Terapia Individual para Adolescentes e Adultos - Elídio Almeida

Terapia Individual para Adolescentes e Adultos

 
 
Lidar com alguns problemas, tomar decisões, conhecer melhor a si mesmo ou desenvolver algumas habilidades comportametais. Esses e outros motivos levam as pessoas a buscar a Terapia Individual. Mas não é apenas isso.

Por meio da compreensão das dificuldades enfrentadas em determinadas situações, a psicoterapia comportamental auxilia na reorganização fundamental da dos comportamentos. Tudo isso, utilizando métodos para entender o histórico de vida e trajetória da pessoa. Todas aquelas pessoas que costumam enfrentar dificuldades para lidar sozinhas com os problemas se surpreendem com a psicoterapia individual. Isso não ocorre com a ajuda de um profissional qualificado.

A terapia individual é um investimento altamente importante para aquelas pessoas que estão enfrenando problemas em suas vidas. Muitas delas já tentaram quase tudo para superar as dificuldades, mas não conseguem encontrar soluções ou formas novas de lidar com os problemas. Isso não ocorre com a ajuda de um profissional qualificado.

Em casos assim, o auxílio de um psicólogo pode fazer muita diferença.

 
Com a ajuda do psicólogo, é possível ter uma percepção diferente dos episódios e contextos vivenciados. Assim, as dificuldades são compreendidas a partir de novos prismas. Tudo isso favorece a adoção de melhores atitudes e a obtenção de resultados mais favoráveis.

Durante a terapia individual, vários aspectos da vida são abordados. Expressar emoções e sentimentos de formas mais adequadas, compreender as maneiras de superar traumas, lidar com quadros de ansiedade e tensão, assim como obter sucesso nos relacionamentos amorosos, sociais, familiares e profissionais.


Agende sua sessão inicial para conhecer melhor o serviço. Dessa forma você que por ventura ainda não conhece a psicoterapia individual, poderá fazer sua própria avaliação e tirar suas conclusões sobre o serviço do psicólogo.

 

Depoimentos

 
  • Anônima
    Quero deixar meu depoimento também. Um dia desse eu estava muito desesperada e não sabia mais o que fazer para manter meu relacionamento. Já tinha tentado muitas coisas e gastado muito dinheiro mas nao tive nenhum resultado. Uma amiga tinha me recomendado procurar um psicólogo e de repente comecei a procurar na internet e encontrei o blog do Elídio. Nunca acreditei muito nisso, mas resolvi arriscar. Marquei uma consulta e comecei meio tímida. Aos poucos comecei a falar cada vez mais sobre meus problemas e pouco a pouco Elídio me ajudou a ser mais confiante e assertiva em meu relacionamento. Hoje eu e meu namorado estamos bem, nosso namoro e nossa relação sexual está cada vez melhor e prazerosa. O melhor é que nao demorou tanto tempo quanto eu imaginava. Por isso quero dizer que recomendo a terapia de Elídio, ele é dinamico e nao fica so escuntando você sem fazer nada. Gostei muito e recomendo pra todo mundo. Parabéns Elídio, adorei sei trabalho e curto muito seu blog leio toda semana. Sucesso!
    Anônima
    ex-paciente
  • Fabiana Pinho
    Elidio é um profissional altamente competente que me ajudou num momento muito difícil do meu relacionamento. Adorei a forma dele trabalhar, pois me senti muito bem acolhida. Hoje já consigo enfrentar as dificuldades do relacionamento de forma tranqüila e sem sofrimento. Valeu muito a pena.
    Fabiana Pinho
    ex-paciente
  • Anônima
    Um dia desse eu estava muito desesperada e não sabia mais o que fazer para manter meu relacionamento. Já tinha tentado muitas coisas e gastado muito dinheiro mas nao tive nenhum resultado. Uma amiga tinha me recomendado procurar um psicólogo e de repente comecei a procurar na internet e encontrei o blog do Elídio. Nunca acreditei muito nisso, mas resolvi arriscar. Marquei uma consulta e comecei meio tímida. Aos poucos comecei a falar cada vez mais sobre meus problemas e pouco a pouco Elídio me ajudou a ser mais confiante e assertiva em meu relacionamento. Hoje eu e meu namorado estamos bem, nosso namoro e nossa relação sexual está cada vez melhor e prazerosa. Por isso que recomendo a terapia do Elídio.
    Anônima
    ex-paciente
  • Silvana e Cléber Marinho
    Dr. Elídio, hoje assistimos uma entrevista com o senhor na tv globo (que chique) e queremos lhe parabenizar pela segurança e clareza das informações. Para nós, que já fizemos terapia de casal com o senhor, sabemos de sua competência e ficamos muito feliz com seu sucesso. Esperemos que o senhor um dia seja conhecido como o melhor psicólogo da Bahia (pelo menos para nós já é). Saudades de sua ajuda, mas queremos dizer que estamos bem e bastante felizes. Obrigado.
    Silvana e Cléber Marinho
    ex-pacientes
  • Carlos e Roberta
    Dr. Elídio nos ajudou a compreender nossa relação e evitar nossa separação, mesmo após 02 anos de muitas crises, ciúmes e muitas brigas. Seremos eternamente gratos por ter ajudado a salvar nosso casamento. Que Deus lhe pague e abençoe sempre.
    Carlos e Roberta
    ex-pacientes
  • JeF
    Dr. Elidio, muito obrigado pela ajuda que deu a minha família, ajudando a mim e minha esposa a compreender melhor nosso casamento. Seremos eternamente gratos.
    JeF
    ex-clientes
  • L
    Dia desses eu estava procurando contato de um psicólogo pela internet e graças a Deus encontrei o site de Dr. Elidio. Eu estava enfrentando graves problemas no meu relacionamento e minha última tentativa de salvador meu casamento era procurar uma terapia de casal. Meu marido não gostou da idéia e comecei a fazer as sessões sozinhas e a partir daí comecei a entender que eu precisava mudar muitos dos meus comportamentos para manter meu casamento. Logo após algumas sessões meu marido percebeu algumas mudanças e passou a frequentar as sessões comigo. Estamos mudando muita coisa na nossa relação, mas também estamos progredindo bastante e nossa filha também tem mostrado mais felicidade. Obrigado Elidio, que Deus continue lhe iluminando.
    L
    ex-paciente
  • Lorena Pinho
    Elidio é um profissional altamente competente. Me ajudou num momento muito difícil do meu relacionamento. Adorei a forma dele trabalhar. Hoje já consigo enfrentar as dificuldades do relacionamento de forma tranqüila e sem sofrimento. Valeu muito a pena.
    Lorena Pinho
    ex-paciente
  • Fernando F.
    Elídio, muito obrigado por ter me feito enxergar que eu não precisava de me anular no relacionamento para ser feliz. “Não é tentando agradar sempre que se resolve os problemas”, essa frase marcou minha terapia. RECOMENDO SEUS SERVIÇOS PARA TODOS!
    Fernando F.
    Ex-paciente
  • Carlos e Roberta

