Arquivos Terapia de casal - Página 2 de 7 - Elídio Almeida

Terapia de casal

Qual é a saída para os problemas do relacionamento? A falta de resposta para esta questão tem tirado o sossego de muitas pessoas.  Mesmo sendo fato que qualquer casal tem problemas. Alguns, poucos; outros, nem tanto.

O interessante é que a maioria das pessoas tem consciência disso, ainda assim, sofre em função da ocorrência desses problemas. O motivo desse sofrimento vem basicamente de dois fatores:

    • Mesmo enxergando a existência de eventuais problemas na relação, algumas pessoas sentem-se frustradas, pois acreditam que, numa relação amorosa, tudo tem que ser perfeito.
  • Outras pessoas enxergam que alguns problemas precisam ser sanados para que não venham a arruinar a relação. Apesar dessa consciência, não conseguem estabelecer um diálogo ou qualquer conversa para resolver os problemas do relacionamento.

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Saída para os problemas do relacionamento: a relação perfeita.

O primeiro ponto é que casais que desejam viver em relações sem qualquer conflito ou divergência estão fadados à frustração. É incrível como homens e mulheres estabelecem  seus propósitos de vida a dois baseados no mito de “felizes para sempre“. Casais assim ainda não se deram conta de que a vida real em nada se assemelha aos perfeitos e  ilusórios contos de fadas.

Muito por isso, aos primeiros sinais das divergências, a principal atitude tomada por esses príncipes e princesas é fugir do enfrentamento. Para eles, a única solução que conhecem é partir para outra história. A intenção é clara: encontrar a pessoa perfeita para construir o seu conto de fadas. No entanto, só bem mais tarde em suas vidas é que perceberão que tornaram-se acumuladores de histórias e fracassos.

A falta de diálogo e os problemas no relacionamento

Outra questão preocupante são aqueles casais que querem resolver os problemas do relacionamento, mas não sabem como fazer isso. Eles enxergam com clareza a saída para os problemas do relacionamento, todavia, o medo de machucar, o receio de perder o parceiro e o sentimento que ainda existente entre eles termina falando mais alto; mantendo o casal unido, mesmo com os crescentes conflitos.

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A grande questão é eles não conseguem ou não sabem como abordar os problemas. Conversar sobre os problemas existentes no relacionamento é uma necessidade. Todavia, abordar determinadas questões com o parceiro ou a parceira não é nada fácil. Casais que estão passando por problemas no relacionamento precisam descobrir que o diálogo franco e desprovido de rancores é sempre uma boa alternativa. Por isso que sempre falo do comportamento assertivo para meus pacientes.

A assertividade é um tipo de abordagem que ajuda a elucidar dúvidas e resolver questões que podem ameaçar a boa convivência entre os parceiros. No entanto, em determinadas situações, principalmente naquelas em que, aparentemente, ninguém enxerga uma saída para os problemas do relacionamento, é necessário o auxílio de um profissional especializado.

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Quando buscar uma Terapia de Casal?

Nem sempre é fácil determinar qual o momento exato de se procurar uma terapia de casal. Costumo dizer que não é meramente o fato de o casal se deparar com um problema que deve levá-los à terapia. Como dito acima, todo relacionamento terá um ou outro problema no convívio. A grande questão a ser evidenciada nesses momentos é como o casal consegue (ou não) abordar e tratar o problema da relação.

Lógico que os conflitos são sempre desencadeados por algum fato que interfere na vida dos dois. É muito difícil definir especificamente quais as razões que levam um casal a enfrentar problemas. Ao enumerar as questões mais comuns, é importante que você filtre esses pontos de acordo com seu contexto e as características absolutamente particulares do seu relacionamento. Ficando isso claro, posso falar de situações que envolvem:

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    • falta de equilíbrio nos acordos do casal.
    • questões do ciclo vital (nascimento e educação dos filhos em diferentes idades, por exemplo).
    • insegurança.
    • ciúme.
    • questões financeiras, sexuais, de projetos de vida divergentes.
  • Franqueza e clareza na administração dos conflitos.

Vale lembrar que nada disso, porém, é fator único. Caso você esteja tendo dificuldade para resolver os problemas do seu relacionamento, isso parece um motivo salutar para pedir ajuda e abordar adequadamente tais pontos com seu companheiro ou companheira. A ajuda de um profissional intermediando o conflito pode fazer que o casal enxergue uma saída para os problemas do relacionamento.

No post de hoje quero te fazer um convite. Preparei um e-book com 25 mentiras sobre os relacionamentos amorosos* e gostaria que você conhecesse. Nele falo a respeito das falsas regras são propagadas em nosso dia a dia como se fossem dicas para melhoria e manutenção para as relações. Na verdade, todas elas, não passam de ilusões.

