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Comportamento

Ao contrário do que muitos pensam, ser médico não é fácil. A prática da medicina sofreu muitas alterações nos últimos anos. Nesse sentido, o estresse ocupacional tem afetado a saúde psicológica dos médicos. Em muitos casos, há interferências não só no exercício da profissão como também na vida pessoal desses profissionais. Não obstante, as condições de trabalho estão cada vez mais exigentes e desgastantes. Diariamente, desde a formação, o médico tem que lidar com carga horária excessiva, além das cobranças pessoais, institucionais e sociais cada vez maiores.

Nos últimos anos, os médicos vêm lidando com muitas perdas, entre as quais, a qualidade de vida e a autonomia em seu ambiente de trabalho. A exposição a situações cada vez mais estressantes, seja nas instituições em que trabalham ou com o público ali atendido, tem aumentado a vulnerabilidade desses profissionais.

Por tudo isso, os reflexos dessa rotina profissional vêm interferindo na saúde psicológica dos médicos. De forma cada vez mais freqüente, os prejuízos refletem nas relações afetivas, familiares e sociais.

Não por acaso, cada vez mais, o abuso de substâncias para aliviar o impacto dessa realidade vem aumentando consideravelmente. Isso vem provocando nos médicos um gigantesco quadro de adoecimento emocional, desencadeando especialmente quadros de depressão e suicídio, temas raramente discutidos.

A representação social dos médicos.

Para compreendermos a saúde psicológica dos médicos, precisamos deixar de lado a representação social que esses profissionais possuem. Somente abrindo mão do estereótipo social do médico é que vamos conseguir enxergar as pessoas por trás da profissão.

Estudos que versam sobre a representação social do médico informam que esse profissional geralmente é visto como:

  • Pessoa financeiramente rica e bem-sucedida, por isso, não tem problemas;
  • Detentor de um conhecimento privilegiado, motivo pelo qual tem a obrigação de saber todas as coisas;
  • Pessoa com disponibilidade integral para servir;
  • Alguém que ganha muito para fazer pouco;

Lamentavelmente, essa visão é amplamente difundida na nossa sociedade. Com isso, a população generaliza e rotula injustamente nossos médicos. Não bastasse essa avalanche social, muitos governantes e instituições incitam a população a declarar guerra aos médicos. Agindo dessa forma, transferem a esses profissionais a responsabilidade pelo caos atualmente visto na saúde do país, especialmente na esfera pública. No discurso dessas pessoas, propaga-se que os problemas e a falta de acesso à saúde são culpa dos médicos, fazendo com que estes recebam, em sua atuação profissional, uma carga emocional altamente danosa e muito superior às inerentes à sua atuação.

Isso tem levado os médicos a desenvolver habilidades para além de suas funções. Além do saber técnico, são requeridos a driblar, cotidianamente, as cobranças, insultos e agressões físicas e morais em seu ambiente de trabalho. São eles que suportam a insatisfação da população com o sistema de saúde (público e privado). Por conseguinte, poucas pessoas conseguiriam viver a rotina dos médicos.

Além de serem julgados socialmente e expostos, nem sempre os médicos possuem condições adequadas para o exercício de suas funções profissionais. E não para por aí.  Os médicos ainda sofrem outros danos.

Há uma cobrança e uma disputa nem sempre tácitas entre os próprios médicos. Muitas vezes, eles mesmos cobram de seus pares posições sociais que também geram prejuízos. Especula-se que todos os médicos devem ter supercarrões, mega-apartamentos, amplo histórico de viagens ao redor do mundo, festas de casamentos faraônicas… Como se isso fosse um requisito mínimo para quem é médico.

Implicitamente, propaga-se que, para ser médico, você tem que cumprir todos esses requisitos sociais. Tais ocorrências têm provocado não só a exigência de trabalhar mais para suprir essas “necessidades”, Elas têm ocasionado também afastamento familiar, social e uma variabilidade de adoecimentos psicológicos e emocionais.

Os médicos estão emocionante doentes.

Sim, essa é uma constatação lamentável. O contexto em que muitos médicos estão inseridos tem levado a uma perda dos filtros da realidade e à ausência de posicionamentos mais adequados para trazer equilíbrio à vida pessoal e profissional.

Estudos mostram que, com o passar dos anos, os médicos vêm perdendo cada vez mais qualidade de vida. Em associação com essa realidade, eles estão entre os maiores consumidores de antidepressivos e ansiolíticos. Além disso, eles raramente conseguem manter uma alimentação balanceada, freqüência regular de atividades físicas e descanso.

