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Ansiedade

O que leva uma pessoa a tentar um suicídio? Se você quer saber quais motivos leva alguém a tentar o suicídio, está passando por momentos ruins em sua vida ou ainda conheça alguém nessas condições, leia atentamente ao texto.

São vários os motivos que levam uma pessoa a pensar ou tentar se matar. Geralmente esse comportamento é consequência do acúmulo de múltiplos fatores e experiências mal sucedidas presentes no histórico de vida da pessoa. Do mesmo modo, o surgimento de uma emoção negativamente abrupta pode, tirar dela a vontade de viver. Episódios desse tipo levam estas pessoas a compreender que não conseguem lidar com as próprias frustrações. Por isso, nessas ocasiões, muitas delas tentam suicídio.

Para alguém que tenta tirar a própria vida, o suicídio é visto como uma saída, fuga e até mesmo uma forma de dar um fim aos problemas. Pensar dessa maneira, é uma grande ilusão. Muito embora o suicida não veja dessa forma no momento da crise.

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Discutir sobre o comportamento suicida é fundamental. Mesmo com os tabus que rondam este tema, abordar estas emoções têm um caráter preventivo. Quanto antes compreendermos e tratarmos os sentimentos relacionados ao suicídio, mais fácil será superar as dificuldades, trazendo ou restaurando a qualidade de vida

O que leva uma pessoa a tentar um suicídio?

    • Chantagens emocionais
  • Crises psicológicas

Até mesmo não conseguir comprar um bem material, estão entre as principais causas para tentativas de suicídio na atualidade.

Isso demonstra que qualquer desilusão que ocorra na vida de uma pessoa com baixa tolerância à frustração pode desencadear uma ideação suicida, tentativa ou até mesmo a consumação do ato.

O papel das emoções

Nossas emoções são bens altamente valiosos. Por isso devemos dar a devida atenção aos sentimentos (nossos e das pessoas que nos rodeiam).

Constantemente recebo em meu consultório pessoas interessadas em compreender o  que leva uma pessoa a tentar um suicídio. Muitas vezes elas identificam familiares ou amigos que encontram-se frustrados, depressivos ou vulneráveis. Elas sempre desejam saber o que fazer quando uma pessoa começa a dar sinais que pode se matar. Costumo sempre dizer que todos os comportamentos devem ser respeitados e valorizados.

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O que não dizer a uma pessoa que está pensando em suicídio?

O mais preocupante são os casos em que familiares e amigos não conseguem enxergar ou dimensionar os sinais que a pessoa emite quando começa a pensar na possibilidade do suicídio. Mesmo quando isso é externado ou percebido, parentes e amigos tendem a não dar o devido valor a estes alertas. “Vai passar… ”, “É assim mesmo…” “Isso é só uma fase…”, “Você tem que ser forte…“.

Estas são as maneiras como pessoas que não conhecem a gravidade do assunto costumam lidar com esta situação. Ignoram aquilo que pode estar sendo uma forma de solicitar ajuda.

Coisas desse tipo devem ser evitadas. Agir dessa forma é como se não estivessem dando a devida importância ao “pedido de socorro”.

Boas intenções para motivar, funcionam?

Ainda que estejam imbuídas das melhores intenções, ao dizer coisas como  “Vai passar… ”, a mensagem que normalmente chega a pessoa que tenta suicídio  é completamente outra: Não vejo nada demais nisso”.

A ideia é motivar a pessoa a sair daquela situação, mas resultado termina sendo o oposto. Ainda que consigam um resultado paliativo ou uma melhora instantânea, aquilo não tem consistência e duração. Ao refletir sobre as “palavras de conforto”, a pessoa sente-se incompreendida.

Quem tenta ajudar dessa forma, acaba somente tentando desviar o foco. Ou seja, provocam ainda mais frustração para aquela pessoa que já está mal. Mesmo sem querer pioram ainda mais o quadro.

O recomendado, na verdade, é tentar acolher e aprofundar a questão. Somente assim estariam dando um suporte adequado. Mas fazer isso não é fácil e exige técnica especializada no assunto. Para isso é importante compreender o que leva uma pessoa a tentar um suicídio.

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Falar em suicídio é um tabu.