Por meio desse e-book, espero te ajudar a entender melhor os segredos da vida amorosa.  A intensão é que ele te conduza a algumas reflexões importantes para sua vida sentimental. Especialmente, desejo que o e-book possa te ajudar a fugir das mentiras das armadilhas; trazendo mais qualidade de vida e bem-estar à sua relação.

25 mentiras sobre os relacionamentos amorosos psicólogo Elídio Almeida especialista em terapia de casalComo psicólogo e terapeuta de casais, atuo há quase uma década nesse segmento. Diariamente recebo em meu consultório pessoas que têm enfrentado problemas nos seus relacionamentos. Ao longo desse tempo, tenho observado que muitas pessoas deixam de ter sucesso na vida amorosa por conta de uma série de mentiras, regras, crenças e ilusões propagadas indevidamente pela nossa cultura e pela sociedade. Esse e-book toca exatamente nessa questão e tenta desmitificar essas falsas ideias.

E-book 25 mentiras sobre os relacionamentos amorosos.

Muitas dessas crenças mentirosas são desenvolvidas e instaladas erroneamente nas relações. São ideias falsas e descontextualizadas, transmitidas aleatoriamente de geração para geração, de casal para casal, sem que haja a verificação da real funcionalidade ou das consequências para os relacionamentos provocadas por essas falsas crenças. Isso traz efeitos muito prejudiciais e tem deixado muitos casais infelizes. Por essa razão, devemos desconstruir essas mentiras e trazer mais qualidade de vida para os relacionamentos amorosos.

Neste e-book, você conhecerá as 25 mentiras que atrapalham a construção de um relacionamento amoroso de sucesso. Juntamente com a apresentação de cada uma dessas ilusões, faço alguns breves comentários para te ajudar na reflexão e compreensão. com esse livro digital, reforço o compromisso de disponibilizar meu conhecimento e da minha experiência para te ajudar a superar as dificuldades e, de fato, construir um relacionamento amoroso seguro e duradouro.

Livremente inspiradas nos Mitos Conjugais de Arnold Lazarus (1992)

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Infelizmente, é muito comum os casais passarem por crises e frustrações no início do casamento. Apesar de poucos expressarem isso, a maioria sequer consegue enxergar as causas para tamanhos desafios e desilusões nessa fase que acreditam ser a mais  perfeita do relacionamento: o casamento. Por essa razão, é fundamental conhecer os desafios para superar o primeiro ano do casamento com sucesso.

Costumo dizer aos meus pacientes que construir um casamento é semelhante a fazer um curso de graduação. Poucas pessoas notam essa semelhança. Tanto nas graduações quanto nos relacionamentos, precisamos passar por etapas bem específicas até conseguir colar grau. Embora algumas pessoas optem pelos jeitinhos e gambiarras para avançar ou finalizar logo o curso, sabemos que os mais preparados enfrentarão menos dificuldades a cada período ou etapas novas. Essas pessoas dificilmente passarão por grandes desafios para superar o primeiro ano do casamento.

superar o primeiro ano do casamento elidio Almeida psicólogo terapia de casal

Em cada período, seja na graduação ou no casamento, qualquer uma das disciplinas demanda a compreensão e os aprendizados devidos para a aprovação. Aqueles que não cumprem adequadamente os requisitos da matéria são reprovados. Aqueles que  avançam de qualquer jeito para o período seguinte terão que lidar com desafios ainda maiores. Afinal, várias pessoas se formam (e também se casam), mas chegam a essa etapa sem o conhecimento e o aprendizado adequados. Por analogia, essa é a razão das tamanhas dificuldades que frustram muitos casais.

No entanto, se você cumpriu adequadamente as disciplinas anteriores, driblar os desafios para superar o primeiro ano de casamento não será difícil para você. Ou seja, os aprendizados de cada etapa são cumulativos, e o conjunto sempre facilita o momento seguinte.

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Por que o primeiro ano de casamento costuma ser uma prova de fogo para muitos casais?

Certamente, esses casais pularam algumas etapas ou não cumpriram adequadamente os desafios do estágio anterior. Muitas pessoas se casam sem conhecer efetivamente seus companheiros ou companheiras. Infelizmente, isso é muito comum. Ao que se percebe, a ânsia para casar ou avançar na relação faz com que muitas pessoas pulem etapas importantes e cheguem ao casamento sem conhecer a pessoa com quem dividem a cama e a vida.

Pessoas que se casam e pouco conhecem uma a outra tendem a achar os primeiros momentos do casamento chatos e desafiadores. Nessas ocasiões, muitos passam a – efetivamente – dividir um teto pela primeira vez em suas vidas. As ideias de compartilhamento e convívio precisam ser completamente ressignificadas. E, infelizmente, muitos chegam a este estágio despreparados. Não por acaso é a partir daí que surgem os conflitos, frustrações e provas de fogo que chegam a pôr em xeque aquilo que deveria ser um conto de fadas.