Os ambientes de trabalho dos médicos geralmente são muito tensos e geradores de ansiedades desmedidas. Os conflitos com superiores, com a equipe e com o público atendido são frequentes e exigem dos médicos preparo psicológico e emocional que nem sempre lhes é viável. A rotina intensa de trabalho tem afastado esses profissionais do seu núcleo familiar e da vida social, trazendo muitos prejuízos aos relacionamentos, especialmente aos namoros e casamentos.

A saúde psicológica dos médicos.

Muitos médicos foram afetados pelo desafio de trabalhar exacerbadamente para acumular bens materiais de que raramente conseguem usufruir adequadamente. A maioria tem sido guiada pelas representações descontextualizadas da profissão. Com isso, acabam legitimando um padrão comportamental do qual eles são a principal vítima. Não por acaso, os profissionais de saúde estão entre os maiores acometidos pelo estresse ocupacional, ansiedade, depressão e pela síndrome de burnout.

Por tudo isso, precisamos refletir sobre a saúde psicológica dos médicos em nossa sociedade. Precisamos enxergar com mais atenção as pessoas por trás dos jalecos e dos estetoscópios. Compreender a realidade deles fará com que se tenha mais sensibilidade acerca dos problemas que enfrentam em seu dia a dia.

Nos próximos posts, falarei mais sobre a vida psicológica e emocional dos médicos. Se você tem alguma dúvida, crítica ou sugestão, escreva para mim.

Qual é a saída para os problemas do relacionamento? A falta de resposta para esta questão tem tirado o sossego de muitas pessoas.  Mesmo sendo fato que qualquer casal tem problemas. Alguns, poucos; outros, nem tanto.

O interessante é que a maioria das pessoas tem consciência disso, ainda assim, sofre em função da ocorrência desses problemas. O motivo desse sofrimento vem basicamente de dois fatores:

    • Mesmo enxergando a existência de eventuais problemas na relação, algumas pessoas sentem-se frustradas, pois acreditam que, numa relação amorosa, tudo tem que ser perfeito.
  • Outras pessoas enxergam que alguns problemas precisam ser sanados para que não venham a arruinar a relação. Apesar dessa consciência, não conseguem estabelecer um diálogo ou qualquer conversa para resolver os problemas do relacionamento.

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Saída para os problemas do relacionamento: a relação perfeita.

O primeiro ponto é que casais que desejam viver em relações sem qualquer conflito ou divergência estão fadados à frustração. É incrível como homens e mulheres estabelecem  seus propósitos de vida a dois baseados no mito de “felizes para sempre“. Casais assim ainda não se deram conta de que a vida real em nada se assemelha aos perfeitos e  ilusórios contos de fadas.

Muito por isso, aos primeiros sinais das divergências, a principal atitude tomada por esses príncipes e princesas é fugir do enfrentamento. Para eles, a única solução que conhecem é partir para outra história. A intenção é clara: encontrar a pessoa perfeita para construir o seu conto de fadas. No entanto, só bem mais tarde em suas vidas é que perceberão que tornaram-se acumuladores de histórias e fracassos.

A falta de diálogo e os problemas no relacionamento

Outra questão preocupante são aqueles casais que querem resolver os problemas do relacionamento, mas não sabem como fazer isso. Eles enxergam com clareza a saída para os problemas do relacionamento, todavia, o medo de machucar, o receio de perder o parceiro e o sentimento que ainda existente entre eles termina falando mais alto; mantendo o casal unido, mesmo com os crescentes conflitos.

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A grande questão é eles não conseguem ou não sabem como abordar os problemas. Conversar sobre os problemas existentes no relacionamento é uma necessidade. Todavia, abordar determinadas questões com o parceiro ou a parceira não é nada fácil. Casais que estão passando por problemas no relacionamento precisam descobrir que o diálogo franco e desprovido de rancores é sempre uma boa alternativa. Por isso que sempre falo do comportamento assertivo para meus pacientes.

A assertividade é um tipo de abordagem que ajuda a elucidar dúvidas e resolver questões que podem ameaçar a boa convivência entre os parceiros. No entanto, em determinadas situações, principalmente naquelas em que, aparentemente, ninguém enxerga uma saída para os problemas do relacionamento, é necessário o auxílio de um profissional especializado.

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Quando buscar uma Terapia de Casal?