    Dr. Elídio nos ajudou a compreender melhor nossa relação e evitar nossa separação, mesmo após 02 anos de muitas crises, ciúmes e muitas brigas. Seremos eternamente gratos por ter ajudado a salvar nosso casamento. Que Deus lhe pague e abençoe sempre. Recomendamos.

    Carlos e Roberta
    ex-clientes
 
 
 
 
 

Hoje vou escrever sobre briga de casal, pois comigo não tem essa de “em briga de marido e mulher ninguém mete a colher“. Existem casais que brigam por praticamente tudo. São crises de ciúmes, uma série de desconfianças, as diferenças entre si e, é claro, muita intolerância. Talvez você também já tenha se perguntado por que estes casais que brigam o tempo todo ainda permanecem juntos, mesmo com tantas diferenças e desentendimentos. Este texto vai lhe ajudar a compreender algumas perspectivas dessa questão.

terapia de casal psicólogo em salvador elídio almeida

Para compreender a razão destes casais permanecerem juntos, devemos tentar vislumbrar além das funções óbvias das brigas. Afinal, se continuam insistindo em uma relação aparentemente ruim e com tantas adversidades, é sinal que alguma coisa boa deve existir no relacionamento para valer o esforço. Vamos pensar sobre alguma delas?

Casal que briga permanece junto?

Quanto tentamos sair do óbvio da briga de casal, pensamos logo que “eles brigam, mas se amam ou se gostam”, não é mesmo? Isso, até poderia estar correto em alguns casos. Ou seja, o que vemos cotidianamente é apenas uma fração daquilo que o casal é, podendo sim existir um sentimento que conecte o casal fazendo com que permaneçam juntos mesmo com a frequência das brigas.

terapia de casal psicólogo em salvador

Casais assim sobrevivem por algum tempo, mas podem se cansar e se separar por conta das mágoas e desgaste da relação provocados pelos desentendimentos. Os estudos apontam que casais que vivem divididos entre o gostar e o odiar, já não conseguem ter controle emocional para equilibrar e conduzir a relação; por isso precisam de suporte profissional, especialmente da Terapia de Casal.

Nas brigas em um relacionamento, é importante lembrar que também existem os casos em que o casal já tenha se amado muito no passado. E, mesmo essa não sendo mais a realidade deles, insistem em permanecer juntos, acreditando que as brigas farão com que os áureos tempos retornem.

terapia de casal psicólogo em salvador elídio almeida

Por isso, durante a terapia de casal, sempre procuro compreender, junto a meus pacientes, o contexto da relação, o real sentimento de um pelo outro no momento e, claro, a função das brigas do casal. Embora a razão sempre varie de casal pra casal e de relacionamento para relacionamento, tenho percebido que existe um fator “compensador” nas brigas e discussões e, talvez por isso, muitos casais briguem tanto. Lógico que é difícil conceber que exista algo “compensador e legal” em brigar – por isso as aspas – mas nem sempre as pessoas notam que há um ganho secundário legítimo nas discussões e mesmo sem perceber, as pessoas são beneficiadas por este fator.