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Dicas para superar o primeiro ano do casamento e as crises da vida a dois.

Procurar conhecer bem a pessoa antes de avançar para as próximas etapas é algo indispensável. É como falei anteriormente em relação a fazer uma graduação. Quando aprendemos adequadamente a matéria que é pré-requisito para a disciplina atual, tendemos a viver aquele período sem grande desafios. Isso é o que se espera ocorrer na construção de um relacionamento. Conhecer bem o outro é fundamental para driblar os desafios para superar o primeiro ano do casamento.

Outra dica é tentar construir um casamento baseado nas evidências daquele relacionamento e seus envolvidos. Agir dessa forma é viver na realidade, sem falsas esperanças ou expectativas ilusórias. Quanto mais mantivermos nossos pés no chão, menos inseguros nos sentiremos. Dessa forma, sempre construiremos a melhor  relação.

Fundamental também é buscar ajuda. É impressionante como muitas pessoas sofrem caladas nos relacionamentos. Muitos dos problemas não cresceriam tanto ou seriam resolvidos se o casal conseguisse manter um diálogo franco sobre o convívio dos dois. Claro que  falar sobre os problemas com o parceiro ou a parceira não é uma tarefa fácil, ainda mais quando há tantos sentimentos e interesses envolvidos. Mesmo assim, todo casal precisa entender que a ajuda pode estar ali do lado. Ambos têm responsabilidade sobre isso e podem oferecer ajuda um ao outro pra melhorar esse aspecto.

Decidir sobre algo nem sempre é uma tarefa fácil. Já abordei a questão da dificuldade para tomar decisão em outros posts aqui do blog. Quando a tomada de decisão diz respeito ao bem-estar do casal, as expectativas tendem a atrapalhar. Elas trazem dificuldades na construção da relação. Hoje, veremos um pouco mais sobre essa questão, analisando os prejuízos de se criar expectativas no relacionamento. Você vai descobrir uma alternativa bem mais arrojada para obter melhores resultados e sucesso na sua vida sentimental. Entenda.

casal-briga-separacao criar expectativas no relacionamento Elídio Almeida psicólogo em salvador

Na nossa cultura, o hábito de criar expectativas no relacionamento está associado às ideias positivas, ao otimismo e à esperança de buscar sempre o melhor para nossa vida amorosa. O que poucas pessoas sabem é que criar expectativas no relacionamento não é uma boa estratégia.

Expectativa é algo que, na Psicologia, vemos sempre com bastante cautela. Ao investir nesse tipo de comportamento, a pessoa:

    • acredita que no futuro as coisas vão melhorar.
    • que sua entrega, investimento e persistência um dia serão recompensados.
    • confia que seu companheiro ou  companheira valorizará toda sua dedicação.
    • sente que o sofrimento atual faz parte da construção de um futuro melhor para a relação.
  • pensa que sua insatisfação atual é necessária para que o outro enxergue o valor dos sentimentos.

Observe que, em todas essa situações, há uma esperança de melhora. Isso costuma ser visto como algo motivador, otimista e positivo. No entanto, tudo está dissociado do histórico e do momento atual do relacionamento. Nesses casos, a pessoa considera que somente o futuro importa. Para elas, investir e acreditar numa recompensa vale qualquer sacrifício. Ou seja, isso é a mais pura definição de expectativa: viver no futuro, sem considerar o passado e o presente.

Nas sessões de terapia de casal, didaticamente, procuro sempre desconstruir a ideia de criar expectativas no relacionamento. O objetivo é desenvolver o conceito de previsibilidade de comportamento. Sim, é possível prever comportamentos, conforme veremos a seguir.

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Criar expectativas no relacionamento e a previsão do comportamento.

A expectativa funciona mais ou menos assim: quero casar com alguém que prepare meu café da manhã e me sirva todos os dias na cama. Sem perceber, a pessoa cria para si uma regra. Ela parte para um processo seletivo extremamente desumano e selvagem em busca de alguém que possa propiciar tal realização. A ideia torna-se tão fixa que ela passa a olhar apenas para esse ponto. Com isso desconsidera qualquer outra informação relevante para sua tomada de decisão e construção da relação.

A previsão de comportamento funciona de forma diferente. Nela, ainda que o café da manhã na cama seja algo importante, toma-se como ponto de partida a análise do histórico e convívio atual com a outra pessoa. A partir dessa observação e junção desses dados, ela verificará se há probabilidade de tal comportamento ocorrer no relacionamento. Dessa forma, ela também olha para o futuro, porém, tem o mesmo olhar para o presente e para o passado do casal, enxergando não só o café da manhã na cama, mas também outras ações de peso para as decisões quanto ao relacionamento.

