os governos e (2) responsabilizar os demais motoristas, por exemplo.

Durante a entrevista, Elídio falou sobre o impacto na vida das pessoas que convivem com o caos nos trânsitos das grandes cidades brasileiras – em especial em Salvador- e como os profissionais envolvidos diretamente e a população, de modo geral, sofrem com isso.


Elidio Almeida
Psicólogo | CRP 03/6773
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Festividades e datas comemorativas como o Dia das Mães, de fato, mobilizam e tocam o sentimento de todas as pessoas. Afinal, todos temos ao menos uma mãe.

Talvez você ache estranho eu falar em “ao menos uma mãe”, quando sabemos que biologicamente só podemos ter uma. Porém, nesse mundo tão plural, podemos ver todos os tipos de mães e elas vão além dos padrões biologicamente determinados. Para você ter uma ideia, em março de 2013 fui padrinho de casamento de duas pessoas que ocupam um lugar muito especial em meu coração. E, pela primeira vez em minha vida, vi um noivo entrando no altar de braços dados com suas duas mães (a mãe biológica e a mãe que o adotou). Ah, que dia!

Todavia, nem todos podem ou têm o privilégio de prestar tamanha homenagem às suas genitoras. E comemorações como o DIA DAS MÃES, parecem tocar em algo que nem todos estão preparados ou sabem lidar de forma adequada. Para nos situarmos melhor sobre o que estamos falando, vamos entender um pouco sobre como surgiu o Dia das Mães

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Como surgiu o dia das mães?

Segundo alguns sites, os primeiros indícios de comemoração desta data remetem à Grécia Antiga. Ao que parece, os gregos prestavam homenagens à deusa Reya, mãe comum de todos os seres. Neste dia os gregos faziam oferendas à deusa. No mesmo período histórico, contam que os romanos também faziam este tipo de celebração e eram realizadas festas em homenagem à deusa Cibele, mãe dos deuses romanos. Posteriormente, com o advindo do cristianismo, a data ganhou uma nova vertente e as celebrações eram realizadas em homenagem à Virgem Maria, a mãe de Jesus.

Dando um salto na história, podemos encontrar outra referência ao Dia das Mães na Inglaterra do século XVII. Nesse período, os ingleses comemoravam o “Domingo das Mães”, com missas em que os filhos entregavam presentes para suas mães. E aqueles filhos que trabalhavam longe de casa, ganhavam o dia para poder visitar suas mães. Ou seja, nesta época a data já passou a ser um dia destinado a visitar as mães e dar presentes, muito parecido com que fazemos atualmente.

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História do Dia das mães.

Outro marco importante remete aos Estados Unidos, em 1904. Naquele ano, uma mulher chamada Anna Jarvis teve a ideia de criar uma data em homenagem às mães. Na verdade, a ideia de Anna era criar uma data para homenagear a mãe dela, que havia sido um exemplo de mulher, pois havia prestado serviços comunitários durante a Guerra Civil Americana. Seus pedidos e sua campanha deram certo e a data foi oficializada, em 1914, pelo Congresso Norte-Americano. A lei, que declarou o Dia das Mães como festa nacional,  foi aprovada pelo presidente Woodrow Wilson. Após esta iniciativa, muitos outros países seguiram o exemplo e incluíram a data no calendário.

Aqui no Brasil, o Dia das Mães é comemorado sempre no segundo domingo de maio; de acordo com decreto assinado em 1932 pelo então presidente Getúlio Vargas. Desse modo, o Dia das Mães tornou-se uma data “especial”, pois as mães recebem homenagens, presentes e lembranças de seus filhos.

O Capitalismo mexendo no psicológico para vender mais.

Hoje, se perguntarmos a qualquer criança sobre o significado do dias das mães, certamente teremos como resposta que é uma data para presentear as mães, levar a mãe para almoçar fora… um dia de fazer a mãe feliz. E, tudo isso não surgiu do nada. Vale lembrar que vivemos num mundo capitalista, onde pessoas e empresas querem sempre (e cada vez) mais, levar as pessoas a adquirir seus produtos e “aquecer a economia”.

O Dias das Mães, segundo consta nas estimativas, é a segunda data mais importante para o comércio e só perde em vendas para as festividades de fim de ano, como o Natal. Muito por isso, as empresas não poupam propagandas e peças publicitárias para nos levar a “homenagear” nossas mães com os bens de consumo dos mais tradicionais aos mais modernos que contemplam todos os estilos de mães.

