Arquivos Impotencia Sexual - Elídio Almeida

Impotencia Sexual

Impotência Sexual – O clima está quente, falta só a camisinha. De repente, bem naquela paradinha para colocar o preservativo, ocorre a perda da ereção e isso frustra a relação, especialmente para o homem, que se sente envergonhado e impotente, mesmo que sua parceira não o responsabilize pelo insucesso.

Você já passou por isso? Pois é, acontece mesmo. Essa é uma queixa muito comum entre os homens que buscam tratamento com psicólogos e neurologistas para tratar a questão. Mas isso não é desculpa para abrir mão da camisinha na hora do sexo, não é verdade?!

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A culpa não é da camisinha

Quase sempre, a camisinha não é a fonte do problema. Na maioria dos casos, essa perda de ereção é psicológica. Os próprios urologistas afirmam que o preservativo não corta circulação. Na maioria dos casos, isso não passa de mito.

O que ocorre é que a pausa para vestir a camisinha permite que o homem dê vazão aos sentimentos de ansiedade e insegurança, o que pode afetar a ereção. Falta de intimidade e de experiência, expectativa elevada e imaturidade também podem ser algumas das causas do problema. Nesses casos, a psicoterapia pode ajudar bastante.

Homens mais velhos, que nunca tiveram o hábito de usar a proteção, ou mesmo os menos experientes, têm dificuldade em usar a camisinha. Daí, eles criam ou alimentam a ideia de que a camisinha atrapalha e então criam desculpas para evitá-la.

Sobre a história que a camisinha aperta a ponto de cortar a circulação, os médicos dizem que é lenda. Porém, se essa for a questão, usar uma camisinha de tamanho maior resolve.

Ou seja, às vezes, o cara não tem uma ereção tão boa ou tem menor sensibilidade, o que dificulta a colocação da camisinha e ele acha mais fácil atribuir isso ao preservativo. Em todos os casos, consultar um urologista é fundamental para afastar causas físico-orgânicas.

Impotência sexual e o treinamento de camisinha

Certo, a camisinha não é a culpada pelas “brochadas” e muitos homens acham que têm impotência sexual. Mas como resolver o problema?

A recomendação, a priori, é ter calma. Não adianta forçar uma situação, pois isso tende a gerar mais ansiedade, pressão e culpa. Uma dica que costumo sempre passar para meus pacientes é tentar conversar com sua parceira ou parceiro sobre seus medos, anseios e dificuldades. Jogar limpo deixa o casal mais cúmplice e mais íntimo para lidar com essa questão que interessa a ambos.

Também é importante que se crie uma intimidade com a camisinha. Masturbar-se sozinho ou com auxílio da outra pessoa pode ajudar a tornar o preservativo menos aversivo e naturalizá-lo no sexo do casal. Vale lembrar que a camisinha é o único método seguro contra as DST’s – Doenças Sexualmente Transmissíveis.

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Único método seguro contra doenças

Muita gente não está usando mais camisinha, especialmente para as relações ocasionais, o que é um absurdo. Não por acaso, os casos de infecção por HIV tem aumentado cada vez mais em toda a população. Dados da ONU mostram que os casos de contaminação por HIV no nosso país aumentaram em 3% entre 2010 e 2016, enquanto no resto do mundo caíram em 11%.

Também não podemos esquecer de todas as outras DSTs, como a sífilis, que está em epidemia, e a gonorreia, que também está aumentando. A camisinha é o único método seguro que existe para a prevenção de doenças. Como são doenças invisíveis ou muitas vezes silenciosas, o uso da camisinha é fundamental.

Por isso, nunca se esqueça: a culpa pela perda de ereção não é do preservativo e é essencial insistir em usá-lo. Por isso, se você não está conseguindo lidar bem com a camisinha, procure ajuda qualificada, pois as causas podem ser físicas, mas também pode ter origem emocional ou psicológica e isso tem tratamento.