Para endentar melhor essa questão, imagine que vocês estejam vendo um filme. Numa cena um homem leva o café da manhã na cama para sua amada. Ao ver a cena, seu namorado diz: “que coisa ridícula, jamais faria uma coisa dessa”. Se seu modelo de construção de um relacionamento for a expectativa, esse dado valiosíssimo será ignorado e você continuará fazendo escolhas erradas. Todavia, se você analisa esse comportamento pelo viés da previsão comportamental, verá que é pouco provável que você seja feliz caso continue decidido a investir nessa relação sem ajustar esse ponto. Em outras palavras, não vale criar expectativa em alguém que informa que “jamais fará algo tão importante para você“.

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Colocar as cartas na mesa para tomar decisões importantes.

É muito comum chegarem à terapia pessoas que estão com dificuldade para tomar decisões. Especialmente quando as decisões dizem respeito aos seus relacionamentos. Muitas vezes, elas consideram que aquela relação é boa, mas falta algo importante: sexo, confiança ou afeto, por exemplo. Durante a terapia, procuro mostrar a elas que viver de expectativa dificilmente mostrará respostas. Porém, ao pensar na estratégia de previsão de comportamento, as coisas podem ser mais fáceis.

Na maioria das vezes, isso não representa uma ruptura. Ao contrário, o casal passa a ter condições de colocar todas as cartas na mesa e combinar o que pode ser feito naquela situação. Claro que fazer isso não é nada fácil. Porém, quando bem orientados, o casal consegue obter resultados fantásticos. Por isso, criar expectativas no relacionamento não é uma boa estratégia.

Muitas pessoas querem iniciar uma Terapia de Casal, mas sempre surgem algumas dúvidas. Frequentemente, recebo algumas perguntas dos leitores do blog sobre esse tema. Saber se os homens são mais resistes à terapia de casal é sempre um questionamento recorrente. Por isso, resolvi escrever este post para sabermos se isso é um mito ou uma verdade.

Os homens são mais resistes à terapia de casal?

Primeiramente, percebo que o questionamento em si parece dizer muito sobre essa situação. Caso os homens não fossem tão resistentes à terapia de casal, esse comportamento não chamaria tanto a atenção e não geraria esse tipo de pergunta. Ou seja, para que uma pessoa venha a elaborar um questionamento desse tipo, certamente ela pode ter encontrado dificuldade para convencer seu parceiro a ingressar num processo terapêutico para ajustar a relação.

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Ainda não encontrei uma pesquisa mais ampla que traga dados sobre quem têm mais resistência à terapia de casal, se os homens ou as mulheres. Porém, posso falar a partir da minha prática clínica e experiência como terapeuta de casal. Percebo que as mulheres procuram mais esse tipo de terapia. Sim, na maioria das vezes, são elas que tomam a iniciativa de discutir a relação com o intermédio de um profissional. E mesmo antes da terapia, também são elas que – na maioria das vezes – procuram as mais diversas formas de resolver os problemas do namoro ou casamento.

Terapia de casal ou terapia individual para resolver os problemas da relação?

Os homens são pioneiros em buscar a terapia individual. Em tese, quando se trata de questões voltadas ao relacionamento afetivo, os homens são motivados pelos mesmos interesses que levam as mulheres a buscar ajuda profissional para esse fim. No entanto, eles procuram resolver as questões sem a participação de suas companheiras. Isso pode significar que – culturalmente – as mulheres têm mais habilidades para compartilhar sentimentos e emoções.

Dessa forma,  elas demonstram ser mais participativas na busca de solução para os problemas do relacionamento. Os homens se revelam mais tímidos para discutir a relação com suas companheiras. Por isso, nessa questão de mitos e verdades, devemos analisar sempre as particularidades de cada caso. Esta análise deve ser feita sempre com muita cautela.

terapia de casal em salvador Elídio Almeida psicólogo

As mulheres se cuidam mais.

Na verdade, as mulheres procuram mais os serviços de saúde e cuidados pessoais. Isso também se reflete nas questões emocionais, de saúde mental e melhorias do relacionamento. Muito embora eles procurem mais a terapia individual e elas prefiram a terapia de casal, observo que quando eles iniciam o tratamento em conjunto, essa questão de resistência e diferença de gênero perde espaço para a conquista da reconstrução da relação.

Por isso, sempre recomendo àqueles que estão resistentes à terapia de casal a fazer ao menos a primeira sessão. Isso ajuda a analisar melhor como funciona o trabalho. Conhecer é sempre o melhor caminho para tomar decisões.

A terapia de casal acontece sempre com a participação dos dois? Vamos  compreender isso.