Em alguns momentos, parece que nosso sentimento, carinho, respeito e admiração só podem ser demonstrados através do nosso potencial de compra. É como se existisse a regra: “Quem não compra não ama”.

Nesse momento, convido você a refletir um pouco sobre o que você está lendo.

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Veja: por um lado temos uma mulher de referência e prestígio em nossas vidas que merece nossas homenagens. Por outro, temos um histórico que respalda a existência de um dia exclusivamente dedicado a elas. E ainda, na ponta desse triângulo, temos as empresas e marcas do nosso universo capitalista que visam fundamentalmente o lucro e se utilizam desse contexto para materializar nossos sentimentos em bens de consumo que podem ser facilmente encontrados nas lojas ou shopping mais perto de você.

Com isso, pouco a pouco vamos perdendo a essência da data e da homenagem. É como se, geração após geração, aprendêssemos que existe um dia para homenagear as mães. E, assim, os demais dias são facultativos à demonstração desse sentimento.

Pela lógica financeira da maioria da nossa população, isso faz todo sentido. Afinal, homenagem às mães virou sinônimo de comprar e presentear. A data tornou-se tão hipócrita, superficial e mercadológica que perdeu seu sentido. Como se isso não fosse suficiente, ainda exclui e deprime todos aqueles que estão impossibilitados de estar com suas mães – seja pela distância ou qualquer outro fator, como a morte ou o desconhecimento, por exemplo.

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E toda esse oba-oba com o Dia das Mães, parece pouco se importar com aqueles que fogem à regra dos presentes, dos almoços ou das presenças festivas neste dia. O que vemos é que tudo que se fala sobre o Dia das Mães pouco privilegia aqueles que possuem sentimentos, vínculos e particularidades, que nem sempre a data lhes remetem à alegrias.

Penso que o Dia das Mães seja sim um dia importante. Porém, pouco se diz sobre as razões da existência desse dia e o que ele provoca nas pessoas que são excluídas da regra geral de dedicar o segundo domingo de maio para render homenagens às mães. Penso ainda que essa data exista mais em função de uma associação sentimental altamente explorada pelo comércio e que pouco reflete o carinho que as mães merecem ter diariamente dos seus filhos.

Além do mais, ainda tem o sofrimento experienciado por todos aqueles que são contaminados pela “magia do Dia das Mães” imposto pelo comércio e que – por acontecimentos alheios às suas vontades – não podem estar com suas mamães ao menos nesse dia. E, muito por isso, vivem um momento de muita tristeza e alteração do humor.

Assim, vale lembrar que naturalmente ou inevitavelmente todos experimentarão o dia em que não terão suas mamães em vida. Por isso, vale muito mais a pena investir em (todos os) dias melhores com a mãe  do que ter “o” dia da dela. Pensando bem, deve ser muito triste para elas terem apenas esse dia.


Elidio Almeida
Psicólogo | CRP 03/6773
Salvador - Bahia
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Psicologia e Direitos Humanos – No primeiro post de 2011 vou compartilhar com vocês trechos de um dos textos mais importantes que li durante minha formação em psicologia: a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Quando me preparava para realizar meus primeiros atendimentos em clínica de psicologia da Faculdade, minha professora e supervisora recomendou que eu lesse, antes mesmo dos textos técnicos, a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Confesso que achei estranho, pois a expectativa era aprender mais sobre os “segredos” dos atendimentos clínicos da psicologia, mas ao ler a Declaração me dei conta de quanto dos nossos direitos são violados ao longo da vida e como isso traz implicações e reflexões ao nosso bem-estar psicossocial e emocional dos pacientes. Especialmente para ajudar a expressar sentimentos e emoções.

A psicologia e os direitos humanos

Aquela, foi a primeira ocasião que tive contato direto com a Declaração e posso imaginar que muitos ainda não tiveram a oportunidade de ler os termos deste documento tão significativo para a humanidade e que nem sempre é observado pelas autoridades ou nas relações entre as pessoas no da a dia.

Por isso, neste início de ano, quero convidar você ler (ou reler) e, acima de tudo, refletir sobre cada um dos artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos que estão resumidos a seguir. Quem sabe eles podem nos ajudar a refletir sobre nossa história e trazer compreensão para algumas questões que nos afeta, não é mesmo?

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Artigo 1º

Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos.

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Artigo 2º

Toda pessoa deve possuir os mesmos direitos e liberdades sem distinção.

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Artigo 3º

Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e de expressão.

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Artigo 4º

Ninguém será mantido em escravidão ou servidão.
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Artigo 5º

.Ninguém será submetido a torturas ou castigo cruel.