Pensar em “ganhos” presentes nas brigas do casal nos ajuda a compreender o contexto mais amplo desse comportamento. Lógico que a palavra ganho soa contraditória se pensarmos que a briga sempre traz um desentendimento para o casal; mas onde estaria o ganho? Talvez ajude se trocarmos a palavra ganho por consequências e isso pode se tornar ainda mais compreensivo se escalonarmos essas consequências.

terapia de casal psicólogo em salvador elídio almeida Bahia

Observe que a primeira consequência da briga é ruim (o desentendimento), mas a segunda ou terceira consequências podem ser muito boas ou compensar a primeira. É como trabalhar o mês todo, mas no final receber o salário e com ele adquirir várias coisas importantes e legais. Bem, mas quais seriam os ganhos secundários de uma briga?

Além da crença de retornar aos áureos tempos da relação, como disse acima, acredito que o principal ganho das brigas do casal é o fato de que, ao brigamos, conseguimos colocar para fora todos os nossos incômodos, nossas angústias e tudo aquilo que nos desagrada no relacionamento. Ou seja, expressar nossos sentimentos e emoções é algo que nos faz um bem enorme e é exatamente isso – dentre outros efeitos – que experimentamos quando brigamos com nosso parceiro ou parceira.

Em outras palavras, através das brigas e discussões comunicamos ao outro (ainda que inadequadamente) aquilo que está nos incomodando e, muitas vezes, essa comunicação é ouvida e atendida (outro ganho), fazendo com que a briga se instale no repertório do casal.

terapia de casal psicólogo em salvador relacionamento em crise

Briga de Casal

Algumas pessoas até conseguem perceber o ganho secundário de suas brigas nos relacionamentos, mas raramente conseguem perceber o “ganho” terciário. Como tratei acima, o benefício de expressar os sentimentos e emoções é apenas um dos ganhos. Durante as brigas obtemos outro tipo de consequência, algo como um efeito colateral pelo método que usamos para expressar os sentimentos e emoções.

Durante uma briga de casal as pessoas são agressivas, egoístas e usam a ofensa para comunicar aquilo que sentem. Com isso esquecem-se de que há outra pessoa recebendo tudo isso e, mesmo que haja amor e sentimento na relação, isso tende a ser diminuído a cada briga, chegando ao ponto de finalizar a relação, pois  ninguém consegue suportar o clima de briga por muito tempo em uma relação.

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Pensando nisso é que, sempre que possível, faço um treinamento em comportamento assertivo com meus pacientes. Ser assertivo auxilia você a desenvolver habilidades mais adequadas para expressar seus sentimentos e emoções, comunicando de forma direta e clara aquilo que você sente e percebe, sem agredir seu parceiro ou parceira, mantendo o foco no problema, buscando soluções acordadas entre as partes e privilegiando a relação.

Por isso, sugiro que você pare um pouco e pense nos “ganhos” que você tem obtido através da briga de casal, especialmente com a forma que tem usado para comunicar seus sentimentos e emoções. Lembre-se também que se você não conseguiu ter sucesso até agora, você pode estar fazendo alguma coisa errada e isso pode ser um sinalizador que chegou a hora de mudar a estratégia de lidar com as brigas de casal e os problemas do relacionamento, evitando as brigas do casamento.


Elidio Almeida
Psicólogo | CRP 03/6773
Salvador - Bahia
elidio@elidioalmeida.com
(71) 98842-7744


Anorgasmia é o nome dado à ausência do orgasmo feminino na relação sexual. Sua principal característica é a inibição do orgasmo, podendo estar relacionada a fatores biológicos e/ou psicológicos, atingindo basicamente três perfis:

1) quando a mulher nunca atingiu o orgasmo;

2) quando acontece em determinadas situações 

3) total, quando nenhum estímulo é capaz de fazer a mulher chegar ao orgasmo.

Em todos os casos, ela pode vivenciar as outras fases do ato sexual, como o desejo e a excitação, porém sente um bloqueio no momento do clímax.

anorgasmia terapia de casal psicólogo em salvador

O que causa a anorgasmia?

A anorgasmia têm diversas origens. Dentre os fatores que levam a tal quadro, destacam-se, de forma praticamente integral, os aspectos psicossociais que vão desde abuso ou violência sexual durante a infância até a falta de conhecimento do próprio corpo. A questão orgânica tem menor relevância. Segundo pesquisas, contemplam apenas 5% dos casos.

Os fatores psicossociais mais frequentes são: falsas crendices, falta de informação, tabus, religião, regras e autorregras que supervalorizam a sexualidade e o desempenho sexual, medos, experiências traumáticas, falta de intimidade com o próprio corpo e/ou com o parceiro, inexperiência, culpa, ansiedade, depressão, tensão corporal, educação sexual rígida e inadequada, desinteresse, insatisfação corporal, baixa autoestima, excesso de contenção, estresse cotidiano e a rotina no relacionamento, dentre outros fatores.

As causas orgânicas podem estar relacionadas com doenças de outras categorias, má-formação congênita (que pode impedir o acesso ao clitóris), hipertrofia dos pequenos lábios (que pode encobrir o acesso à vagina), desníveis hormonais, além do uso imoderado de álcool, drogas psicoativas, dentre outras.

anorgasmia psicólogo em salvador elidio almeida

Tratamento para anorgasmia:

O tratamento para a anorgasmia varia de acordo com cada caso, mas, basicamente é feito através da psicoterapia que cria condições para que a pessoa se conheça mais, aumentando a autoestima e segurança, facilitando a comunicação entre o casal.