No post anterior, vimos que a impotência sexual é apenas um dos transtornos sexuais que pode surgir na vida do homem. Sua caracterização pode ir muito além da incapacidade de iniciar ou manter uma ereção durante a relação sexual, impedindo não só seu acontecimento e sua satisfação sexual, como também cumprindo a função de somatizar problemas vivenciados pelo homem ou problemas da relação.

Em outras palavras, essa incapacidade pode não restringir-se às dificuldades para ter ou manter ereções suficientemente rígidas para a penetração. Em muitos casos este comportamento falho do órgão sexual tem a função de comunicar – ou seja, é o sintoma – de alguma dificuldade psicológica ou emocional vivida pelo homem. Por isso, entendemos que os tratamentos mais adequados devem contemplar uma análise ampla sobre a questão, verificando influências biológicas, sociais e psíquicas.

No post de hoje apresentarei mais alguns detalhes sobre as causas da impotência sexual masculina e como este problema é a abordado no tratamento psicológico.

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Impotência sexual – Tratamento para disfunção erétil

A impotência sexual está relacionada a diversos fatores – físicos, psicológicos e sociais – e tratá-la envolve, obrigatoriamente, a descoberta de sua função.

Exatamente!

Ao contrário de muitos tratamentos oferecidos atualmente, descobrir a causa não é necessariamente sinônimo de encontrar solução para a impotência. É importante entendermos que a causa tem sim sua importância para o tratamento e deve ser considerada. Porém, o mais importante é descobrir a função, em “benefício” de que a impotência está acontecendo, qual está sendo seu objetivo, o que está mantendo este comportamento ou o que ele quer comunicar.

Acessar a função dá a oportunidade de trabalharmos efetivamente na raiz do problema e não no sintoma que é a falta de ereção. Por isso, todo tratamento deve iniciar-se com a averiguação das causas físico-orgânicas para eliminarmos as variáveis mais previsíveis e abrirmos caminho para investigação das questões subjetivas, emocionais e psicológicas.

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44% dos homens sofre de impotência sexual no Brasil

De acordo com os dados recentes divulgados pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), através de um estudo realizado em 22 cidades brasileiras, 44% dos homens do País convivem com a impotência sexual. Além disso, foi descoberto que 73% dos homens que sofrem deste problema não possuem causa orgânica, ou seja, 3/4 dos homens que sofrem com a impotência sexual não possuem problemas físicos e têm condições orgânicas-biológicas de terem e manter a ereção durante os comportamentos sexuais. Isso permite afirmar que 73% dos homens que sofrem de impotência sexual passam por essa questão por conta de problemas subjetivos, emocionais e psicológicos.

Tratamento da impotência sexual

Durante o tratamento, após inicialmente descartados os fatores causais de ordem física e após avaliação médica de um Urologista, passamos a investigar a presença de algum distúrbio psicológico ou problemas comportamentais e contextuais que estejam impactando psicologicamente a vida do paciente. Neste momento, passamos a investigar e compreender a rotina de vida do paciente, suas experiências e acontecimentos que possam estar relacionados ao problema.

Antigamente acreditava-se que apenas homens idosos passavam por esse problema. Na verdade, jovens entre 20 e 40 anos estão entre os maiores afetados por este problema. Um fator importante a ser destacado nesse contexto é que apenas o envelhecimento não constitui uma causa de impotência sexual e por esta razão, mesmo que o paciente que esteja passando por episódios de impotência sexual não seja um jovem, durante o tratamento até mesmo a qualidade de vida desta velhice deve ser analisada para compreendermos as funções da impotência sexual que por ventura esteja acontecendo nestas condições.

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Avaliação, intervenção e tratamento psicológico para a impotência sexual

Na terapia comportamental, este processo tem como primeiro objetivo determinar o diagnóstico da queixa apresentada, ou seja, é preciso denominar e descrever o problema trazido pelo cliente. Nesta etapa, procuramos acessar a raiz e o quem vem mantendo a impotência sexual vivida pelo paciente, com que frequência isto ocorre, sob que condições etc.