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Artigo 6º

Todo ser humano será reconhecido como pessoa perante a lei.

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Artigo 7º

Toda pessoa deve ser protegida igualmente perante a lei, sem discriminação.

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Artigo 8º

Toda pessoa deve ter acesso à justiça para reparar violação dos seus direitos.

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Artigo 9º

Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado.

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Artigo 10º

Toda pessoa tem direito a julgamento público, imparcial e justo.

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Artigo 11º

Toda pessoa acusada será presumida inocente até que sua culpa seja provada.

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Artigo 12º.

Ninguém sofrerá interferências em sua vida privada, nem ataques a sua honra e reputação.

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Artigo 13º
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Toda pessoa tem o direito de ir e vir, bem como o de residir dentro e fora de seu país.

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Artigo 14º

.Toda pessoa perseguida tem direito a procurar asilo em outro país.

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Artigo 15º.

Toda pessoa tem direito a uma nacionalidade.
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Artigo 16º

Toda pessoa tem direito de constituir família, mas não será obrigada a isso.

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Artigo 17º

Toda pessoa tem direito à propriedade, só ou em sociedade com outros.

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Artigo 18º

  Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião.

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Artigo 19º

Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e de expressão.

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Artigo 20º

Toda pessoa tem direito de se reunir e de se associar, pacificamente, não podendo ser obrigada a isso.

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Artigo 21º

Toda pessoa tem direito de participar do governo, de ter acesso ao serviço público e de eleger livremente seus representantes.

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Artigo 22º

Toda pessoa possui direitos econômicos sociais e culturais.

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Artigo 23º

 Toda pessoa tem direito ao trabalho, a um salário justo e a sindicalização.

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Artigo 24º

Toda pessoa tem direito ao repouso, ao lazer e a férias remuneradas.

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Artigo 25º

Toda pessoa tem direito à saúde, ao bem-estar e à participação social, principalmente as mães e crianças.

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Artigo 26º

Toda pessoa tem direito a uma educação de qualidade, que garanta o pleno desenvolvimento da personalidade humana.

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Artigo 27º

Toda pessoa tem direitos a participar da vida cultural e receber os benefícios do progresso da ciência.

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Artigo 28º

Toda pessoa tem direito a uma ordem social e internacional onde cada país respeite os princípios desta declaração.

Artigo 29º

Toda pessoa tem o dever de contribuir para que os direitos de todos sejam respeitados conforme os princípios das nações unidas.

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Artigo 30

 Nenhuma pessoa, grupo ou estado poderá suprimir os direitos e liberdades estabelecidos nesta declaração.

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Pois bem! Mais uma vez, Feliz Ano Novo a todos e que possamos estar cada vez mais atentos ao nossos direitos e não permitir que outros violem nossa liberdade (no sentido mais amplo da palavra). Felicidades!


Elidio Almeida
Psicólogo | CRP 03/6773
Salvador - Bahia
elidio@elidioalmeida.com
(71) 98842-7744


Avaliação Psicológica. Esta semana saiu resultado da avaliação psicológica do Ministério Público da Bahia. Muitos candidatos ficaram indignados após verificar que não constavam na lista dos “recomendados”. O resultado foi divulgado na última terça-feira, dia 31/03/2015.

Obviamente, depois de ter obtido excelentes resultados nas fases anteriores do concurso, a maioria dos candidatos ficou perplexa e indignada. Tudo isso porque descobriram que foram desclassificados do processo seletivo com o rótulo de “não-recomendados”. Obviamente cabe recurso a este resultado. Por isso os candidatos não contemplados devem ficar atentos a alguns procedimentos nesta etapa.

avaliação-psicológica-em-concurso-público psicólogo em salvador

Como psicólogo, afirmo e afianço que os testes psicológicos podem sim apresentar os resultados a que se propõem. Entretanto, para que isso ocorra, uma série de condutas devem ser asseguradas para que a avaliação produza resultados confiáveis e de qualidade. Uma dessas condutas – se não a fundamental – em meu entendimento, é a ampla observação dos comportamentos apresentados pelo candidato. Isso significa dizer que uma boa avaliação psicológica deve verificar em diversos momentos e contextos distintos os dados investigados. Obviamente tais achados devem ser comparados e/ou respaldados nos instrumentos psicométricos. Não obstante deve demonstrar dados projetivos das habilidades cognitivas, comportamentais e da personalidade do candidato.