Nem sempre é fácil determinar qual o momento exato de se procurar uma terapia de casal. Costumo dizer que não é meramente o fato de o casal se deparar com um problema que deve levá-los à terapia. Como dito acima, todo relacionamento terá um ou outro problema no convívio. A grande questão a ser evidenciada nesses momentos é como o casal consegue (ou não) abordar e tratar o problema da relação.

Lógico que os conflitos são sempre desencadeados por algum fato que interfere na vida dos dois. É muito difícil definir especificamente quais as razões que levam um casal a enfrentar problemas. Ao enumerar as questões mais comuns, é importante que você filtre esses pontos de acordo com seu contexto e as características absolutamente particulares do seu relacionamento. Ficando isso claro, posso falar de situações que envolvem:

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    • falta de equilíbrio nos acordos do casal.
    • questões do ciclo vital (nascimento e educação dos filhos em diferentes idades, por exemplo).
    • insegurança.
    • ciúme.
    • questões financeiras, sexuais, de projetos de vida divergentes.
  • Franqueza e clareza na administração dos conflitos.

Vale lembrar que nada disso, porém, é fator único. Caso você esteja tendo dificuldade para resolver os problemas do seu relacionamento, isso parece um motivo salutar para pedir ajuda e abordar adequadamente tais pontos com seu companheiro ou companheira. A ajuda de um profissional intermediando o conflito pode fazer que o casal enxergue uma saída para os problemas do relacionamento.

Decidir sobre algo nem sempre é uma tarefa fácil. Já abordei a questão da dificuldade para tomar decisão em outros posts aqui do blog. Quando a tomada de decisão diz respeito ao bem-estar do casal, as expectativas tendem a atrapalhar. Elas trazem dificuldades na construção da relação. Hoje, veremos um pouco mais sobre essa questão, analisando os prejuízos de se criar expectativas no relacionamento. Você vai descobrir uma alternativa bem mais arrojada para obter melhores resultados e sucesso na sua vida sentimental. Entenda.

casal-briga-separacao criar expectativas no relacionamento Elídio Almeida psicólogo em salvador

Na nossa cultura, o hábito de criar expectativas no relacionamento está associado às ideias positivas, ao otimismo e à esperança de buscar sempre o melhor para nossa vida amorosa. O que poucas pessoas sabem é que criar expectativas no relacionamento não é uma boa estratégia.

Expectativa é algo que, na Psicologia, vemos sempre com bastante cautela. Ao investir nesse tipo de comportamento, a pessoa:

    • acredita que no futuro as coisas vão melhorar.
    • que sua entrega, investimento e persistência um dia serão recompensados.
    • confia que seu companheiro ou  companheira valorizará toda sua dedicação.
    • sente que o sofrimento atual faz parte da construção de um futuro melhor para a relação.
  • pensa que sua insatisfação atual é necessária para que o outro enxergue o valor dos sentimentos.

Observe que, em todas essa situações, há uma esperança de melhora. Isso costuma ser visto como algo motivador, otimista e positivo. No entanto, tudo está dissociado do histórico e do momento atual do relacionamento. Nesses casos, a pessoa considera que somente o futuro importa. Para elas, investir e acreditar numa recompensa vale qualquer sacrifício. Ou seja, isso é a mais pura definição de expectativa: viver no futuro, sem considerar o passado e o presente.

Nas sessões de terapia de casal, didaticamente, procuro sempre desconstruir a ideia de criar expectativas no relacionamento. O objetivo é desenvolver o conceito de previsibilidade de comportamento. Sim, é possível prever comportamentos, conforme veremos a seguir.

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Criar expectativas no relacionamento e a previsão do comportamento.

A expectativa funciona mais ou menos assim: quero casar com alguém que prepare meu café da manhã e me sirva todos os dias na cama. Sem perceber, a pessoa cria para si uma regra. Ela parte para um processo seletivo extremamente desumano e selvagem em busca de alguém que possa propiciar tal realização. A ideia torna-se tão fixa que ela passa a olhar apenas para esse ponto. Com isso desconsidera qualquer outra informação relevante para sua tomada de decisão e construção da relação.

A previsão de comportamento funciona de forma diferente. Nela, ainda que o café da manhã na cama seja algo importante, toma-se como ponto de partida a análise do histórico e convívio atual com a outra pessoa. A partir dessa observação e junção desses dados, ela verificará se há probabilidade de tal comportamento ocorrer no relacionamento. Dessa forma, ela também olha para o futuro, porém, tem o mesmo olhar para o presente e para o passado do casal, enxergando não só o café da manhã na cama, mas também outras ações de peso para as decisões quanto ao relacionamento.