O segundo objetivo do processo de avaliação é formular as causas da queixa apresentada. Considerando-se a complexidade dos transtornos sexuais – como é o caso da impotência – e os diversos fatores que contribuem para o surgimento e a manutenção do transtorno. Essa formulação deve compreender os níveis biológico, psicológico e social – como apresentado anteriormente.

No processo de avaliação também se fornece algum feedback ao cliente, se estabelece um plano terapêutico e um parâmetro a partir do qual possamos avaliar a eficácia do tratamento. As informações coletadas no processo de avaliação são obtidas a partir de três fontes: a entrevista clínica, os questionários de auto-relato e os procedimentos psicofisiológicos (exames médicos).

A entrevista clínica é fundamental no processo de avaliação psicossocial. A partir dela é possível a obtenção de uma descrição geral de seu problema erétil, o levantamento de informações a respeito de sua história psicossocial e a obtenção de dados relevantes sobre outros aspectos importantes de sua vida, como, por exemplo, eventos estressores ocorridos anteriormente, os atuais e também os temidos para o futuro. Em síntese, esse modelo ocorre nas primeiras sessões e tem o objetivo fundamental de conhecer a história de vida do paciente para implementarmos um tratamento adequado para a questão. Por isso, é importante que o paciente tenha consciência de que algumas sessões serão necessárias até o surgimento das primeiras interventores e resultados.

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Numa altura ou outra da vida, a maioria dos homens têm algum episódio de impotência sexual erétil, mas, quando o problema se torna persistente e rotineiro e ocorre em quase 50% das tentativas de sexo, ou quando se transforma em uma grande preocupação para o homem ou para a(o) sua(seu) parceira(o), deve-se procurar ajuda e tratamento adequado. Muitas vezes trata-se de um transtorno erétil de ordem psicológica e requer um tratamento diferencial da impotência sexual erétil física. Como vimos anteriormente, as razões psicológicas são responsáveis por cerca de 73% dos casos de impotência sexual e insuficiência erétil. Na maioria das vezes é uma reação secundária a um fator psicológico principal.

Os principais fatores psicológicos relacionados à impotência sexual erétil são: o estresse e a ansiedade. Normalmente os casos de estresse estão relacionados às rotinas profissionais do trabalho, aos problemas financeiros-econômicos e, principalmente devido às discussões e problemas conjugais. A ansiedade também é outro fator presente nos casos de impotência sexual e transtornos sexuais.

Geralmente a ansiedade envolve os momentos em que a impotência sexual erétil acontece pela primeira vez e o homem passa a ficar muito preocupado com a possibilidade disto acontecer novamente. Esse pensamento dá origem ao que chamamos de “ansiedade de desempenho”, tal qual acontece com o medo.

Ajuda profissional 

O mais importante nessas situações é procurar ajuda especializada para a questão. Como homem e como profissional da área sei como culturalmente esse tema é constrangedor, como ele desencadeia uma série de dificuldades sociais e relacionais, especialmente, na vida amorosa, no convívio social, na autoestima e autoconfiança do homem.

Sei também como muitos homens procuram contornar o problema por conta própria e até encontram soluções provisórias para o caso. Porém, é fundamental enfrentar de uma vez por todas o problema para que, ao invés construir uma necessidade de recorrer sempre aos paliativos, tenhamos a segurança de que o problema foi enfrentado desde a sua raiz e erradicado da sua vida.

A impotência sexual masculina sempre demandou uma preocupação especial dentre as expressões comportamentais do homem. Para termos uma ideia dessa preocupação, já na época Renascentista, aproximadamente entre fins do século XIV e início do século XVII, o célebre mestre Leonardo da Vinci dissecava cadáveres de pessoas enforcadas para observar o funcionamento do pênis. Com isso, ele observou que o pênis endurecia quando se enchia de sangue e, a partir dessa observação, foi um dos pioneiros a compreender o mecanismo da ereção peniana.
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Naquela época, Da Vinci acreditava que o cérebro não participava do mecanismo da ereção, mas não tardou a perceber que estava enganado. Desde então, as pesquisas e estudos passaram a dar mais atenção aos aspectos emocionais envolvidos na “disfunção” erétil (mais a frente argumentarei sobre as aspas).