Ainda hoje falar sobre sentimentos e pensamentos suicidas é um tabu para a maioria das famílias. Por esta razão, é de fundamental importância compreender o que pode levar uma pessoa a tentar suicídio. Ademais, buscar ajuda profissional para lidar de forma adequada com as emoções e as situações que envolvem o suicídio é salutar.. Especialmente naqueles momentos em que estas emoções estejam associadas a momentos de tristezas, melancolias, frustrações, perdas, quadros de ansiedades e depressão.

Infelizmente as pessoas costumam buscar ajuda qualificada somente quando a situação já está na iminência de uma tragédia. Isso é válido, pois o mais importante é salvar preservar vida. No entanto, o quanto antes as feridas emocionais forem tratadas, mais chances de sucesso teremos. O tratamento preventivo vai além de manter a pessoa viva. O propósito é superar as dificuldades e trazer de volta a motivação para viver com qualidade de vida.

“Tenho muita dificuldade para tomar decisão. Como posso melhorar isso?”

Esta é uma pergunta que reflete a realidade e a angústia de muitas pessoas. Quem tem dificuldade para tomar decisão, costuma também ter altos índices de ansiedade e vive sempre em cima do muro. Além disso, perde parte significativa do seu dia com uma atitude que poderia ser bem mais simples: tomar uma decisãoOu seja, uma pessoa desse tipo, gasta muita energia psíquica e emocional de forma extremamente exacerbada para tomar decisões.

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Se você tem dificuldade para tomar decisão e sofre com essa perda de tempo diário em sua rotina. Ou é daquelas pessoas que enfrenta todas as consequências ou sintomas da procrastinação, saiba que você pode ser uma pessoa insegura. Você precisa  urgentemente desenvolver habilidades fundamentais para decidir-se e restaurar o seu bem-estar.

Dificuldade ara tomar decisão e insegurança

Talvez você ainda não tenha percebido, mas a dificuldade para tomar decisões está diretamente ligada à insegurança. Quando nos sentimos inseguros, tendemos a pensar o futuro de forma muito negativa e pessimista. Isso fica evidente pela maneira que procuramos checar todas as possibilidades e alternativas antes de nos decidirmos por algo. E é justamente por esta razão que desenvolvemos a dificuldade para tomar decisão. Entenda.

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O fato de temos uma perspectiva pessimista do futuro, de prevemos acontecimentos negativos e analisarmos todas as possibilidades antes de tomarmos qualquer decisão, tem – teoricamente – a função de nos aproximar das melhores escolhas ou da escolha que tende a trazer menos prejuízos à possível à decisão. Porém, erroneamente, algumas pessoas se tornam tão obcecadas com a busca dessa perfeição, que gastam muito mais tempo do que o necessário nessa investigação que visa a tomada de decisão. E é aí que mora o perigo!

Quanto mais você vai em busca da decisão perfeita, mais você fica preso ao ciclo vicioso de investigar incessantemente de forma obsessiva e compulsiva. O principal efeito colateral disso é que – dia após dia – você torna-se cada vez mais uma pessoa insegura. É algo como um efeito colateral de danos gigantescos por você gastar tempo demais numa tarefa que certamente não demandaria tanto investimento.

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A dificuldade para tomar decisão interfere na sua vida.

Realmente a dificuldade para tomar decisões é uma questão que tem interferido na vida de muitas pessoas. Às vezes, esta dificuldade é sintoma de questões muito mais profundas. Estas precisam ser trabalhadas para trazer leveza e qualidade de vida à sua rotina diária.

Nesse intuito, a terapia comportamental tem sido a escolha de muitas pessoas que querem conhecer mais acerca de si e, principalmente, encontrar soluções mais leves e adaptativas para sua vida. Por isso não demore mais que o necessário para buscar ajuda. Muita coisa você pode descobrir na terapia. Dentre elas: conhecer mais sobre você e as formas mais leves de construir sua segurança, tomando decisões adequadas.

Síndrome de BurnoutVocê é dessas pessoas que acordam cansadas, sentem um desânimo imenso para sair da cama e está sem motivação para a vida? Cuidado, você pode estar com a Síndrome de Burnout.

A Síndrome de Burnout é um distúrbio psíquico de caráter depressivo, que ocorre após um período relativamente longo de esgotamento físico e mental intenso, cujas causas estão intimamente ligadas à vida profissional.

