Arquivos Terapia de casal - Página 3 de 7 - Elídio Almeida

Terapia de casal

Terminar um relacionamento, seja ele um casamento ou um namoro, não é uma tarefa fácil. Por mais doloroso que seja perceber que a relação não faz mais sentido, comunicar a decisão de terminar ao seu parceiro ou parceira  é ainda pior. Não por acaso, esse é um questionamento muito frequente dos meus pacientes: qual a melhor maneira para terminar um relacionamento?

Qual a melhor maneira para terminar um relacionamento? psicólogo em salvador especialista em terapia de casal

Depois de muito sofrimento e tentativas de salvar o casamento ou namoro, ao menos um dos pares conclui que a melhor opção é terminar. Ao atingir esse ponto, as pessoas ficam propensas a seguir dois caminhos preocupantes.

O primeiro deles é procrastinar ainda mais a situação. Mesmo sofrendo e cientes dos fracassos nas várias tentativas de reconciliação e superação, muitas pessoas preferem acreditar que uma mágica irá acontecer. Elas creem que repentinamente algo acontecerá e salvará aquele casamento. Pessoas que agem dessa forma – especialmente num momento de crise, desilusão ou constatação de incompatibilidade amorosa – tendem a cometer os mesmos erros do passado. Ao repetir atitudes e comportamentos, elas sofrem mais e criam um cenário ainda mais drástico para o fim da relação.

O segundo caminho mais comum adotado num momento de término é simplesmente comunicar à outra pessoa que a relação está acabada. Não aguento mais. Está tudo acabado entre a gente, é o que dizem. Essa é pior forma de terminar uma relação. Ainda que os dois já estivessem conscientes da infelicidade vivida pelo casal naquele momento, a decisão foi tomada unilateralmente. Em casos assim, um decide sozinho e o outro apenas é comunicado. Isso, é ultrajante. É completamente injusto e só traz mais sofrimento para todos.

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Como terminar um relacionamento?

Se o término for realmente o único caminho, existe uma forma mais adequada de se fazer isso. A proposta nesse momento é usar o mesmo modelo geralmente utilizado para se iniciar uma relação: o combinado.

Combinar é algo que o casal precisa fazer até mesmo num momento de separação. Isso significa dizer que, se foi feito um acordo para dar início àquele relacionamento, essa mesma atitude deve ser usada na ocasião do fim. É isso que se espera de pessoas maduras e responsáveis, ainda que o clima seja completamente inverso ao do início.

Ao iniciarem um relacionamento, pessoas maduras e responsáveis falam o que estão sentindo, procuram saber se a outra pessoa sente o mesmo ou algo equivalente e decidem [JUNTAS] dar início ou avançar na relação. A ideia é que isso se repita ao terminar um relacionamento. Expressar os sentimentos e procurar saber o que a outra pessoa sente ou pensa nesse momentos é fundamental. Isso contribui para novamente juntas decidirem sobre o destino daquela relação.

Lógico que fazer isso não é uma tarefa fácil. Por isso, é recomendado que o casal procure ajuda profissional para intermediar esses diálogos. Afinal, num clima ruim, o casal não consegue desenvolver uma conversa franca, expressando adequadamente todos os sentimentos e emoções.

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Toda relação precisa terminar?

Não. No entanto, muitas relações ficam sem alternativa, em virtude de as pessoas envolvidas acumularem problemas e tentarem postergar, melhorar ou resolver os conflitos do relacionamento de forma inadequada.

Talvez você não saiba, mas apenas uma pequena parcela dos relacionamentos acabam depois de passarem por uma terapia de casal. Isso nos leva a pensar que muitas relações teriam grandes chances de sucesso se tivessem recorrido a ajuda antes dessas decisões de término abrupto. Inclusive aquelas que optaram pelo caminho da procrastinação ou foram surpreendidas com um comunicado abrupto de término.

Por essa e por outras razões, é sempre fundamental que o casal procure auxílio profissional logo nos primeiros sinais de dificuldades. Investir numa terapia pode garantir que aquela ferida seja estancada ainda quando pequena, bem como que a relação seja ajustada para ter qualidade e vida longa.

Antes de pensar em terminar um relacionamento, pense um pouco na forma como conduzirá isso. Também lembre-se de que a relação não precisa estar por um fio para buscar a terapia de casal.

A maioria das pessoas que estão em um relacionamento se sente insegura. O temor de perder o homem ou a mulher da sua vida é algo que faz com que as pessoas usem com intensidade a fantasia do ciúme. O objetivo é tentar controlar e prender o par a qualquer custo. Elas fazem isso durante todo o ano. Porém, é com a aproximação do carnaval que elas colocam na avenida o maior bloco do carnaval: o ciúme.