As possibilidades e formatos de atendimento psicológico são vários. Existem diversas modalidades de terapia, entre as quais familiar, de grupo, individual e a terapia de casal. Abordar determinados assuntos com um psicólogo com a presença de um terceiro pode deixar algumas pessoas pouco à vontade ou constrangidas. Por essa razão, frequentemente, surgem algumas dúvidas sobre a condução dos atendimentos que envolvem a participação de outras pessoas. Muitos desejam saber se a terapia de casal acontece sempre com a participação dos dois. Vamos entender um pouco essa questão.

Por que a terapia de casal acontece sempre com a participação dos dois?

A resposta, como você já deve prever, é sim. Terapia de Casal é um espaço terapêutico voltado às questões do relacionamento. Dessa forma, o processo diz respeito aos dois e ambos fazem parte ou têm interesse mútuo na situação. Obviamente que um relacionamento pode ser o foco terapêutico de uma psicoterapia individual. No entanto, esse formato possui uma dinâmica com um propósito completamente diferente.

Por que a terapia de casal acontece sempre com a participação dos dois?

Por uma razão muito simples. Ao longo da minha carreira como terapeuta de casais, tenho observado que o grande entrave da maioria dos relacionamentos que chegam ao meu consultório diz respeito à falta de confiança. Seja por ciúmes, traição, comportamentos inadequados no relacionamento, é fato que a crise ali instalada demonstra que a confiança encontra-se fragilizada. Muitas vezes, ela já não existe entre o casal.

Nesse sentido, seria altamente danoso para o processo terapêutico atender o casal separadamente para intervir nos problemas referentes ao convívio dos dois. Ou seja, iniciar uma terapia que sugere que algo pode estar sendo feito às escondidas em nada ajudaria um relacionamento que não inspira credibilidade. Se a questão é restabelecer a confiança e a segurança entre o casal, é importante que isso seja feito desde os primeiros momentos em que essa abordagem é iniciada.  

Existe exceção?

Em alguns casos, sim. Como cada casal é único. A terapia pode ser ajustada à necessidade observada em cada caso, mesmo tendo como mote o fato de acontecer sempre com o casal. Há, no entanto, algumas situações que sinalizam enormes conflitos, agressividades e reatividade em demasia. Nesses casos, cada um dos parceiros pode ser atendido individualmente. Todavia, ao menos para a primeira sessão, é altamente relevante a presença e participação dos dois.

Por que a terapia de casal acontece sempre com a participação dos dois?

É na sessão inicial que ambos conhecerão o terapeuta e este poderá ter a percepção real do casal. Entre outras funções. Isso contribui significativamente para que o profissional permaneça neutro, pois todos foram apresentados simultaneamente. O contato da terapia foi feito com a participação de todos. Inclusive, a decisão de como será conduzido o processo é tomada em consenso. Nada na surdina.

Tomar partido é um grande risco que se corre quando um psicólogo começa a conhecer história do casal ouvindo apenas uma parte. Por isso, a terapia de casal acontece sempre com a participação dos dois.

O número de casais que são infelizes no relacionamento é maior do que imaginamos. Muitos acreditam que viver um relacionamento é algo fácil. No entanto, a realidade pode ser menos otimista. A vida a dois não precisa ser fantasiosa para ser mais satisfatória. O fato é que todos os casais colecionam conflitos de várias espécies. Alguns casos são tão intensos que é necessário o auxílio profissional, na tentativa de encontrar uma saída para os problemas do relacionamento. Em todos eles, o desafio é saber quando um casal precisa de terapia.

quando um casal precisa de terapia casal-briga-separacao

Em textos anteriores, já sinalizei que os casais procuram a terapia como o último investimento para tentar salvar o casamento [veja].  O ideal seria que eles procurassem ajuda para resgatar a relação de forma preventiva. Porém, não é o que costuma ocorrer. A maioria dos casais prefere acreditar que os problemas serão resolvidos por si sós ou com métodos caseiros. A principal estratégia adotada por eles é evitar abordar as questões que vêm trazendo obstáculos e conflitos à relação. Com isso, os problemas crescem de forma exponencial, muito embora as drásticas consequências de escolhas erradas no momento mais crítico.

Quando um casal precisa de terapia?

O interessante seria que o casal procurasse um psicólogo quando identificasse as primeiras divergências impactantes, conflituosas e repetitivas na relação, especialmente aquelas questões sobre as quais não estão conseguindo chegar a bons acordos. Embora seja uma questão muito subjetiva e que sempre varia de casal para casal, todo mundo percebe quando as coisas não estão indo bem na relação. E esse pode ser o primeiro sinal que mostra quando um casal precisa de terapia.