O enfoque principal é combater a ansiedade existente, desmistificando falsas crenças e trabalhando os aspectos psicológicos que não permitem um completo funcionamento corporal.

No tratamento, propõe-se que a mulher desenvolva ferramentas psicológicas que contribuam para liberar emoções e/ou fantasias que podem estar bloqueando o orgasmo, possibilitando, assim, viver a espontaneidade de sentir prazer. Para tanto, a psicoterapia pode estar baseada numa terapia individual (mais frequente), terapia de casal ou, ainda, no conjunto dos dois processos.

A terapia individual cria condições para ampliar o autoconhecimento e possibilitar o prazer consigo mesma, a partir de um aprendizado sobre como é construído tal sintoma. Ou seja, o que esse quadro tem a contar sobre a pessoa, sobre a sua forma de funcionar na relação e com o meio. É na terapia, portanto, que se revê falsos conceitos e se fornece orientação, possibilitando novas perspectivas.

anorgasmia terapia de casal em salvador

A terapia de casal facilita a comunicação do relacionamento, além de mediar um conhecimento maior sobre o funcionamento da relação, ajudando a descobrir, entre outros fatores, de que forma o casal interage em sua vida cotidiana, e como isso se reflete na dinâmica sexual.

Embora seja menos comum, o homem também está sujeito ao mesmo problema e, basicamente, atravessa as mesmas causas e tratamento. Em todo caso, buscar ajuda profissional é sempre a melhor saída. 


Elidio Almeida
Psicólogo | CRP 03/6773
Salvador - Bahia
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No dia 10 de junho, o telejornal Bahia no Ar, programa da Rede Record – TV Itapoan, levou ao ar uma reportagem especial falando sobre o Dia dos Namorados.

Na ocasião, o psicólogo Elídio Almeida, foi entrevistado pelo repórter Gabriel Pinheiro e pela apresentadora Adriana Quadros. Elídio procurou dar um destaque especial ao ciúme – sua função, o que o mantém e como controlá-lo na relação. O ciúme é sempre um tema recorrente nas terapia de casais. O Dia dos Namorados mostrou-se oportuno para alertar os namorados para os perigos do ciúme no relacionamento.

O ciúme é o tempero do relacionamento?

Os apresentadores e alguns telespectadores perguntaram sobre a lenda de que o ciúme é o tempero do relacionamento. Elídio falou sobre esse mito, esclarecendo que, mesmo quando ele é visto como positivo, seu efeito em médio ou longo prazo pode ser sempre negativo, inclusive nas situações em que destaca a presença do(a) parceiro(a) na relação. Essa postura tende a favorecer os comportamentos de desconfiança, insegurança e instabilidade na relação.

O diálogo da psicologia com a população geral, através da televisão, é sempre interessante para discutir comportamentos como o ciúme, numa ocasião em que os relacionamentos estão em destaque, como é o caso do Dia dos Namorados. Vamos lembrar que ciúmes sempre trazem efeitos ruins para o casal. Por isso, vamos ficar atentos para driblar este vilão e construir relações mais saudáveis.

entrevista dia dos namorados Elidio Almeida Psicólogo em salvador terapeuta de casal

O ciúme se traduz em padrões comportamentais, como as buscas frenéticas de confirmações, questionamentos constantes, proibições, brigas, choros, chegando a ações agressivas e violentas, gerando dor, raiva, tristeza, medo e baixa autoestima; além de ocasionar reações físicas como taquicardia, falta de ar, excesso de salivação ou boca seca e aperto no peito. A manifestação de ciúme mais comum é dentro de um relacionamento afetivo-amoroso, seja entre namorados ou casados. Podemos observar o ciúme também entre irmãos, ciúme dos pais, professores, colegas de trabalho, amigos e até de objetos. Existem várias definições de ciúme, mas todas têm comum 3 elementos:

1) Ser uma reação a uma ameaça percebida;

2) Existência de um rival real ou imaginário;

3) A reação visa eliminar os riscos da perda do objeto amado.

Feliz Dia dos Namorados para todos!


Elidio Almeida
Psicólogo | CRP 03/6773
Salvador - Bahia
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Hoje, recebi a indicação de um amigo pra ver e avaliar um vídeo que vem fazendo muito sucesso na internet e me estimulou a falar sobre preconceito aqui no blog. No vídeo, o jovem John Lennon da Silva enfrenta o preconceito, apresenta sua arte com humildade e espontaneidade, e nos traz um grande aprendizado sobre preconceito. Veja:

Esplendoroso! Desde já, meus parabéns John Lennon da Silva!!!

Vamos pensar um pouco sobre o que acabamos de assistir?

O jovem John Lennon da Silva, filho de uma beatleamaníaca, natural de Goiânia, mora num bairro operário da zona leste paulistana, onde divide uma casa simples, de apenas três cômodos, com cinco parentes. John tem 21 anos e nas horas vagas, integra o Amazing Break, grupo amador especializado em street dance (ou dança de rua).