No carnaval, o ciúme sempre surge repleto de alegorias, máscaras, criatividade e milhares de foliões no mesmo ritmo dessa famigerada coreografia. Não há dúvida: do Norte ao Sul do Brasil, o ciúme é o maior bloco do carnaval.

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Por que o ciúme é o maior bloco do carnaval?

A explicação para isso é simples. Durante o ano, as pessoas ciumentas vivem a constante tensão de saber que seu parceiro ou parceira pode ser abordado ou se interessar por outra pessoa nas situações cotidianas. Por mais que elas relutem em aceitar, isso é a mais pura verdade.

Saber disso faz com que muitas pessoas entrem em crise.Por isso, buscam as mais diversas formas para tentar controlar as possíveis ameaças capazes de ampliar suas inseguranças. Elas chamam isso de cuidado ou ciúme.

A pessoa ciumenta entende que tem o dever de “proteger” o parceiro da investida alheia. Poucas vezes recorda que todos têm o livre arbítrio e motivações pessoais para aceitar ou recusar uma investida ou as possibilidades de traição. Por isso, o carnaval é visto pelos ciumentos como um catalizador para os fantasmas e ameaças que podem encerrar o relacionamento.

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A seguir, algumas justificativas para o carnaval representar um temor para os ciumentos:

    • Tradicionalmente, o carnaval é o momento em que as pessoas estão mais permissivas às fantasias.
    • A concentração de solteiros e solteiras é muito maior.
    • A bebida, as danças e a diminuição da censura deixam as pessoas mais soltas e com a libido muito mais aflorada.
    • Os corpos e os desejos ficam mais expostos.
  • E, para piorar, ainda tem aquela regra que diz: no carnaval tudo pode.

Pensar nessas situações faz com que muitos tremam na base.

Se eu fiz, todos vão fazer igual?

Os ciumentos que tanto receiam o carnaval não raramente tomam como base a própria história pessoal para projetar no outro o ciúme ou o medo da traição durante a festa de Momo. Certa feita, ouvi de uma pessoa o seguinte relato:

“Eu proibi ele de ir pro carnaval porque eu sei muito bem o que acontece lá. Nos meus carnavais, eu mesma já fiquei com homem casado, já dei em cima de muito homem, puxava e beijava. Qual é o homem que vai resistir a isso? Eu perdia a conta de quantos eu beijava e transava nos dias de carnaval. E não eram eles que me agarravam não. Eu que partia pra cima e pegava geral mesmo. Mas claro que eu era solteira e hoje somos casados. Carnaval não é lugar para homem casado. Ele tem que entender isso. A gente sabe muito bem que ainda tem um monte de piriguete na folia esperando para dar o bote no marido dos outros. Por isso que eu não quero que ele vá”.

Climão, claro! Muitas pessoas erram em suas análises e conclusões, justamente por entenderem que todo mundo agiria igual a elas nessas situações. Por isso, é sempre bom lembrar que as pessoas são diferentes.

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Cada pessoa tem seus motivos para se sentir insegura. A questão é que cada um igualmente tem seu motivo para gostar da folia e sua motivação pessoal para trair, pegar geral ou simplesmente recusar, por mais atirada que seja a paquera. Nem todo mundo vai para o carnaval apenas para a pegação.

Poucas pessoas conhecem a experiência de confiar no seu parceiro ou parceira. Quando confiamos, nossos parceiros podem estar no meio de um harém e isso não nos incomoda, pois conhecemos e confiamos nele. Isso independerá do comportamento dos outros. Muitas pessoas conhecem muito mais o comportamento dos concorrentes do que o perfil do namorado/marido, namorada/esposa.

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Quando o vínculo é forte, há conhecimento e confiança, o que faz com que compromisso e segurança sejam naturalmente estabelecidos. Por mais ameaçador que seja o contexto, passamos a entender que quando um não quer, dois não se beijam. Muito menos vão para a cama com o primeiro que aparece. Por isso, a dica para esse carnaval (e para todos os dias da vida do casal) é construir e investir na segurança.

Quem não sai no bloco da segurança, engrossa ainda mais o bloco do carnaval: o bloco dos ciumentos.

A Bahia é o estado do Nordeste em que mais acontece sexo nas confraternizações de fim de ano das empresas. Isso é o que afirma a Sexlog, maior site adulto de relacionamento da América Latina.

O portal realizou uma pesquisa entre os dias 15 e 20 de novembro deste ano e ouviu mais de 4 mil pessoas em todo o país. Os dados revelam que mais de um terço dos baianos já tiveram comportamentos sexuais nas festas de fim de ano das empresas em que trabalham. Muitos deles chegaram a ter relações sexuais com colegas nestas ocasiões.

Ocupando o quinto lugar no país e líder no Nordeste, a Bahia figura no ranking com maior número dos trabalhadores ouvidos admitindo que já fizeram sexo nas confraternizações de fim de ano das empresas. Além desses, outros baianos, ouvidos na pesquisa, admitiram que ficaram apenas nos amassos, beijos ou pegadas mais calientes.