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Mesmo que a predominância seja pela procura profissional quando o casamento já está em estado terminal, devemos considerar que cada pessoa é única e que cada relação possui seu tempo. Por isso, nunca é tarde para procurar ajuda. Afinal, até mesmo por não se saber exatamente quando um casal precisa de terapia, tomar uma decisão desse porte não é fácil. Mesmo sem saber qual a melhor maneira de restaurar uma relação, cada pessoa – a sua maneira – faz o que é possível para salvar seu casamento. Todavia, por ser um processo de alta complexidade, nem sempre são tomadas as melhores decisões. Isso impede que bons resultados sejam alcançados.

Dificuldade e obstáculos para fazer uma terapia de casal.

Ainda temos muitas dificuldades culturais e sociais para o reconhecimento da importância da psicoterapia na vida das pessoas. Diante dos problemas, tendemos a buscar métodos paliativos, caseiros  e pouco profissionais, especialmente no que diz respeito aos relacionamentos. Esses recursos, em sua maioria, podem até estancar um ou outro sangramento. Porém, raramente resolvem os problemas com qualidade e de forma definitiva.

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Com tamanhos acúmulos de insucesso, uma hora será necessário enfrentar a realidade, muito embora seja tentador resistir às velhas e improdutivas estratégias de empurrar a poeira para debaixo do tapete. Em vista disso, ao se questionar sobre quando um casal precisa de terapia, saiba que sua relação e sua felicidade afetiva já podem estar em perigo.

Somente com decisões adequadas é que você sairá das estatísticas dos casais que são infelizes no relacionamento. Afinal, você já sabe que viver um relacionamento é algo complexo. Isso por si só demonstra que não dá para ficar tentando a sorte com métodos caseiros.

Como funciona a terapia de casal? Essa é uma pergunta que ouço com muita frequência. Sua recorrência demonstra que os casais que precisam de terapia pouco conhecem essa modalidade de tratamento. Além disso, evidencia como podem estar assinto os psicólogos que oferecem esse serviço para ajudar nos relacionamentos . Alguns não informam aos seus clientes como o tratamento é feito. No intuito de melhorar esse aspecto e informar sobre como funciona a terapia de casal, vou abordar esse assunto no post de hoje.

Como é comum em várias áreas do conhecimento, a prática profissional em Psicologia também tem múltiplas possibilidades de compreensão e atuação na questão dos relacionamentos e da terapia de casal. Por essa razão, não existe um método padrão que determina uma única linha de trabalho aos psicólogos.

Casal-em-Dúvida como funciona a terapia de casal? Psicólogo em salvador.

Isso significa dizer que você pode encontrar instituições e pessoas oferecendo de tudo um pouco, muito embora nem todos cumpram com os referenciais éticos necessários. Alguns, inclusive, adotam condutas que são completamente rechaçadas pelo Conselho Federal de Psicologia e pela ética da profissão. Por isso, é importante ser criterioso e conhecer bem o perfil do terapeuta que vai tratar as questões do seu relacionamento.

Dito isso, fico mais à vontade para falar como funciona a terapia de casal em meu consultório e na minha prática e experiência profissional. Sou especialista em terapia clínica familiar. Isso significa dizer que, além da minha formação em Psicologia – na qual desenvolvi as habilidades para analisar os comportamentos humanos, especializei-me em compreender como é o funcionamento das relações afetivo-amorosas e os desdobramentos nos relacionamentos entre casais. Por isso, ofereço atendimento às famílias, terapia de casal e individual.

Como funciona a terapia de casal?

A terapia de casal, dentro da perspectiva clínica, funciona como um lugar de acolhimento. Nele é oferecido um ambiente seguro, no qual o casal pode colocar as questões que estão prejudicando a relação. A partir dessa compreensão, elaboramos e construímos possíveis saídas para os impasses, dificuldades e sofrimentos vividos pelo casal.

como funciona a terapia de casal? Psicólogo em salvador. Psicólogo

Ou seja, é na terapia que o casal contará com o suporte adequado para abordar as questões importantes do relacionamento. Com a ajuda do terapeuta, o casal irá desenvolver as habilidades para compreender as causas e consequências dos sofrimentos. Isso ajudará na construção de novos repertórios, análises e reflexões sobre como o outro se sente naquelas situações de conflito.

Qual o papel do terapeuta de casal?