Mesmo confiando nesses instrumentos, entendo que a forma como convencionalmente a avaliação psicológica vem sendo empregada não colhem dados confiáveis. Da forma como vem sendo usado apenas produzem informações pontuais e descontextualizadas. Isso desfavorece o candidato e desqualifica publicamente todo um trabalho científico por trás desses instrumentos psicológicos.

No caso do concurso aqui abordado, verifiquei o edital e os pressupostos dos procedimentos que foram adotados na avaliação psicológica. Embora respaldados pelas normas e resoluções do CPF – Conselho Federal de Psicologia – causou-me estranheza algumas simplificações do processos avaliativo como. Por exemplo, a existência de apenas duas categorizações para os candidatos que foram submetidos a avaliação psicológica: “recomendados” e “não-recomendados”. Desse modo, quem teve a classificação “recomendado” avançaria no processos seletivo e os “não-recomendados” seriam desclassificados.

Normalmente, processos mais antenados, nesse item, por exemplo, ampliaria a categoria “não recomendados” para: “inaptos” ou “inaptos temporariamente”; como ocorre nas avaliações psicológicas do DETRAN, por exemplo. Isso oferece aos candidatos inaptos temporariamente a possibilidade de uma nova avaliação. No caso do MP/BA, pelo que compreendi, os candidatos poderão apenas solicitar devolutiva e entrar com recurso contra a avaliação.

Aos candidatos que tiveram a surpresa do “não recomendado” e vão solicitar a entrevista devolutiva tenho uma dica. Seria importante que vocês tivessem em mãos no momentos da devolutiva um outro laudo de avaliação psicológica recente, para verificar se a “não recomendação” apontada pela banca examinadora do concurso trata-se de uma percepção e interpretação pontual. Um laudo comparativo pode favorecer ou refutar a conclusão da banca examinadora. Por isso, creio que vale a pena procurar um profissional qualificado, com conhecimentos e experiência na área. Se for possível, seria importante realizar uma avaliação, caso não a tenha feito nos últimos meses.

Outra dica. Como a avaliação psicológica tem uma linguagem muitas vezes restrita aos profissionais da área, cabe verificar se seria possível o acompanhamento de um psicólogo. Isso pode facilitar comunicação e entendimentos do feedback da devolutiva.

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Por fim, não devemos perder de vista – avaliadores e avaliados – que “um teste psicológico se propõe a descrever ou mensurar as características e processos psicológicos envolvendo a emoção/afeto, cognição/inteligência, motivação, personalidade, atenção, memória etc.”, conforme reza a resolução 002/2003 do CFP.Assim, em última análise, o teste psicológico busca obter uma amostra comportamental objetiva e padronizada da pessoa avaliada. Característica que por si só já dá indícios de que tal avaliação – principalmente para seleção de um servidor público – não deve ser feita à toque de caixa; ressaltando que num processo como esse, torna-se praticamente impossível a padronização da avaliação e que isto influi diretamente no resultado do candidato.

Por exemplo, podemos imaginar que uma avaliação dessas é distribuída para dezenas ou centenas de pessoas em diversas salas, embora todas realizem os mesmos testes e recebam as mesmas instruções, podemos supor também que algumas variáveis podem agir distintamente sobre os candidatos que, obviamente, possuem personalidades, reações e subjetividades também distintas. Não é a toa que há um movimento para que os instrumentos psicológicos sejam usados exclusivamente para fins psicoterapêuticos em detrimento da função eliminatória em concursos públicos e processos seletivos em geral. 


Elidio Almeida
Psicólogo | CRP 03/6773
Salvador - Bahia
elidio@elidioalmeida.com
(71) 98842-7744


Pessoa viciada em pornografia. Um leitor do blog escreveu solicitando um post sobre o comportamento de pessoas que são viciadas em vídeos pornográficos, pois quer saber se há algo errado com elas.

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Primeiramente, obrigado pela participação. Espero que este post ajude de alguma forma. Farei algumas considerações, ainda que genéricas, e espero que atenda às suas expectativas, pois é um tema extremamente amplo, complexo e sempre deve ser visto na particularidade de cada caso, cada pessoa.

Pessoa viciada em pornografia.

Pornografia é um assunto polêmico. Este é um tema que sempre divide as opiniões de muitas pessoas. Há sempre muitos conflitos entre os valores e as necessidades de cada pessoa que tem contato com esse tipo de material. Também há conflitos gerados pelas referências sociais, culturais, legais e religiosas da questão. Porém, um importante fator que merece ser acrescentado nas discussões e análises em torno da pornografia é o papel que ela ocupa na vida da pessoa e qual o impacto que ela tem para a vida de quem utiliza esse material, assim como o impacto na vida das demais pessoas.