Falando do Nordeste, a Bahia não é a única a ter destaque. No Rio Grande do Norte, por exemplo, 93% das pessoas que responderam à pesquisa afirmaram que a confraternização é uma ótima oportunidade para transar com alguém do ambiente de trabalho. Em nível nacional, os campeões dentre os que já transaram na festa da empresa são os estados do Pará 43%, Santa Catarina 41%, Mato Grosso, 40% e Distrito Federal 39%.

Bahia é o estado do Nordeste onde mais rola sexo nas confraternizações de fim de ano das empresas, diz pesquisa.

Flagra nas confraternizações de fim de ano das empresas

A pesquisa mostra que 52%, dos que têm comportamentos sexuais, não chegam a transar com colegas de trabalho durante as confraternizações de fim de ano. No entanto, 64% não transaram apenas por falta de oportunidade.  No geral, apenas 8% contaram que foram “pegos no flagra” por outros colegas da empresa. E, mesmo assim, revelaram que não se arrependem e que fariam tudo novamente, 99%.

Quais são os melhores lugares para fazer sexo nas confraternizações de fim de ano das empresas?

Não é em púbico. O clima certamente vai surgir na frente dos outros. Mas aí vem a  música, as danças, a bebida, os abraços, as trocas de olhares, os presentes… Somado a tudo isso, sabemos que algum interesse já pode ter rolado antes, no dia a dia… Porém o local favorito para colocar os desejos em prática é o estacionamento da empresa, com 40%. A oferta da carona é sem dúvida o atrativo mais utilizado.

O segundo local mais provável para a pegação são os banheiros da empresa, com 30%. Em seguida vem a própria sala de trabalho, preferida por 15%. Há ainda os que afirmam já ter transado na escada, 14% . Outros optam pela sala de reunião, 10% ou a copa 5%. Alguns já usaram mais de um ambiente. Ou seja depois de uns bons drinks, qualquer lugar é lugar.

É no local de trabalho que as pessoas passam a maior parte do dia. Lá muita coisa pode rolar.

Por que eu trouxe os dados dessa pesquisa aqui para o blog? Em primeiro lugar, porque eles  refletem – e muito – os casos de conflitos nos relacionamentos e traições que atendo diariamente no meu consultório. É no ambiente de trabalho que as pessoas passam a maior parte do dia. É lá, também, que elas se conhecem, se interessam e, às vezes, se envolvem afetiva e sexualmente. Muitas pessoas não gostariam de ler isso, mas é a pura verdade.

É muito comum vir à terapia casos de relações que tiveram início no ambiente de trabalho. São das empresas também que vem muitos casos de traições. E isso deixa muitas pessoas – homens e mulheres – inseguras. Provocando muitas brigas e crises de ciúmes nos relacionamentos.

Em ocasiões de confraternização, como agora, algumas pessoas deixam de frequentar os eventos das empresas. Há nelas o medo de cair em tentação e especialmente as proibições de esposas e maridos que receiam que seus pares venham a fazer parte das estatísticas apresentadas acima.

Bahia é o estado do Nordeste onde mais rola sexo nas confraternizações de fim de ano das empresas, diz pesquisa. terapia de casal em salvador

O curioso destas situações é que as pessoas acabam dando um peso, às vezes, exagerado às confraternizações de fim de ano das empresas. Proibir a presença do companheiro ou da companheira não resolve absolutamente nada. Aliás, proibir nunca foi solução para nada. Pena que muitas pessoas se iludem e se sentem blindadas pelo simples (e falho) fato de proibir.

Porém, fingir que coisas como as que vimos acima não acontecem, é uma atitude completamente ineficaz para a construção da confiança e segurança de qualquer relacionamento.

O problema não são as festas. As pessoas se relacionam no ambiente de trabalho todos os dias. Elas têm tantas ou mais oportunidades para fazer o quem bem entenderem, a qualquer momento.

Certamente, as estatísticas de uma pesquisa que focasse em todo o ano de trabalho e não apenas num único dia em que as pessoas se reuniam para confraternizar (e transar), assustaria ainda mais as pessoas que tentam esconder o sol com peneiras.

A questão é que os casais raramente confiam em seus pares. A confiança e a conduta a ser adotada, independe do evento, na época do ano ou da oportunidade. Seja qual for a escolha ou a atitude, a culpa nunca será das confraternizações de fim de ano das empresas. Os comportamentos falam por si só.