Sem nenhuma formação em dança, John releu a famosa obra “a morte do cisne” sob o viés do popping – estilo da street dance caracterizado por movimentos que ora lembram os movimentos de um robô, ora o das ondas. Fã ardoroso do poeta português Fernando Pessoa, o garoto também gosta de Beethoven e Chopin. (fonte)

preconceito john lennon da silva psicólogo em salvador terapia de casal

No vídeo, fruto do programa “Se Ela Dança, Eu Danço”, do SBT; logo no início o jovem enfrenta a ironia dos jurados pelo fato de possuir o mesmo nome do famoso Beatle.

Não suficiente, com a infeliz recepção ao rapaz, o júri do programa dispara contra o John Lennon, sugerindo que sua vestimenta não é adequada, e questiona: “qual é a ideia disso?”, referindo-se a sua roupa.

Muito habilmente, o jovem destaca que a roupa deveria ser o menos importante naquela situação e que o que ele queria mesmo mostrar era sua dança (teoricamente a proposta do programa). Mais adiante, o júri questiona ao rapaz sobre o conhecimento da versão original do seu número, com ares de quem duvida que alguém como ele pudesse ousar daquela forma. Não se deixando abalar por tudo isso, John Lennon da Silva faz uma excelente apresentação e arrancou elogios aparentemente espontâneos dos jurados.

Versão original de “A morte do cisne”, interpretada pela bailarina Anna Pavlova, 1925.

Preconceito velado:

Considero os elogios dos jurados pouco verídicos, principalmente por duas pistas dadas logo após a apresentação de John; quando um deles pergunta: “qual é a sua idade?” e “QUEM É O COREÓGRAFO?”.  Como se dissessem que mesmo tendo gostado do resultado, o rapaz não seria capaz de fazer aquilo sozinho.

É nítido como eles mudaram sua postura após a apresentação, mas todo o preconceito inicial continuou imperando em cena e o que passou a ser elogiado, certamente, foi o que eles, os soberanos jurados, consideram belo e não enxergaram que o que acabaram de ver foi a versatilidade de uma expressão cultural como bem disse o John – “cotidiana” – e marginalizada pela sociedade hipócrita e hostil.

O vídeo da apresentação de John mostra claramente como vários comportamentos da nossa sociedade estão repletos de preconceitos e discriminações, muitos deles travestidos de atos de comoção meramente artificial que escondem o pior da essência preconceituosa já internalizada.

preconceito john lennon da silva psicólogo em salvador elídio almeida

Elogiamos o que nos é belo, pouco contextualizando a partir das referências e histórias trazidas por outros. Para muitos, certamente, a apresentação de John Lennon da Silva foi esplendorosa, mas será que teriam a mesma opinião se o vissem fazendo a mesma dança ao som de um Hip Hop, Funk ou um Rap?

Pois é, o que vimos nada mais é do o popping, a mesma dança que a hipocrisia da nossa sociedade marginaliza, discrimina e ignora; só que, desta vez, com um fundo musical diferente, mais coerente com o que alguns pensam que é melhor, quando deveria ser apenas diferente, cada um com sua beleza característica.

Lamentável toda a postura dos semi-deuses naquela bancada, mas ao menos podemos perceber que o John Lennon da Silva, não foi atingido por toda agressividade lançada contra ele.

preconceito john lennon da silva psicólogo em salvador terapia

Como já falei aqui no blog, a ironia é um comportamento agressivo, onde o emissor subestima seu interlocutor para, de forma sutil, tentar ridicularizá-lo ou diminui-lo. Além das falas, as expressões faciais e, principalmente, a intenção dos jurados, tudo sinaliza bastante a agressividade  e preconceito em vários momentos da apresentação do John.

Acontecimentos deste tipo ocorrem a cada instante e nos mais variados ambientes: programas de tv, empresas, escolas, faculdades, entre amigos, entre familiares… e mesmo que a vítima de toda essa agressividade não seja instantaneamente atingida, esse comportamento não deve ser valorizado em nossa sociedade, pois muitas pessoas sofrem com isso.

É extremamente importante que as pessoas sejam respeitadas por suas escolhas, preferências, estilos, aparência… e que uma posição diferente não seja argumento para humilhar ou diminuir as outras pessoas.

preconceito john lennon da silva psicólogo em salvador bahia

Assim como John, muitas pessoas passam por situações tão humilhantes quanto, mas infelizmente nem todas possuem percepção ou maturidade psíquica para enfrentar e sair dessas situações ilesas. Por isso, precisam de ajuda para construir as ferramentas adequadas para isso e a psicoterapia comportamental pode ser um excelente recurso para isso.

Parabéns, John Lennon da Silva! Parabéns pela espontaneidade, pelas habilidades e por ter dançado na cara do preconceito! Espero que a arte seja sempre reconhecida e valorizada independentemente de como ela pareça ser.