Parece difícil de acreditar, mas já vivemos em uma época em que o sexo era tratado com a maior naturalidade possível. As pessoas lidavam naturalmente com as questões relacionadas ao sexo e sequer se escondiam para ter suas relações sexuais. Tudo era feito com muita espontaneidade, sem traumas e complexos.

Isso porque, ao que parece, as pessoas daquela época pareciam atender prioritariamente às necessidades fisiológicas e emocionais relacionadas ao sexo. Algo parecido com aquilo que muitas pessoas chamam de instinto. Naquele contexto, num dado momento, veio a religião e disse que muito daquilo que era feito no sexo era errado e que se as pessoas não mudassem estariam pecando. Isso contribuiu para que sexo passasse a ser algo proibido. Eles diziam que o prazer sexual era pecado. E definiram papéis para homens e mulheres nas práticas sexuais.

Assim, o sexo passou a ser visto apenas para fins de reprodução da espécie. Que pecado!

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Ainda hoje alguns grupos ignoram esses ditames das religiões (acho que os próprios religiosos também). No geral, vivemos numa sociedade regida por regras que limita significativamente os comportamentos sexuais em relação a outras épocas da história da humanidade. E muitas pessoas – senão todas – passaram a viver e atender suas necessidades sexuais, desde o desejo inerente ao processo de desenvolvimento, passando pela curiosidade, conhecimentos e experimentação de forma escondida, de forma isolada e conflitante. Fato que favoreceu o surgimento da pornografia.

Polução noturna: precisamos ter um papo sério (e legal) sobre masturbação e sexo na adolescência.

Sexo na Adolescência: Transformações do corpo e do comportamento.

A pornografia, normalmente, é definida como qualquer expressão humana que desperta pensamentos sexuais (imagens, fotografias, vídeos…). No geral, acessível para qualquer pessoa e quase sempre assume caráter de atividade condenada pela maioria das regras sociais e culturais na qual vivemos.

Nesse sentido, tudo que venha despertar pensamentos e outros comportamentos sexuais será classificado desse modo como pornografia. E é justamente o impacto das leis e regras do contexto que dirá o quanto esses comportamentos serão aceitos (ou não) e a forma como as pessoas deverão lidar com eles.

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O interessante é que nossa cultura forma pessoas que desde muito pequenas aprendem que pensamentos sexuais é pecado. Que pornografia (tudo que desperta o pensamento sexual) é errado. E que o sexo é algo proibido.

Ocorre que, conforme vamos crescendo, vamos descobrindo que o sexo é algo bom, que a pornografia é útil para aprendermos sobre o sexo e que sexo pode não ser pecado. E que a maioria das práticas sexuais é sim aceita pela cultura e também pelas leis. Ou seja, tudo que aprendemos que era ruim, num dado momento descobrimos que é bom e faz bem.

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E se juntarmos tudo isso?

Organicamente, temos uma relação intrínseca com a sexualidade. Nossa cultura nos ensina que é errado, proibido, pecado. Depois, descobrimos que na verdade é algo bom. Claro que isso pode gerar conflitos das mais diversas ordens, mas uma é certa: se a pessoa foi privada de algo bom durante muito tempo, quando ela tiver acesso vai querer aproveitar o máximo de tudo isso, pois tudo que nos traz algum tipo de retorno bom, tem uma probabilidade enorme de se repetir em nossos comportamentos. Por isso que muitas pessoas são viciadas em pornografias, mas não somente por isso.

Muitas vezes, ao entrar em contato com a pornografia, e até ficar viciada em vídeos pornográficos ou sexo explícito na internet, a pessoa também pode estar privada de uma série de outros fatores que não somente o prazer sexual, como por exemplo: viver sem amigos, sem carinho, atenção, dinheiro, relacionamentos sociais, boa convivência com a família, pode estar sem namorar. E associado a estas faltas, a pessoa pode estar triste, ansiosa, ser tímida, com a autoestima baixa e pode acabar compensando (ou acreditar que compensa) tudo isso no prazer que tem ao acessar ou entrar em contato com a pornografia.

Por isso que temos pessoa viciada em pornografia. Não somente porque é algo que lhes traz algum tipo de prazer. Viciam também porque é algo bom, no sentido mais amplo da palavra, pois pode trazer consigo compensação para uma série de faltas que possa existir na vida da pessoa. Ou seja, a manutenção desse comportamento pode ser funções muito bem definidas para a vida da pessoa e pode haver com isso riscos também muito bem definidos.