Iniciar um relacionamento nos tempos atuais não está sendo fácil para ninguém. Sabendo disso, muitas pessoas estão se sacrificando para manter o relacionamento em que vivem. Até aí não teria maiores problemas. A despeito disso, a ideia de sacrifícios numa relação parece ser incompatível com a proposta de bem-estar esperada para um casal. Por isso muitas pessoas vivem numa dúvida constante: Ficar sozinha ou mal acompanhada? Qual seria sua escolha?

A questão maior é que muita gente tem consciência que, mesmo com os sacrifícios ou renúncias, estão infelizes nas suas relações amorosas. Mesmo sem perspectivas de melhoras, elas insistem em fazer o casamento ou namoro dar certo. Isto é algo bem preocupante.

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É muito frequente nas terapias de casais ou individuais, questões como essas virem à tona. Normalmente os pacientes dizem que, mesmo infelizes, preferem estar juntos. Geralmente alegam que caso se separem, possam provocar traumas nos filhos, temem dividir o patrimônio e, claro, não encontrar outra pessoa para construir uma nova família.

Durante as sessões de terapia costumamos aprofundar bastante as reflexões sobre estes e outros pontos. Frequentemente quebramos muitos paradigmas.

A escolha entre ficar sozinha ou  mal acompanhada.

Pensando nas questões dos filhos, por exemplo, a lógica do pensamento dos pais é a seguinte: “Nossos filhões vão sofrer se nos separarmos”. Concordo, isso é verdade. A maioria dos filhos querem seus pais unidos. O que esses pais não percebem é que irão provocar um trauma ainda maior e de difícil reparação se, mesmo não gostando mais um do outro, permanecerem juntos.

sozinha ou mal acompanhada terapia de casal relacionamento em salvador Elidio

Pais que tentam poupar os filhos de algumas frustrações ou separações, acabam forçando a imagem de uma família feliz que na verdade não existe. Com isso, dão modelos ruins aos seus filhos. Mesmo sem querer mostram aos pequenos um perfil inadequado de família. Mentiras, fachadas e pouca atitude de enfrentamento dos problemas é o que acabam ensinando. 

Manter uma relação de fachada nunca é uma boa opção. Em casos mais graves, a conivência do casal e familiar atinge níveis de infelicidade tão mais drásticos que os próprios filhos podem desejar que os pais se separem. No final das contas, casais assim, terminam provocando um dano emocional ainda maior em todos os envolvidos.

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Separação é a única solução?

Não. O interessante é que o casal, ou um dos membros, procure ajuda de um psicólogo logo nos primeiros sinais de conflito. Muitas vezes a questão evolui apenas por uma falta de comunicação adequada do casal, ou outras questões que podem ser resolvidas na psicoterapia. Mesmo que a crise do casal já tenha ganhado proporções maiores, é sempre importante consultaram profissional para compreender a situação e propor algumas intervenções para recuperar a relação do casal antes que se torne algo irreversível.  

O importante é que entre estar sozinha ou mal acompanhada, você sempre opte por estar feliz. Porém nunca aceite sacrifícios demasiados em busca dessa felicidade. Lembre-se que relação bem sucedida é aquela que lhe dá prazer, não dor.

Você conheceu uma pessoa e começou a gostar dela. A ideia era evoluir para algo mais sério e duradouro, mas, ao descobrir que ela já tem um filho de outro relacionamento, deixou você com receio de investir nesse namoro. Daí vem aquela pergunta: Esse relacionamento pode dar certo?

Quando você conhece alguém que têm filhos de outro vínculo, é importante ter atenção para evitar alguns deslizes. Essa está sendo a preocupação de uma seguidora do meu instagram. Ela me escreveu bastante apreensiva solicitando um post sobre esse tema.

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Ela contou que conheceu um rapaz bem bacana num aplicativo de relacionamentos. O papo estava ótimo e tinha tudo para evoluir numa boa, até que ele revelou que tinha um filho com a ex-esposa. Ela espera saber como lidar com isso. Disse estar envolvida com o rapaz e não queria abrir mão dele só pela existência de um filho. Mas isso a preocupa, pois entende que o fato dele já ter um filho atrapalha seus planos de ter uma “família perfeita”.

O sonho de formar uma família está entre os principais objetivos de uma pessoa adulta. Encontrar um companheiro ou uma companheira, casar, ter um lar e filhos é um roteiro desejado por muitos para sua realização pessoal. Há quem diga que esse deve ser o percurso natural de todo e qualquer relacionamento. No entanto isso não é uma verdade absoluta, tampouco reflete a realidade atual de muitos casais.

filho de outro relacionamento psicólogo em salvador terapia de casal Elidio Almeida

Houve um período em que uma única relação deveria cumprir todos esses estágios. Ao longo do tempo o conceito de família e relacionamento mudaram e, mesmo que o objetivo de ter uma relação de sucesso e construir uma família ainda seja o mesmo, temos diversas possibilidades de configurações possíveis para famílias, lares, relacionamentos e filhos.