Nos últimos anos, no entanto, extensa variedade de estudos provocaram uma revolução nessa área, possibilitando melhor entendimento da fisiologia peniana, os aspectos emocionais envolvidos no comportamento desse órgão e, consequentemente, a descoberta de novos métodos para o tratamento da impotência sexual masculina e os outros transtornos sexuais.

Impotência sexual masculina: o que você precisa saber.

Como você já pode perceber, o tema é bastante amplo e demanda uma compreensão bem mais sistematizada. Por isso, antes mesmo de falar com mais ênfase sobre a impotência sexual masculina, suas causas, consequências e tratamentos, vou apresentar, neste post, os principais transtornos sexuais que acometem homens e mulheres, bem como a definição e a prevalência de cada um deles em nossa população.

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Em postagens futuras, trarei mais informações úteis sobre essas questões para você, especialmente sobre a impotência sexual masculina. Por hora, além dos principais transtornos, vamos compreender como devemos abordar temas tão complexos e delicados, que envolvem uma série de elementos morais, físico-orgânicos, sociais, culturais e até mesmo religiosos. Aqui, o método eleito para compreendermos essa questão será o Biopsicossocial.

Impotência sexual: uma compreensão biopsicossocial.

Segundo o modelo biopsicossocial, que é uma maneira de compreender o homem levando em consideração os fatores biológico, psicológico e o meio social no qual ele está inserido. Assim, devemos ter em vista, desde então, que qualquer intervenção a partir da perspectiva de apenas um dos fatores acima citados, geralmente fracassa, pois descaracteriza a origem – normalmente – multicausal da impotência, dos outros transtornos e seus elementos.

Por exemplo, é muito comum os homens acharem que um episódio de impotência sexual é sinal exclusivo de um problema físico-orgânico, quando, na grande maioria, esta falha está relacionada com uma característica emocional atrelada àquele momento. 

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Transtornos sexuais.

Você vai conhecer agora alguns dos transtornos sexuais, além da tão frequente, popular e temida impotência sexual. Você vai descobrir que existem muitas outras dificuldades enfrentadas por homens e mulheres na prática sexual. Fique atento às definições, características e a incidência de cada um deles. Talvez você descubra mais sobre situações que por ventura vem passando ou poderá adquirir informações para ajudar seu companheiro/companheira ou até outras pessoas do seu convívio.

Desejo sexual hipoativo:

Ocorre quando homens e mulheres possuem baixos níveis de comportamentos eróticos e poucas atividades sexuais. Os estudos científicos que procuram determinar a prevalência desse transtorno na população geral apontam que cerca de 16% dos homens apresentam baixo desejo sexual e por conta disso vivem uma vida quase assexuada. (Não encontrei a prevalência entre as mulheres).

Aversão ao sexo:

Pode ser compreendido como uma forma extremada de baixo desejo sexual visto acima. Neste transtorno, homens e mulheres possuem uma aversão – consciente ou inconsciente – em relação ao sexo e temem ou evitam todo – ou quase todo – contato sexual. Este comportamento normalmente está relacionado a traumas vividos pela pessoa.

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Transtorno orgásmico:

O transtorno orgásmico masculino diz respeito à demora – ocasional ou constante – e à ausência de orgasmo durante a estimulação sexual. Este transtorno é observado raramente na prática clínica, sendo o transtorno sexual masculino menos frequente, ocorrendo entre 4 e 10% dos homens que vão em busca de atendimento especializado. Nas mulheres, este transtorno é mais compreendido como anorgasmia.