Pessoa viciada em pornografia: O primeiro risco é o próprio vício.

O vício, por si só, pode significar que a pessoa não está mais conseguindo controlar seus impulsos relacionados a este comportamento e isso, certamente, está interferindo na autonomia da pessoa nesse processo.

Outro aspecto é quando esse vício prejudica no ritmo de vida da pessoa diretamente envolvida e na vida de outras pessoas nos contextos em que ela acontece, ao ponto de aspectos fundamentais como, relações sociais, alimentação, estudo, trabalho, vida pessoal e profissional ficarem prejudicados pela manutenção do vício.

É mais grave ainda quando a pessoa abre mão de vários aspectos da vida e passa a viver e acreditar apenas no resultado que ela acredita conseguir apenas praticando o comportamento viciante, em detrimentos de outras ações pertinentes às rotinas e aspectos da vida, a situação fica ainda mais grave. É como poderíamos pensar num rapaz que tem muita dificuldade de se envolver num relacionamento e passa a acreditar que a masturbação será um grande substituto e isso resolverá seus problemas para o resto da vida.

Para algumas pessoas que me procuram para tratamento relacionado às questões que envolvem vício ou excesso de sexo e algumas práticas sexuais, costumo recomendar o filme acima. Através do enredo de Shame, procuramos entender a função das práticas sexuais da personagem e dos fatos e acontecimentos que o levaram a ser classificado como viciado em sexo. Cada pessoa tem sua razão e o filme ajuda a gente a entender isso e traçar um tratamento adequado para a pessoa livrar-se do vício.

Então, meu querido leitor, se as coisas estiverem fugindo ao próprio controle, se as informações não foram ou estão sendo bem processadas, se há culpa ou opressão das leis, da cultura ou da religião nos contatos e acessos às pornografias; pode sim haver algo errado com a pessoa viciada em pornografia. Porém, como disse no início, cada caso deve ser visto individualmente para que possamos realmente entender como o vício foi instalado no comportamento, quais as funções que ele cumpre na vida e o que está mantendo a sua frequência.

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Como já disse em outros posts, temos que entender a raiz do problema para podermos efetivamente implementar comportamentos mais adequados. Fico muito feliz que esteja interessado na questão, mas lembre-se que nem sempre conseguimos enxergar a raiz dos problemas sozinho.

Por isso, a pessoa viciada em pornografia deve recorrer à ajuda de pessoas mais preparadas para auxiliar nessas questões. Quem sabe assim novos entendimentos podem surgir e, a partir deles, temos melhores investimentos e melhores resultados.


Elidio Almeida
Psicólogo | CRP 03/6773
Salvador - Bahia
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Sua balada pode acabar mal – Você deve conhecer, ou no mínimo já ouviu falar, da banda Psirico, do vocalista Márcio Victor. Mesmo que você – como eu – não acompanhe de forma íntima o trabalho da banda, deve concordar que é praticamente impossível viver no Brasil e ficar imune a essa febre. O grupo é detentor de vários títulos de hits da música baiana. Alguns deles merecem aplausos, pois ressaltam em suas canções o orgulho à raça negra, às origens do povo humilde, à diversidade, além de algumas que procuram quebrar vários estereótipos e estigmas, a exemplo do que parece ser a proposta da música “toda boa”.

Dentre as canções de sucesso da banda está a música “lepo-lepo”, que, em 2014, explodiu em todo o Brasil e se popularizou no mundo, especialmente pela ocasião da Copa do Mundo de Futebol da Fifa, realizada no ano passado. Parece que a partir dali as músicas do grupo deram uma destoada e uma nova música da banda que, ao que parece, vem sendo bastante executada me chamou a atenção. A música chama-se Tem Xenhenhém e um trecho da música diz “A minha balada só acaba quando a cachaça termina, quando o dj vai embora, quando eu arrasto uma mina”. Parece algo inofensivo, mas vou aproveitar a música e tentar algumas reflexões com você.

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Na psicologia comportamental, nós psicólogos entendemos que uma das possibilidades de formação de personalidade, adoção de comportamentos e novos estilos de vida vêm das regras postas diretas e indiretas, explícitas e implicitamente em nossa cultura. Por exemplo, as religiões, os dogmas, leis, e normas de conduta em nossa sociedade dizem que muitos comportamentos são pecados ou errados e, muito por isso, abraçamos essas filosofias ou ideias e formamos nosso estilo de vida, nossos valores, nossas auto-regras e nossa referência de comportamento moral.