Elidio Almeida
Psicólogo | CRP 03/6773
Salvador - Bahia
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Usuário, viciado ou dependente? Desde a primeira semana de janeiro de 2012, Salvador e outras cidades da Bahia foram tomadas pela nova campanha contra o uso de drogas promovida pelo governo do Estado. As peças publicitárias espalhadas pelas cidades, em várias mídias, como outdoors, TV, rádio e cartazes, trazem artistas e personalidades baianas que se colocam na condição de dependentes, usuários ou viciados. Porém, ao contrário da associação comumente relacionada a estas palavras, nenhum deles depende das drogas, mas sim de ALEGRIA, SUCESSO, CARNAVAL, DENDÊ, VITÓRIAS, PAGODE, MÚSICA…

dependente de drogas psicólogo em salvador

Bem melhor que a campanha passada (2011), severamente criticada e retirada de circulação, onde o slogan da dizia: “Crack é cadeia ou caixão”. O governo parece ter aprendido que não é com meios coercitivos que se aborda a questão da dependência.

crack_cadeia_bahia_ psicólogo em salvador

Pensar em “Cadeia ou Caixão” é desconsiderar que drogas – seja na condição de usuário, viciado ou dependente – é um problema de saúde. E muito mais eficaz que a coerção, são outras alternativas que devem ser pensadas, a exemplo da informação e do tratamento. Ainda assim, a campanha de 2012 merece uma reflexão.

Usuário, viciado ou dependente?

A campanha foi bastante impactante. Começou com um teaser que foi veiculado em placas de outdoor que traziam apenas a imagem dos artistas e personalidade acompanhados das palavras: “usuário, viciado ou dependente”. Depois de uma semana, a segunda etapa, revelou-se tratar de usuários, viciados e dependentes de: carnaval, livros, vitórias, alegria, dendê, pagode… O sucesso foi tamanho que provocou nas redes sociais paródias em relação a políticos e congêneres.

Mas a pergunta que não quer calar é: “Existe algum tipo de vício ou dependência que não seja maligno?”

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a dependência é uma doença. Doença é a perda total ou parcial da capacidade de escolha em algum aspecto humano. Neste sentido, podemos dizer que o dependente (assim como o usuário ou o viciado) é escravo dos seus desejos e pensa que não é possível viver sem tais estímulos.  A sociedade Americana de Medicina de Adicção define a dependência como uma doença crônica, primária, cujo desenvolvimento e manifestação são influenciados por fatores genéticos, psicossociais e ambientais. A doença é frequentemente progressiva, caracterizada por contínua e periódica perda de controle.

dependente-quimico tratapemtno psicólogo em salvador

Sendo assim, seria correto considerar que quando uma pessoa que é dependente de CARNAVAL, VITÓRIAS, PAGODE… também não tem controle sobre seus desejos? Creio que sim. Não ter controle sobre seus comportamentos é considerado pela psicologia como compulsão. Ou seja, são comportamentos que, a priori, trazem algum tipo de satisfação ou prazer e são guiados pelas obsessões ou pensamentos. Mas, dada a repetição e a perda do controle sobre a ação, a pessoa não pensa ou visualiza as consequências dos comportamentos. E a busca pela satisfação do vício ou da dependência torna-se tão imperativa que a pessoa perde o controle. No início, essas pessoas são guiadas pelo prazer do comportamento. Com o tempo, porém, o que era apenas prazeroso torna-se uma obrigação.

Por isso, parece que a campanha publicitária do Governo do Estado propõe a troca de seis por meia dúzia. Coloca aspectos usuais do cotidiano de muitas pessoas na mesma categoria que o crack, a cocaína, o cigarro, o álcool… Se todos esses estímulos podem tornar uma pessoa viciada ou dependente, certamente ela pode fazer tudo para satisfazer tais dependências e vícios, inclusive coisas ilícitas. O erro da campanha é, inconscientemente, desviar o foco de uma dependência ilícita e focar noutra que em médio ou longo prazo pode trazer os mesmos transtornos, só que mais sutis e socialmente aceitos e valorizados.

DEPENDENTE psicólogo em salvador elidio almeida tratamento

Parece que um dos grandes temores das pessoas que convivem com viciados em drogas, sobretudo na família, é que essa pessoa possa chegar ao ponto de atentar contra si e contra outras pessoas para sustentar seu vício. Ou até mesmo negligenciar sua própria vida para manter a dependência. Mas o que dizer de comportamentos como: roubar dinheiro dos pais para comprar o mais novo CD de sua banda favorita?

Seria um vício que poderia ser comparado com um roubo dessa categoria para comprar um cigarro de maconha? Certamente, você deve estar pensando que não, mas e quais seriam as consequências disso a longo prazo? E economizar ou até mesmo deixar de se alimentar para comprar o abadá de um bloco famoso do carnaval do qual a pessoa é dependente? O que uma pessoa é capaz de fazer para atender seus desejos? Será que esses comportamentos não seriam semelhantes aos de pessoas usuárias, viciadas ou dependentes de drogas? Há algo saudável nisso?


Elidio Almeida
Psicólogo | CRP 03/6773
Salvador - Bahia
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Terminar um relacionamento, seja ele um casamento ou um namoro, não é uma tarefa fácil. Por mais doloroso que seja perceber que a relação não faz mais sentido, comunicar a decisão de terminar ao seu parceiro ou parceira  é ainda pior. Não por acaso, esse é um questionamento muito frequente dos meus pacientes: qual a melhor maneira para terminar um relacionamento?

Qual a melhor maneira para terminar um relacionamento? psicólogo em salvador especialista em terapia de casal

Depois de muito sofrimento e tentativas de salvar o casamento ou namoro, ao menos um dos pares conclui que a melhor opção é terminar. Ao atingir esse ponto, as pessoas ficam propensas a seguir dois caminhos preocupantes.