Dentre as composições de famílias e relações possíveis hoje em dia, algumas têm provocado vários conflitos no desenvolvimento do novo relacionamento. Um exemplo são aquelas relações onde um dos pares já possui filhos de outro envolvimento.

Filho de outro relacionamento pode dar certo?

Não é minha pretensão abranger todos os aspectos de um caso como esse apenas nesse post. O ideal é que minha leitora iniciasse uma terapia para compreender melhor todas as nuances dessa questão. Mesmo assim, especialmente por considerar que esse deve ser um dilema enfrentado por muitas pessoas, vou propor alguma considerações.

A coisa mais importante a se fazer numa situação dessa é buscar uma auto reflexão tentando compreender quais são os referenciais que se tem sobre relacionamentos e famílias “perfeitas”. Refletir sobre isso ajuda bastante, pois muitas pessoas acabam levando para suas tentativas de relacionamentos pacotes prontos que foram idealizados a partir das histórias de outras pessoas.

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Geralmente meus pacientes levam ao meu consultório questões desse tipo. Elas ouviram dizer que se relacionar com pessoas que têm filhos não dá certo. Muitas vezes o fracasso atribuído àquela relação de referência pode ter sido por qualquer outro motivo, mas a variável “filho” acabou levando a culpa pelo insucesso da relação, fazendo com que uma regra preconceituosa tenha sido criada.

Qualquer pessoa entra num relacionamento visando o sucesso. Regras de terceiros têm apenas o peso da injustiça de medirmos uma pessoa pela régua de outra completamente diferente dela. Vale considerar que cada pessoa é única e cada relação é uma construção que deve ser erguida com os elementos e particularidades daquele casal. Isso é fundamental para evitarmos equívocos e injustiças.

Filho de outro relacionamento não precisa ser um problema.

Toda relação terá obstáculos e ninguém entra num relacionamento sozinho. Sempre há outras relações paralelas e transversais a serem administradas: sogras, cunhadas, amigos… e por que não os filhos?  Às vezes um filho pode ser apenas um desafio a mais a ser ajustado e integrado a esse novo relacionamento. O fundamental nisso tudo é o casal ter respeito, sentimento e compatibilidade um com o outro. Qualquer variável é melhor conduzida quando estes critérios são atendidos.

filho de outro relacionamento psicólogo em salvador terapia de casal psicólogo Elídio Almeida

Por isso devemos ter filtros personalizados para aquilo que abraçamos como referência. Não ter propriedade sobre isso acaba levando a uma mera seleção do tipo serve ou não serve. O início de um namoro deve ser um processo de conhecimento e equilíbrio de afinidades. Ainda assim, muitas pessoas acreditam que sua meta de vida deve ser construir uma família típica de comercial de margarina. O mundo real é diferente.

Relacionamento de sucesso é aquele que consegue juntar histórias e caminhos diferentes em propósitos comuns. As regras (especialmente de terceiros) só atrapalham. Ter um relacionamento com uma pessoa que tem um filho de outro relacionamento pode dar certo. Pense nisso!

Um voo cancelado na última sexta-feira vem dando o que falar. Ao ser informado que não poderia chegar em casa naquela noite  devido ao cancelamento do voo, um marido teve a ideia de filmar o comunicado dado pela funcionária da companhia aérea. A atitude parecia demonstrar que o passageiro estava fazendo o registro para uma futura reclamação contra a empresa, mas, para surpresa de todos, ele queria apenas ter provas para apresentar à sua mulher, que, sem o registro, certamente não acreditaria na justificativa do marido; um caso típico de ciúme.

Já falei aqui no blog que ciúme é sinônimo de insegurança no relacionamento. Hoje vou acrescentar um pouco mais de dendê nessa questão. E não é pra menos!

O caso do voo cancelado parece demonstrar muito bem o quão preocupante é a questão do ciúme no relacionamento. E por mais que as pessoas insistam na tese de que o ciúme é prova de amor; fica cada vez mais evidente que ele é o sintoma da insegurança vivenciada nos relacionamentos.

Ao assistir ao vídeo do caso do aeroporto me veio logo três insights:

1 – Esse rapaz já aprontou todas e a mulher não confia em mais nada que ele diga.

2 – Ela deve ser uma mulher exacerbadamente insegura de si ou desse relacionamento.

3 – Ou as duas alternativas acima e nunca saberemos quem veio primeiro, o ovo ou a galinha!

O voo cancelado e o ciúme.

Em meu consultório lido com as questões relacionadas ao ciúme quase que diariamente. Esse, por sinal, é um tema comum nas terapias de casais. A sensação é que há sempre algo a temer e que mesmo nos momentos de aparente tranquilidade, o clima é sempre de uma guerra fria entre o casal.