O terapeuta é um facilitador das conversas e diálogos. Quando um casal procura a terapia, significa que tudo já foi tentado para resolver os problemas daquela relação. É como se eles já tivessem tentado várias ações e pouco a pouco foram perdendo força; chegando até a pensar em desistir. Ao procurar ajuda, o casal já sabe a dimensão dos problemas. Eles sabem muito bem como tem sido difícil conversar ou resolver tais questões. Como já abordei aqui no blog, a terapia de casal é vista como a última tentativa para salvar o casamento.

como funciona a terapia de casal? Psicólogo em salvador. Elidio Almeida

Desse modo, o terapeuta de casal colabora com seu conhecimento e experiência para auxiliar o casal a compreender o que estão passando. As causas, consequências e soluções para as questões são investigadas e apontadas. A principal intervenção do terapeuta de casal é por meio de perguntas para clarear as situações, trabalhar as raízes dos problemas e trazer insights às dificuldades vividas pelo casal.

Por isso, sempre que me perguntam como funciona a terapia de casal, respondo que é um excelente investimento para identificar as causas das crises no relacionamento. Por meio da terapia de casal, é possível oferecer as ferramentas para a construção de diálogos honestos. Atitudes funcionais, expectativa de mudanças comportamentais contribuem para a resolução dos conflitos do relacionamento. Isso faz com que o casal saia do circuito fechado dos problemas e caminhe para o equilíbrio saudável do convívio a dois.

Já fiz alguns posts aqui no blog sobre pessoas viciadas em pornografias e como isso atrapalha o desempenho sexual e a relação. Hoje vou tratar sobre os típicos comportamentos dos filmes eróticos que você não deve pôr em prática na vida real. Você vai descobrir que o que é visto nos filmes eróticos não reflete a realidade dos casais.

Nos posts anteriores, ressaltei que muitos relacionamentos – e a vida sexual de várias pessoas – são construídos tomando como principal referência os filmes e materiais pornográficos. Isso, na maioria das vezes, é algo muito prejudicial. A pornografia transmite modelos e comportamentos que não refletem a sexualidade vivida nos relacionamentos reais.

Por não saber ou não dar a devida importância a isso, algumas pessoas tentam reproduzir os comportamentos representados nos filmes eróticos em cada relação sexual. Muitas delas se frustram ou se tornam infelizes sexualmente.

psicólogo especialista em terapia de casal em salvador elidio almeida

Nos filmes pornográficos, o roteiro é quase sempre o mesmo:

    • O casal está sempre pronto para o sexo.
    • Não é preciso sequer passar pelas preliminares.
    • Não há dificuldade para fazer as mais difíceis posições do Kama Sutra.
    • Qualquer lugar é adequado para transar.
    • O sexo sempre é perfeito, prazeroso e escandaloso.
    • Ambos sempre chegam ao orgasmo (simultaneamente).
  • Falta de delicadeza na masturbação.

Assistir a um filme erótico como forma de esquentar o clima entre o casal pode ser interessante. Mas é importante ficar atendo para que isso não se torne algo muito frequente. Se o casal sempre precisa dos filmes para se excitar, isso pode sinalizar alguma  dificuldade na relação, uma vez que os filmes podem criar uma imagem errada de como uma relação sexual deve acontecer. Essa questão é ainda mais delicada para aqueles que possuem pouca ou nenhuma experiência sexual.

O que é visto nos filmes eróticos que você não deve pôr em prática na vida real.

Para que você não tente ou continue colocando em prática os comportamentos dos filmes eróticos, vou listar alguns comportamentos que você não deve trazer para a vida real. São dicas simples, mas que podem refletir o que seu parceiro ou sua parceira espera para que a relação sexual de vocês tenha mais qualidade. Ao menos é isso que ouço de muitas das minhas clientes.

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Qualquer hora é hora para fazer sexo.

Nos filmes, qualquer hora é hora para fazer sexo. Isso é uma lenda que pouco se aplica à vida real. Muitas relações, especialmente no início, podem funcionar dessa forma, mas é absolutamente normal que a chama desse fogo não tenha tanta potência com o passar dos tempos. Algumas pessoas acham isso estranho. Elas consideram que o amor acabou ou a relação esfriou. Na maioria das vezes, elas estão enganadas. Talvez isso indique que a relação tenha apenas ficado mais sólida.

A maioria dos filmes eróticos são destinados aos homens.

Você sabia disso? A maioria dos filmes eróticos já iniciam do modo mais direto possível. Como a maioria dos homens aprende sobre sexo vendo essas coisas, internalizam que devem abordar e iniciar uma relação sexual exatamente dessa forma. É isso que frustra muitas mulheres. O problema é que, na vida real, é praticamente impossível que a mulher tenha sexo satisfatório se não houver preliminares. Elas precisam da parte sensorial bem estimulada para que haja a lubrificação. Poucos homens sabem, mas a lubrificação feminina é equivalente à ereção masculina. #maispreliminaresporfavor

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Gozo escandaloso

Na imensa maioria dos filmes eróticos, as atrizes gritam escandalosamente quando chegam ao orgasmo. Na vida real, uma mulher raramente fará o mesmo. Em situações específicas, pode ocorrer um atuação dessas, especialmente quando se explora uma fantasia sexual. Porém, saiba que é difícil chegar ao nível dos filmes. Como muitas mulheres também aprenderam sobre sexo vendo filmes pornográficos, elas entendem que o legal é gozar daquela forma escandalosa. No entanto, quando não é espontâneo, pode ficar excessivamente falso. Meus clientes sempre falam que não há nada mais brochante que perceber a parceira fingindo.