Para endentar melhor essa questão, imagine que vocês estejam vendo um filme. Numa cena um homem leva o café da manhã na cama para sua amada. Ao ver a cena, seu namorado diz: “que coisa ridícula, jamais faria uma coisa dessa”. Se seu modelo de construção de um relacionamento for a expectativa, esse dado valiosíssimo será ignorado e você continuará fazendo escolhas erradas. Todavia, se você analisa esse comportamento pelo viés da previsão comportamental, verá que é pouco provável que você seja feliz caso continue decidido a investir nessa relação sem ajustar esse ponto. Em outras palavras, não vale criar expectativa em alguém que informa que “jamais fará algo tão importante para você“.

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Colocar as cartas na mesa para tomar decisões importantes.

É muito comum chegarem à terapia pessoas que estão com dificuldade para tomar decisões. Especialmente quando as decisões dizem respeito aos seus relacionamentos. Muitas vezes, elas consideram que aquela relação é boa, mas falta algo importante: sexo, confiança ou afeto, por exemplo. Durante a terapia, procuro mostrar a elas que viver de expectativa dificilmente mostrará respostas. Porém, ao pensar na estratégia de previsão de comportamento, as coisas podem ser mais fáceis.

Na maioria das vezes, isso não representa uma ruptura. Ao contrário, o casal passa a ter condições de colocar todas as cartas na mesa e combinar o que pode ser feito naquela situação. Claro que fazer isso não é nada fácil. Porém, quando bem orientados, o casal consegue obter resultados fantásticos. Por isso, criar expectativas no relacionamento não é uma boa estratégia.

Muitas pessoas querem iniciar uma Terapia de Casal, mas sempre surgem algumas dúvidas. Frequentemente, recebo algumas perguntas dos leitores do blog sobre esse tema. Saber se os homens são mais resistes à terapia de casal é sempre um questionamento recorrente. Por isso, resolvi escrever este post para sabermos se isso é um mito ou uma verdade.

Os homens são mais resistes à terapia de casal?

Primeiramente, percebo que o questionamento em si parece dizer muito sobre essa situação. Caso os homens não fossem tão resistentes à terapia de casal, esse comportamento não chamaria tanto a atenção e não geraria esse tipo de pergunta. Ou seja, para que uma pessoa venha a elaborar um questionamento desse tipo, certamente ela pode ter encontrado dificuldade para convencer seu parceiro a ingressar num processo terapêutico para ajustar a relação.

terapia de casal em salvador Elídio Almeida psicólogo homens são mais resistes à terapia de casal

Ainda não encontrei uma pesquisa mais ampla que traga dados sobre quem têm mais resistência à terapia de casal, se os homens ou as mulheres. Porém, posso falar a partir da minha prática clínica e experiência como terapeuta de casal. Percebo que as mulheres procuram mais esse tipo de terapia. Sim, na maioria das vezes, são elas que tomam a iniciativa de discutir a relação com o intermédio de um profissional. E mesmo antes da terapia, também são elas que – na maioria das vezes – procuram as mais diversas formas de resolver os problemas do namoro ou casamento.

Terapia de casal ou terapia individual para resolver os problemas da relação?

Os homens são pioneiros em buscar a terapia individual. Em tese, quando se trata de questões voltadas ao relacionamento afetivo, os homens são motivados pelos mesmos interesses que levam as mulheres a buscar ajuda profissional para esse fim. No entanto, eles procuram resolver as questões sem a participação de suas companheiras. Isso pode significar que – culturalmente – as mulheres têm mais habilidades para compartilhar sentimentos e emoções.

Dessa forma,  elas demonstram ser mais participativas na busca de solução para os problemas do relacionamento. Os homens se revelam mais tímidos para discutir a relação com suas companheiras. Por isso, nessa questão de mitos e verdades, devemos analisar sempre as particularidades de cada caso. Esta análise deve ser feita sempre com muita cautela.

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As mulheres se cuidam mais.

Na verdade, as mulheres procuram mais os serviços de saúde e cuidados pessoais. Isso também se reflete nas questões emocionais, de saúde mental e melhorias do relacionamento. Muito embora eles procurem mais a terapia individual e elas prefiram a terapia de casal, observo que quando eles iniciam o tratamento em conjunto, essa questão de resistência e diferença de gênero perde espaço para a conquista da reconstrução da relação.

Por isso, sempre recomendo àqueles que estão resistentes à terapia de casal a fazer ao menos a primeira sessão. Isso ajuda a analisar melhor como funciona o trabalho. Conhecer é sempre o melhor caminho para tomar decisões.

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