O primeiro deles é procrastinar ainda mais a situação. Mesmo sofrendo e cientes dos fracassos nas várias tentativas de reconciliação e superação, muitas pessoas preferem acreditar que uma mágica irá acontecer. Elas creem que repentinamente algo acontecerá e salvará aquele casamento. Pessoas que agem dessa forma – especialmente num momento de crise, desilusão ou constatação de incompatibilidade amorosa – tendem a cometer os mesmos erros do passado. Ao repetir atitudes e comportamentos, elas sofrem mais e criam um cenário ainda mais drástico para o fim da relação.

O segundo caminho mais comum adotado num momento de término é simplesmente comunicar à outra pessoa que a relação está acabada. Não aguento mais. Está tudo acabado entre a gente, é o que dizem. Essa é pior forma de terminar uma relação. Ainda que os dois já estivessem conscientes da infelicidade vivida pelo casal naquele momento, a decisão foi tomada unilateralmente. Em casos assim, um decide sozinho e o outro apenas é comunicado. Isso, é ultrajante. É completamente injusto e só traz mais sofrimento para todos.

amores-acabados Qual a melhor maneira para terminar um relacionamento? psicólogo em salvador especialista em terapia de casal

Como terminar um relacionamento?

Se o término for realmente o único caminho, existe uma forma mais adequada de se fazer isso. A proposta nesse momento é usar o mesmo modelo geralmente utilizado para se iniciar uma relação: o combinado.

Combinar é algo que o casal precisa fazer até mesmo num momento de separação. Isso significa dizer que, se foi feito um acordo para dar início àquele relacionamento, essa mesma atitude deve ser usada na ocasião do fim. É isso que se espera de pessoas maduras e responsáveis, ainda que o clima seja completamente inverso ao do início.

Ao iniciarem um relacionamento, pessoas maduras e responsáveis falam o que estão sentindo, procuram saber se a outra pessoa sente o mesmo ou algo equivalente e decidem [JUNTAS] dar início ou avançar na relação. A ideia é que isso se repita ao terminar um relacionamento. Expressar os sentimentos e procurar saber o que a outra pessoa sente ou pensa nesse momentos é fundamental. Isso contribui para novamente juntas decidirem sobre o destino daquela relação.

Lógico que fazer isso não é uma tarefa fácil. Por isso, é recomendado que o casal procure ajuda profissional para intermediar esses diálogos. Afinal, num clima ruim, o casal não consegue desenvolver uma conversa franca, expressando adequadamente todos os sentimentos e emoções.

Qual a melhor maneira para terminar um relacionamento? psicólogo em salvador especialista em terapia de casal divórcio

Toda relação precisa terminar?

Não. No entanto, muitas relações ficam sem alternativa, em virtude de as pessoas envolvidas acumularem problemas e tentarem postergar, melhorar ou resolver os conflitos do relacionamento de forma inadequada.

Talvez você não saiba, mas apenas uma pequena parcela dos relacionamentos acabam depois de passarem por uma terapia de casal. Isso nos leva a pensar que muitas relações teriam grandes chances de sucesso se tivessem recorrido a ajuda antes dessas decisões de término abrupto. Inclusive aquelas que optaram pelo caminho da procrastinação ou foram surpreendidas com um comunicado abrupto de término.

Por essa e por outras razões, é sempre fundamental que o casal procure auxílio profissional logo nos primeiros sinais de dificuldades. Investir numa terapia pode garantir que aquela ferida seja estancada ainda quando pequena, bem como que a relação seja ajustada para ter qualidade e vida longa.

Antes de pensar em terminar um relacionamento, pense um pouco na forma como conduzirá isso. Também lembre-se de que a relação não precisa estar por um fio para buscar a terapia de casal.


Elidio Almeida
Psicólogo | CRP 03/6773
Salvador - Bahia
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Trânsito – Dia desses, percebi a imagem acima circulando pelas redes sociais e, a partir de então, passei a reparar com mais afinco esse comportamento que ocorre dia a dia, no trânsito da maioria das cidades brasileiras.

Muito mais que uma manobra para subversão às regras de trânsito, tal atitude revela não somente características comportamentais das personagens dessa tragédia, como também configura um grande problema da nossa sociedade: o egocentrismo.

Enfrentar o trânsito nas grandes cidades não tem sido uma tarefa fácil e muitas vezes o tempo gasto nos engarrafamentos é o responsável pelos atrasos aos compromissos, menos tempo com a família, menos tempo para os negócios, estudos… menos tempo para viver.

A impressão geral é que todos estão sempre atrasados e, mais ainda, que a urgência de cada um é maior que a do outro.

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A partir da cena verificada na imagem-questão deste post, podemos imaginar quanto tempo cada um dos motoristas que estariam na fila correta aguardaria até sua vez para seguir seu trajeto; além da incômoda sensação de literalmente ser passado para trás por outro motorista que tenta levar vantagem na situação.

Embora, teoricamente, todos sejam unânimes em apontar o seguimento da regra como a mais adequada para esta situação, sabemos que o respeito no trânsito tem sido cada vez menos praticado e as tentativas para burlar regras e limites têm ganhado cada vez mais espaço.