Nesse contexto, não é novidade que o momento da nossa vida em que estamos formando nosso caráter, elegendo nossas referências e buscando nossas formas e ferramentas de auto afirmação na sociedade é na adolescência. É justamente por essa faixa etária que é formado, majoritariamente, o público da Banda Psirico, do Márcio Victor. E foi exatamente isso que me deixou reflexivo sobre o que diz a essência da música Tem Xenhenhém.

Sabemos que nossos jovens vem tendo uma relação cada vez mais exacerbada com drogas como o álcool. É cada vez mais comum eles conviverem com o hábito da bebida e, também por conta disso, terminam experimentando muito precocemente os problemas causados por esse comportamento, a exemplo da falta de controle emocional, atitudes socialmente inadequadas, acidentes e diversos casos de violência, especialmente no trânsito.

Anteriormente, num post aqui do blog falei que o álcool, dentre tantos efeitos, também funciona como um catalisador que diminui a censura para uma série de desejos, fantasias e emoções recalcadas da pessoa, ou seja, muito daquilo que a pessoa gostaria de ser ou fazer é precipitado a partir da bebida alcoólica.

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Sabemos também que é na adolescência que os hormônios sexuais estão a todo vapor e é nesta fase que muitos jovens estão repletos de curiosidades, em relação ao sexo, dúvidas e pressão por uma (ou a primeira) experiência sexual. Mas o que tudo isso tem a ver com a música do Psirico? Parece que tudo, não?

Se somarmos alguns elementos como:

(1) a influência das referências culturais e sociais na formação dos nossos comportamentos, caráter e personalidade;

(2) a fase da vida em que as pessoas estão mais propensas ou vulneráveis para influências em seus comportamentos e

(3) um ídolo que dá ao seu público um modelo explícito de comportamento a ser seguido,

Ou seja, dentre outros fatores, podemos entender que podemos estar pondo um vulcão em atividade e que este tem dado sinais de uma catástrofe social ainda maior.

Causas e consequências na Balada

No geral não é tão fácil para as pessoas em nossa sociedade relacionar consequências às causas, mas muitos dos comportamentos que trazem problemas à nossa sociedade vêm de legitimações como essa: “A minha balada só acaba quando a cachaça termina, quando o dj vai embora, quando eu arrasto uma mina”. Logo, enquanto tiver bebida ou então uma “mina” não for arrastada, o evento, a balada ou a festa não deve acabar.

Pensando nisso, talvez não seria surpresa se descobríssemos que uma pessoa alcoolizada, numa situação dessas acima, entendesse que a “mina” deva ser “arrastada” ainda que contra sua vontade, apenas para cumprir uma regra legitimada por músicas como a aqui exemplificada.

Para se ter ideia, em 2013, foram registrados mais de 50 mil casos de estupro no Brasil, segundo dados do 8º Anuário Brasileiro de Segurança Pública divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Não estou responsabilizando exclusivamente a música pelos comportamentos inadequados de muitas pessoas. No entanto, penso que devemos buscar as raízes dos nossos comportamentos e aqui parece que pode estar um fio da meada que nem todos pensam em puxar. E você, o que acha?


Elidio Almeida
Psicólogo | CRP 03/6773
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Muitas pessoas querem iniciar uma Terapia de Casal, mas sempre surgem algumas dúvidas. Frequentemente, recebo algumas perguntas dos leitores do blog sobre esse tema. Saber se os homens são mais resistes à terapia de casal é sempre um questionamento recorrente. Por isso, resolvi escrever este post para sabermos se isso é um mito ou uma verdade.

Os homens são mais resistes à terapia de casal?

Primeiramente, percebo que o questionamento em si parece dizer muito sobre essa situação. Caso os homens não fossem tão resistentes à terapia de casal, esse comportamento não chamaria tanto a atenção e não geraria esse tipo de pergunta. Ou seja, para que uma pessoa venha a elaborar um questionamento desse tipo, certamente ela pode ter encontrado dificuldade para convencer seu parceiro a ingressar num processo terapêutico para ajustar a relação.

terapia de casal em salvador Elídio Almeida psicólogo homens são mais resistes à terapia de casal

Ainda não encontrei uma pesquisa mais ampla que traga dados sobre quem têm mais resistência à terapia de casal, se os homens ou as mulheres. Porém, posso falar a partir da minha prática clínica e experiência como terapeuta de casal. Percebo que as mulheres procuram mais esse tipo de terapia. Sim, na maioria das vezes, são elas que tomam a iniciativa de discutir a relação com o intermédio de um profissional. E mesmo antes da terapia, também são elas que – na maioria das vezes – procuram as mais diversas formas de resolver os problemas do namoro ou casamento.