Orgasmo simultâneo

No mundo ideal – e nos filmes pornôs –, o casal sempre chega ao orgasmo no mesmo momento. Em alguns casos, a mulher ainda chega antes e consegue ter vários orgasmos antes que o homem tenha o seu. Outras mulheres demoram mais para chegar ao auge do prazer. Embora pouco se fale a esse respeito, esse também é um problema que acontece com alguns homens. Observe que os filmes nunca mostram isso. Neles, os homens sempre chegam ao orgasmo no final de toda a relação (depois da mulher ou junto com ela). Os filmes prezam pelo desempenho sexual. Como o orgasmo é o objetivo final, ambos precisam alcançá-lo. Já recebi em meu consultório casais que tinham como queixa o fato de nunca terem gozado juntos. Isso prova alguns dos desserviços dos filmes à vida sexual de muitas pessoas. Regras e ilusões que são transportadas dos estúdios para a vida entre quatro paredes do casal.

Sem parar

Nos filmes, não há pausa durante o sexo. Ninguém cansa ou precisa de uns minutinhos para se recompor. Brochar, nem pensar. Enquanto, na vida real, a ereção pode diminuir um pouco em uma virada de posição, nos filmes, tudo é perfeito. Alguns filmes mostram os atores transando por horas. Há nesses filmes uma edição que confunde a passagem do tempo e nos leva a crer que uma transa parece ter horas. Vale lembrar que numa gravação dessas, permite-se intervalos para descanso entre as cenas de sexo, inclusive de um dia para outro. Não por acaso, estudos apontam que os maiores usuários dos comprimidos para forçar a ereção não são idosos ou pessoas com problemas de saúde. Os maiores usuários dos estimulantes sexuais são os homens que desejam ter a mesma performance dos atores de filmes pornôs.

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Posições absurdas

Os filmes mostram posições que não levam em conta a anatomia de pessoas comuns. Muitas das posições mostradas nos filmes de sexo geralmente só são possíveis para atletas ou pessoas com alta flexibilidade na postura. Certas posições são desconfortáveis para as mulheres ou de enorme dificuldade para alguns homens, por conta do tamanho do pênis. Aliás, muitos homens consideram que possuem pênis pequeno, pois a referência deles são os atores superdotados dos filmes pornôs.

Locais impossíveis

Escritório, elevador, escadas… Qualquer lugar é válido para fazer sexo nos filmes do gênero. Ninguém se incomoda com um degrau, com o chão duro ou com a possibilidade de aparecer o chefe a qualquer momento. Pode acontecer de pintar o clima num lugar estranho de vez em quando, mas a realidade não é tão extrema. Muitos casais se incomodam com lugares muito exóticos, principalmente as mulheres ou pessoas mais tímidas.

Sexo anal fácil

Nos filmes pornôs, o sexo anal é a coisa mais prazerosa, fácil e rápida de se fazer do mundo. Essa é, sem dúvida, a maior ilusão mostrada nos filmes. Esse comportamento é tão massificado nos filmes que causa frustração em homens e mulheres reais. Elas acham que são incompetentes por não conseguirem reproduzir com tamanha facilidade aquilo que veem nos filmes. Eles, por sua vez, consideram as mulheres frígidas, desajeitadas ou desamparadas e desprovidas de uma habilidade tão básica, na perspectiva deles.

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Sem nojo

Nos filmes, a mulher não só não se incomoda, como adora engolir e ter jatos de esperma no rosto. A realidade é bem diferente. Muita mulher acha nojento. Aquilo tudo foi feito para ser um estímulo a mais, mas não se copiar. A visualização da ejaculação é interessante para os homens, por isso, nos filmes, os homens sempre lançam o esperma para fora. É um mito que foi criado para mostrar a ejaculação. Tem mulher que gosta, tem mulher que não gosta. É preciso combinar ou sentir a reciprocidade do desejo para esse comportamento na vida real. Ademais, nesse caso, é fundamental tomar cuidado com doenças sexualmente transmissíveis.

Lembre-se de que é sempre importante combinar com seu parceiro ou parceira o comportamento sexual da relação de vocês. Por isso, não tente repetir ou continue colocando em prática os comportamentos dos filmes eróticos. Se se sentir à vontade, use os comentários abaixo e deixe sua opinião sobre esse post e a listinha que apresentei acima.

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