Voo cancelado ciúme psicólogo em salvador terapia de casal Elídio Almeida

Durante as sessões os casais percebem como vivem em uma pseudo felicidade na qual acreditam que ter (ou dar) o controle é o suficiente para viver bem. No entanto, muitos casais não demoram a notar que esse modo de se relacionar só traz ansiedades, transtornos e insegurança.

O vídeo do voo cancelado não fala de uma prova de amor, como muitos preferem enxergar. Ele parece revelar a rotina de um casal que não conhece a confiança mútua. Ou reflete a angústia e tensão de um relacionamento que pode ruir simplesmente pelo fato de um imprevisto comum a qualquer pessoa. Mesmo assim precisa estar respaldado de provas inquestionáveis.

Em meu trabalho como terapeuta de casal, procuro mostrar aos meus clientes quão satisfatório (e seguro) é vivermos numa relação onde o casal é cúmplice e cultivam a confiança. Infelizmente poucas pessoas conhecem ou convivem em relações em que a própria palavra basta. Ou seja, desconhecem aquela relação em que o sentimento é quem dá o tom da confiança e estabilidade ao casal.

Casais cúmplices e seguros não precisam de vídeos ou qualquer tipo de prova para demonstrar fidelidade. Muito menos temem um voo cancelado ou uma noite fora de casa.

Hoje vou escrever sobre briga de casal, pois comigo não tem essa de “em briga de marido e mulher ninguém mete a colher“. Existem casais que brigam por praticamente tudo. São crises de ciúmes, uma série de desconfianças, as diferenças entre si e, é claro, muita intolerância. Talvez você também já tenha se perguntado por que estes casais que brigam o tempo todo ainda permanecem juntos, mesmo com tantas diferenças e desentendimentos. Este texto vai lhe ajudar a compreender algumas perspectivas dessa questão.

terapia de casal psicólogo em salvador elídio almeida

Para compreender a razão destes casais permanecerem juntos, devemos tentar vislumbrar além das funções óbvias das brigas. Afinal, se continuam insistindo em uma relação aparentemente ruim e com tantas adversidades, é sinal que alguma coisa boa deve existir no relacionamento para valer o esforço. Vamos pensar sobre alguma delas?

Casal que briga permanece junto?

Quanto tentamos sair do óbvio da briga de casal, pensamos logo que “eles brigam, mas se amam ou se gostam”, não é mesmo? Isso, até poderia estar correto em alguns casos. Ou seja, o que vemos cotidianamente é apenas uma fração daquilo que o casal é, podendo sim existir um sentimento que conecte o casal fazendo com que permaneçam juntos mesmo com a frequência das brigas.

terapia de casal psicólogo em salvador

Casais assim sobrevivem por algum tempo, mas podem se cansar e se separar por conta das mágoas e desgaste da relação provocados pelos desentendimentos. Os estudos apontam que casais que vivem divididos entre o gostar e o odiar, já não conseguem ter controle emocional para equilibrar e conduzir a relação; por isso precisam de suporte profissional, especialmente da Terapia de Casal.

Nas brigas em um relacionamento, é importante lembrar que também existem os casos em que o casal já tenha se amado muito no passado. E, mesmo essa não sendo mais a realidade deles, insistem em permanecer juntos, acreditando que as brigas farão com que os áureos tempos retornem.

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Por isso, durante a terapia de casal, sempre procuro compreender, junto a meus pacientes, o contexto da relação, o real sentimento de um pelo outro no momento e, claro, a função das brigas do casal. Embora a razão sempre varie de casal pra casal e de relacionamento para relacionamento, tenho percebido que existe um fator “compensador” nas brigas e discussões e, talvez por isso, muitos casais briguem tanto. Lógico que é difícil conceber que exista algo “compensador e legal” em brigar – por isso as aspas – mas nem sempre as pessoas notam que há um ganho secundário legítimo nas discussões e mesmo sem perceber, as pessoas são beneficiadas por este fator.

Pensar em “ganhos” presentes nas brigas do casal nos ajuda a compreender o contexto mais amplo desse comportamento. Lógico que a palavra ganho soa contraditória se pensarmos que a briga sempre traz um desentendimento para o casal; mas onde estaria o ganho? Talvez ajude se trocarmos a palavra ganho por consequências e isso pode se tornar ainda mais compreensivo se escalonarmos essas consequências.

terapia de casal psicólogo em salvador elídio almeida Bahia

Observe que a primeira consequência da briga é ruim (o desentendimento), mas a segunda ou terceira consequências podem ser muito boas ou compensar a primeira. É como trabalhar o mês todo, mas no final receber o salário e com ele adquirir várias coisas importantes e legais. Bem, mas quais seriam os ganhos secundários de uma briga?