Mas o que pode levar uma pessoa a ter tais comportamentos, mesmo sabendo que está ferindo regras de trânsito, o direito e espaço alheio?

Para responder esta questão, teríamos muitas possibilidades que iriam desde uma real necessidade de urgência até a total e egocêntrica crença de que cada pessoa pode criar sua própria lei, ao seu bel prazer, para atender exclusivamente suas necessidades.

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Agir com egocentrismo é agir de forma a priorizar exclusivamente a si (seus desejos, pensamentos e necessidades), construindo e mergulhando cada vez mais numa fantasia que atende exclusivamente as regras de quem as constrói, não enxergando a realidade e a importância da vida social, muito menos a necessidade das outras pessoas.

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A questão é que ninguém nasce egocêntrico, mas como o resultado desse egocentrismo traz (teoricamente) consequências positivas para quem o pratica; este comportamento é cada vez mais repetido, não somente no trânsito, mas em qualquer situação, ou seja, quando o motorista fura o trânsito, corta a fila, trafega em via exclusiva e tanto outros malabarismos praticados no trânsito; ele é imediatamente “beneficiado”, pois consegue chegar mais rápido ao seu destino (ainda que de forma muito mais perigosa) e, no geral, esse motorista tem a conivência da falta de fiscalização e a anuência dos demais motoristas que permitem ou facilitam a passagem dos mais apressados.

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Como se instala o caos no trânsito

A partir daí, se instala uma situação que se agrava a cada dia, tornando o trânsito e todas as conivências e interações sociais um verdadeiro caos. De um lado, temos os motoristas infratores que nitidamente se beneficiam com a ação e do outro temos os órgãos reguladores e os demais motoristas que dão as condições para que o desrespeito aconteça.

Não obstante, os motoristas que são desrespeitados, via de regra, em algum momento oscilam entre a revolta de ser literalmente passado para traz e a certeza de que já fez, faz ou um dia faria as mesmas manobras que seu algoz, para obter as mesmas “vantagens”.

Por tudo isso, devemos considerar que estamos todos sujeitos às mesmas leis e desejamos sempre obter gratificações pelos nossos atos.

Um grande erro que cometemos, é que visamos sempre ganhos individuais, de forma egocêntrica. Com isso estamos transformando nosso habitat um lugar insuportável, caótico, totalmente insalubre.

Acredito que já está na hora de termos comportamentos diferentes ou então teremos os mesmos resultados de sempre (cada dia mais agravados).

Ser egocêntrico pode até dar certo agora, mas vale lembrar que somos seres SOCIAIS!


Elidio Almeida
Psicólogo | CRP 03/6773
Salvador - Bahia
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O perigo de reagir a assaltos. No dia 16 de setembro de 2014, foi ao ar, no telejornal Band Cidade, no canal Band Bahia, uma matéria falando sobre os perigos de reagir a assaltos. Para a construção da matéria, a equipe da Band esteve em meu consultório para colher minha participação.

Durante a entrevista, procurei destacar dois pontos. Primeiro, levar para as pessoas um entendimento das razões que podem levar alguém a “reagir” em uma situação de assalto. Em seguida, destaquei como ocorrem os traumas e a importância de sabermos identificar as situações de risco para agirmos adequadamente e preventivamente.

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Os riscos de reagir a assalto.

Constantemente, ouvimos e somos ensinados que nunca devemos reagir a um assalto. Porém, muitas vezes, temos notícias de casos em que as pessoas reagiram e o resultado não foi nada bom. Mesmo sabendo que não se deve reagir a assalto, há várias razões que levam uma pessoa a isso durante uma abordagem. Porém, um desses motivos é pouco destacado nessas situações. É o comportamento reflexo ou comportamento inato.

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O comportamento reflexo ou instintivo é aquele que faz parte da bagagem filogenética (história de vida da humanidade), no qual temos um padrão comportamental próprio para reagir em situações específicas, como início da interação do indivíduo com o ambiente, sua adaptação, sobrevivência e reações diante de situações de perigo. Ou seja, é inerente ao nosso organismo o comportamento de defesa e isso supera, inclusive, nossas aprendizagem mais racionais.

Nesse sentido é que as pessoas, principalmente algumas da mídia que divulgam as notícias sobre reações a assaltos, precisam considerar que mais do que um ato impensado ou irresponsável com a própria vida/segurança, aquilo que chamamos de “reação a assalto” pode ser um ato reflexo. Uma reação à mudança do ambiente ou presença de um sinal de perigo; algo da mesma categoria da resposta que emitimos quando levamos um susto trivial.

Isso significa que são respostas do organismo. E mesmo que tenhamos orientações e aprendizados para não nos comportarmos assim, a bagagem filogenética tende a “falar” mais alto nessas horas.

A ameaça de um assalto, por exemplo, é uma mudança brusca no ambiente e por isso as pessoas apresentam respostas reflexas a essa alteração. Isso é comum a todos os organismos, humanos e não-humanos.

Na matéria, falei sobre os riscos desse comportamento e porque, mesmo com a orientações e recomendações da autoridades em segurança, as pessoas, muitas vezes, terminam reagindo.  Confira no vídeo abaixo:


Elidio Almeida
Psicólogo | CRP 03/6773
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