Terapia de casal ou terapia individual para resolver os problemas da relação?

Os homens são pioneiros em buscar a terapia individual. Em tese, quando se trata de questões voltadas ao relacionamento afetivo, os homens são motivados pelos mesmos interesses que levam as mulheres a buscar ajuda profissional para esse fim. No entanto, eles procuram resolver as questões sem a participação de suas companheiras. Isso pode significar que – culturalmente – as mulheres têm mais habilidades para compartilhar sentimentos e emoções.

Dessa forma,  elas demonstram ser mais participativas na busca de solução para os problemas do relacionamento. Os homens se revelam mais tímidos para discutir a relação com suas companheiras. Por isso, nessa questão de mitos e verdades, devemos analisar sempre as particularidades de cada caso. Esta análise deve ser feita sempre com muita cautela.

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As mulheres se cuidam mais.

Na verdade, as mulheres procuram mais os serviços de saúde e cuidados pessoais. Isso também se reflete nas questões emocionais, de saúde mental e melhorias do relacionamento. Muito embora eles procurem mais a terapia individual e elas prefiram a terapia de casal, observo que quando eles iniciam o tratamento em conjunto, essa questão de resistência e diferença de gênero perde espaço para a conquista da reconstrução da relação.

Por isso, sempre recomendo àqueles que estão resistentes à terapia de casal a fazer ao menos a primeira sessão. Isso ajuda a analisar melhor como funciona o trabalho. Conhecer é sempre o melhor caminho para tomar decisões.


Elidio Almeida
Psicólogo | CRP 03/6773
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Em alguns momentos de nossa vida percebemos que não estamos felizes em relação a nós mesmos. Isso ocorre quando não conseguimos encontrar em nós mesmo elementos que nos valorize o suficiente. Ou seja, quando isso ocorre, costumamos considerar que estas pessoas estão com a autoestima baixa.

A autoestima está relacionada ao autoconhecimento, pois o autoconhecimento pode auxiliar-nos a melhorá-la. Ao nos sentirmos chateados com algo, notarmos que nossa autoestima diminui. De certo, por meio de um “mapeamento” adequado dos sentimentos e emoções, podemos descobrir as condições da origem deste estágio. Por assim dizer, podemos analisar melhor o contexto que pode ter originado e está mantendo ela situação. Assim, passaremos a nos conhecer melhor. Em outras palavras, compreender de uma maneira mais adequada nossa trajetória. O que nos favoreceria a descoberta do que efetivamente precisamos mudar para nos sentirmos bem e elevarmos nossa autoestima.

Às vezes, quando nossa autoestima está baixa, tendemos a nos questionar se estamos exigindo demais de nós mesmos. Quando isso ocorre costumamos impor objetivos exacerbados. Isso pode representar ainda mais mudanças grandes e rápidas demais as nossas possibilidades. Se nosso nível de exigência for alto, a decepção quando as coisas não derem certo provavelmente será enorme.

Ter objetivos é muito importante. Todavia, alcançá-los passo a passo, dentro do que é possível no momento, pode ser uma alternativa. Sobretudo, pelo fato de ser algo mais saudável para nos bem-estar. Quando deparamo-nos com um problemão devemos dividi-lo em probleminhas. Nesse sentido, perceberemos que podemos lidar com uma situação por vez. Afinal, cada etapa resolvida é uma pequena vitória. Ou seja, representa um passo à frente em nossa jornada.

Autoestima: entenda.

A autoestima também é algo que se constrói. Ela começa a ser construída quando os pais valorizam os filhos, levando em conta suas opiniões e sentimentos, dando-lhes atenção, independentemente de suas notas escolares e de seu comportamento, evidenciando, dessa forma, que os amam e os valorizam. Pais que incentivam seus filhos a descreverem como se sentem, os ajudam a se conhecer e a construir sua autoimagem.

É importante que prestemos atenção aos nossos próprios sentimentos e que esse seja o principal critério de nossas escolhas. Quando passamos a nos perguntar e nos importar sobre como estamos nos sentindo, ou quando somos sensíveis ao que há em nosso interior, temos mais chances de optar por coisas que nos façam bem e que contribuam para que nossa autoestima permaneça elevada.


Elidio Almeida
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