Além da crença de retornar aos áureos tempos da relação, como disse acima, acredito que o principal ganho das brigas do casal é o fato de que, ao brigamos, conseguimos colocar para fora todos os nossos incômodos, nossas angústias e tudo aquilo que nos desagrada no relacionamento. Ou seja, expressar nossos sentimentos e emoções é algo que nos faz um bem enorme e é exatamente isso – dentre outros efeitos – que experimentamos quando brigamos com nosso parceiro ou parceira.

Em outras palavras, através das brigas e discussões comunicamos ao outro (ainda que inadequadamente) aquilo que está nos incomodando e, muitas vezes, essa comunicação é ouvida e atendida (outro ganho), fazendo com que a briga se instale no repertório do casal.

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Briga de Casal

Algumas pessoas até conseguem perceber o ganho secundário de suas brigas nos relacionamentos, mas raramente conseguem perceber o “ganho” terciário. Como tratei acima, o benefício de expressar os sentimentos e emoções é apenas um dos ganhos. Durante as brigas obtemos outro tipo de consequência, algo como um efeito colateral pelo método que usamos para expressar os sentimentos e emoções.

Durante uma briga de casal as pessoas são agressivas, egoístas e usam a ofensa para comunicar aquilo que sentem. Com isso esquecem-se de que há outra pessoa recebendo tudo isso e, mesmo que haja amor e sentimento na relação, isso tende a ser diminuído a cada briga, chegando ao ponto de finalizar a relação, pois  ninguém consegue suportar o clima de briga por muito tempo em uma relação.

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Pensando nisso é que, sempre que possível, faço um treinamento em comportamento assertivo com meus pacientes. Ser assertivo auxilia você a desenvolver habilidades mais adequadas para expressar seus sentimentos e emoções, comunicando de forma direta e clara aquilo que você sente e percebe, sem agredir seu parceiro ou parceira, mantendo o foco no problema, buscando soluções acordadas entre as partes e privilegiando a relação.

Por isso, sugiro que você pare um pouco e pense nos “ganhos” que você tem obtido através da briga de casal, especialmente com a forma que tem usado para comunicar seus sentimentos e emoções. Lembre-se também que se você não conseguiu ter sucesso até agora, você pode estar fazendo alguma coisa errada e isso pode ser um sinalizador que chegou a hora de mudar a estratégia de lidar com as brigas de casal e os problemas do relacionamento, evitando as brigas do casamento.

A mais nova propaganda da Boticário me chamou a atenção. Acredito que ela se tornará mais uma grande polêmica que irá viralizar na internet e nas redes sociais. A peça publicitária mostra depoimentos de casais que estão se divorciando e durante o vídeo explicam por que a “magia do relacionamento acabou“. A partir daí, a empresa se propõe a fazer uma “transformação” visual nas mulheres, com o intuito de reforçar a autoconfiança neste momento da separação e do divórcio.

Polêmica do Boticário

Ocorre que, mesmo com o argumento de restaurar ou destacar a autoconfiança das mulheres (que naturalmente ficam abaladas neste momento), o Boticário também passa uma mensagem que agride os conceitos de relacionamentos saudáveis entre os casais. Além de reforçar o tão combatido estereótipo machista que obriga as mulheres a ficarem bonitas para conquistar os homens, mostra a errada ideia de que as pessoas precisam ser sempre “lindas” para manter seus relacionamentos. Isso é uma ideia extremamente conservadora, injusta e irreal.

Diariamente recebo em meu consultório pessoas que estão sofrendo em seus relacionamentos. Muitos desses sofrimentos vêm de absurdos como esse incentivado nesta campanha do Boticário. Em meu trabalho como terapeuta de casal, sempre que posso, procuro passar para meus pacientes que “a magia” de qualquer relacionamento está em enxergarmos as pessoas com as quais nos relacionamos da forma que elas são.

Desde criança, nas primeiras aulas de ciência, aprendemos que as pessoas nascem, crescem, envelhecem e morrem. Ou seja, ciclos são cumpridos, transformações naturalmente ocorrem em nossa vida. E, justamente por isso, não devemos valorizar exclusivamente um mero estereótipo tão passageiro e subjetivo.

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Pessoas que pensam que devem sempre estar “lindas” para manter seus relacionamentos se iludem em ambos os lados da relação:

1) quem deixa de gostar só porque as mudanças naturais ocorreram ou que valoriza apenas esse critério em seus pares, esquecem-se que também estão sujeitos às mesmas leis das transformações e do julgamento alheio e com isso poderão ser tão vítimas quanto algozes.

2) Quem se esforça para manter-se sempre “linda” ou “lindo”, demonstra que nada mais tem a oferecer além de uma imagem artificialmente montada e fluída que sai a cada lavagem e precisa ser sempre renovada.

Por esses e outros equívocos, muitos relacionamentos vivem mal, as pessoas são infelizes e muitos divórcios e separações ocorrem a todo momento. E o ciclo acaba se abrindo novamente em busca de alguém para satisfazer ou alguém que satisfaça os critérios do olhar.