Ejaculação precoce:

A ejaculação precoce refere-se à ejaculação com uma estimulação sexual mínima, a qual pode acontecer antes, no momento, logo após a penetração ou “antes do desejado” pelo homem. Este transtorno é frequente, sendo que 36 a 38% dos homens da população geral podem apresentar ejaculação precoce. Além disso, estudos constataram que esse transtorno aparece em 20% dos homens que procuram atendimento clínico especializado e muitas vezes está relacionado a comportamentos ansiogênicos.

Dispareunia:

A dispareunia é uma dor genital persistente ou recorrente durante a relação sexual e que não é causada exclusivamente pela falta de lubrificação. A prevalência desse transtorno nos homens é ainda desconhecida, porém é sabido que causa enormes problemas para quem tem ou convive com essa situação. 

Transtorno erétil masculino:

O transtorno erétil masculino, popularmente conhecido como impotência sexual, diz respeito à incapacidade – pontual ou persistente – do homem conseguir ter ou manter a ereção até a finalização da atividade sexual. Este transtorno apresenta grande importância clínica, pois os estudos apontam que ele afeta sistematicamente e de forma ampla a vida do homem acometido por essa situação; interferindo em sua vida profissional e pessoal, especialmente na sua relação amorosa, auto estima, segurança e sua vida sexual.

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Saiba mais:

Agora que você já conhece um pouco mais a variedade e algumas das características dos transtornos sexuais que acometem principalmente os homens, precisamos pensar a que estes transtornos estão relacionados – se a fatores biológicos, psicológicos e sociais; isoladamente ou se no conjunto biopsicossocial cumprem uma ou algumas funções na vida e nas atividades sexuais das pessoas.

Opa! Você deve estar se perguntando: Como assim um transtorno sexual cumpre uma função na minha vida?

Calma, já vou tentar explicar. Lembra que lá no primeiro parágrafo deste texto falei que iria argumentar sobre as aspas que coloquei na palavra “disfunção” quando me referi ao termo “disfunção” erétil?

Pois bem, o que muita gente não sabe é que muitos dos problemas enfrentados em função dos transtornos sexuais, são decorrentes de maus funcionamentos e arranjos inadequados na dinâmica biopsicossocial das pessoas. De forma sucinta, é como se pensássemos que quando há um desequilíbrio em um ou entre os elementos biopsicossocial em sua vida, o organismo procurasse um meio de comunicar, sinalizar ou pedir socorro e uma das formas disso ser feito é impedindo ou dificultando sua vida sexual. 

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Assim, em primeira instância, você pode achar estranho, mas é dessa forma que nosso organismo reage às mais variadas situações. Por exemplo, quando ficamos um longo período sem nos alimentar começamos a ter tremores no corpo, dores de cabeça, tonturas, visão turva, baixa concentração etc. E tudo isso parece cumprir a função de dizer que você precisa se alimentar.

Anteriormente, quando citei os experimentos e pesquisas de Da Vinci, falei que ele acreditava inicialmente que a impotência sexual era meramente uma ação sem a interferência do cérebro e, por outras palavras, sem interferência emocional. Com esse pensamento refutado, devemos – inclusive privilegiando o modelo biopsicossocial – considerar que quando um órgão ou comportamento sexual não funciona adequadamente, pode haver nessas situações uma deficiência orgânica, um problema psicológico ou um conflito social.

Por isso, muitos estudos têm questionado o termo “disfunção sexual“, pois tanto nos estudos, pesquisas, atendimentos clínicos e na observação cotidiana, vemos que quando o órgão sexual falha, ele está cumprindo uma função, a de sinalizar/comunicar que algo no indivíduo ou na relação não vai bem.

Como disse anteriormente, os transtornos sexuais – especialmente a impotência sexual masculina – são temas bastante amplos, complexos e que demandam uma compreensão bem mais sistematizada e com suporte profissional.

Em breve, publicarei mais posts sobre essa temática, falando sobre causas, consequências e tratamentos, para ajudar você a ter mais propriedade sobre o assunto. Mas lembre-se que a grande maioria destes transtornos tem cura e ajuda bastante quando é dado o tratamento adequado. Por isso, procure o profissional de sua confiança, apresente sua situação e seja mais feliz.

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