Segurança que pode sair com água.

Penso que o Boticário – enquanto empresa que visa lucro financeiro – acertou em cheio com esse vídeo infeliz no que se refere a divulgação de sua marca e seus produtos [muita gente comentando sobre o Boticário, inclusive eu. =( ]. Porém, como formadora de opinião e marca influente na sedimentação de conceitos e padrões de comportamento, a empresa presta, com esta publicidade, um tremendo desserviço à população brasileira. Especialmente aos relacionamentos afetivo-amorosos e aos casais (divorciados ou não).

Assista ao vídeo e faça sua análise.

Por que sentir culpa não resolve os problemas? – No post O que causa o sentimento de culpa? falei sobre alguns comportamentos – nossos e de outras pessoas – que fazem surgir o sentimento de culpa.

A culpa é um sentimento que acompanha muitas pessoas e precisamos levar este problema a sério para trazer mais qualidade de vida para nosso dia a dia. O principal caminho para isso é compreender que sentir culpa não ajuda em nada a resolver os problemas de nossa vida. Ao contrário, se sentir culpado(a) nos deixa, na maioria das vezes, inertes diante da situação, sem ânimo ou motivação para fazer o que deve ser feito.

Por isso devemos descobrir uma alternativa que nos dê mais condição de ação e resultados mais eficazes para lidar com os problemas.

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Não sofrer com a culpa.

Uma alternativa para não sofrer com o sentimento de culpa é procurar substituí-la pela responsabilidade que você tem em cada questão em que se sente ou é levado(a) a se sentir culpado.

Ou seja, antes mesmo de abraçar e introjetar a culpa, você deve refletir sobre a situação, de modo a identificar sua RESPONSABILIDADE sobre o ato, em detrimento da tradicional e punitiva culpa.

Outra dica é refletir que a culpa sempre esteve a serviço das instituições de poder, das autoridades e, especialmente da religião.

Quando alguém ou alguma instituição aponta o dedo e diz que você é culpado, isso faz com que você – na maioria das vezes – sinta-se inferior e impossibilitado de questionar a sentença ou procurar implementar alguma ação para que este ato não se repita. E a primeira consequência disso é o desenvolvimento de algum comportamento compensatório para “sua falha”.

Compensar a culpa resolve?

Compensar é uma maneira que aprendemos culturalmente (este é um dos indicativos da instalação do TOC), mas ela não nos ajuda a resolver os problemas, especialmente por – frequentemente – nos colocar numa situação circular onde a cada vez que nos sentirmos culpados ou nos culpabilizarem por algo, tendemos a procurar algo para compensar este “erro”.

Por exemplo, se magoamos alguém, tendemos a lhe fazer um agrado para compensar a mágoa; se cometemos um pecado, tendemos a fazer uma caridade para compensá-lo; ou, se estamos em dívida com nossa consciência e isso afeta nosso bem-estar, tendemos a fazer algo para melhorar nossa autocensura.

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Quando compenso sinto um alívio. Isso é bom?

Esse modelo de compensação pode até trazer algum benefício imediato para seus usuários, no entanto ele, além de nos colocar numa tremenda circularidade (faz-compensa, faz-compensa…) não resolve efetivamente o problema, pois é uma forma inadequada de lidar com a questão.

Uma dica – com falei acima – que costumo sempre passar para meus pacientes é que devemos encarar esses fatos de forma segura, substituindo a culpa (que tem a função de nos punir e nos por pra baixo) pela responsabilidade (que não isenta nossos feitos, mas nos coloca em condição de reflexão segura e de adoção de novos comportamentos e escolhas).

Como substituir a culpa pela responsabilidade? Isso funciona como?

Pensar em responsabilidade como referencial substituto à culpa nos ajuda a ter um maior potencial de ação para lidar com o problema, favorecendo o desenvolvimento de atitudes mais adequadas nesse enfrentamento.

Por exemplo, quando um homem trai sua esposa e se sente culpado (ou é levado a sentir culpa) ele tende a não ter muitas ações resolutivas para esta questão. No entanto, se, ao invés da culpa, ele se sentir responsável pela ação, poderá rever sua postura na ação ou junto com as outras partes, ir em busca de causas e possíveis acordos sobre o segmento ou não da relação.

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Em outras palavras, o simples fato de olhar os eventos pela ótica da responsabilidade nos mostra que fizemos escolhas que podem ser revistas futuramente, assumimos nossos erros e procuraremos uma forma de não repetir isso novamente se julgamos adequado.

No entanto, quando simplesmente nos sentimos culpados, nada mais nos resta a fazer do que aguardar o dia do juízo final, a sentença da questão ou formas e formas equivocadas de compensar nossa culpa. Pense nisso!

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