Ainda que você enxergue como uma grande vantagem ou que seu diferencial é a entrega total à atividade profissional; saiba que essa é uma característica marcante da Síndrome de Burnout, mas não é a única. Por isso, é importante você conhecer mais sobre essa síndrome. Isso vai lhe ajudar a compreender melhor o impacto deusa rotina e assim possa buscar tratamento especializado o quanto antes

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Síndrome de Burnout – Cansaço profissional e desmotivação

O esgotamento físico-mental, o desejo de ser melhor e sempre demonstrar alto desempenho são características destacadas da Síndrome de Burnout. O portador dessa síndrome mede a sua autoestima pela capacidade de realização e sucesso profissional. Dessa forma, faz um mergulho cada vez mais profundo nas atividades profissionais em busca da realização. Com isso vai abrindo mão ou não priorizando elementos essenciais em sua vida. Isso acarreta prejuízos à vida familiar, social e afetiva, especialmente.

Nesse ínterim, surge a necessidade de se afirmar cada vez mais, além da possibilidade da realização profissional se transformar em obstinação e compulsão, gerando não só um agravamento da síndrome. Além disso, aumenta a possibilidade do surgimento de outras patologias e comorbidades, como e o caso da depressão.

O paciente sofre, além de problemas de ordem psicológica, com o forte desgaste físico, gerando fadiga, exaustão e desmotivação. Além, claro, de outros sinais e sintomas bastante prejudiciais ao bem estar fisico-emocional. A Síndrome de Burnout é uma patologia que atinge especialmente médicos, advogados, bancários, empresários e gestores, dentre outras. Por não ser uma doença seletiva, ou seja, ela pode atingir qualquer classe, você deve conhecer os estágios dessa síndrome.

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A Síndrome de Burnout e as segundas-feiras.

Há uma relação muito íntima entre a síndrome de Burnout e o fato de muita gente odiar as segundas-feira. Uma das razões para as pessoas odiarem a segunda-feira é o fato delas trabalharem em locais onde há muitas relações agressivas, o ambiente é tenso e hostil. Isso faz com que os trabalho seja altamente penoso e desmotivador.

Existem vários sintomas que sinalizam a presença da Síndrome de Burnout em sua vida, por exemplo: fortes dores de cabeça; tonturas; tremores; muita falta de ar; oscilações de humor; distúrbios do sono; dificuldade de concentração; problemas digestivos… Mas vele destacar que sses sintomas podem caracterizar várias patologias e quadros clínicos.

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Para lhe ajudar, preparei um checklist para você verificar se está sendo vítima da Síndrome de Burnout. Claro que isso não serve para um autodiagnóstico, mas pode lhe auxiliar compreender a necessidade de buscar tratamento. Marque os que podem ser característico com seu atual estágio de vida.

(   ) Necessidade de se afirmar ou provar que é capaz;

(   ) Dedicação intensificada – com predominância da necessidade de fazer tudo sozinho e a qualquer hora do dia (imediatismo);

(   ) Descaso com as necessidades pessoais – comer, dormir, sair com os amigos começam a perder o sentido;

(   ) Recalque de conflitos – perceber que algo não vai bem, mas não enfrenta o problema. É quando ocorrem as manifestações físicas;

Até aqui você está no estágio inicial e já demanda cuidado e intervenção profissional.

(   ) Reinterpretação dos valores – isolamento, fuga dos conflitos. O que antes tinha valor sofre desvalorização: lazer, casa, amigos, e a única medida da autoestima é o trabalho;

(   ) Negação de problemas – nessa fase as outras pessoas são completamente desvalorizadas, tidas como incapazes ou com desempenho abaixo do seu. Os contatos sociais são repelidos, cinismo e agressão são os sinais mais evidentes;

(   ) Recolhimento e aversão a reuniões familiares e sociais (anti-socialização);

(   ) Mudanças evidentes de comportamento (dificuldade de aceitar certas brincadeiras com bom senso e bom humor);

Até este ponto, sinaliza que  você já pode estar enfrentando sérios problemas e  talvez esteja fazendo muitas coisas para remediar a situação, porém não tem visto resultados.

(   ) Despersonalização (evitar o diálogo e dar prioridade ao celular, aos e-mails, mensagens as redes sociais)

(   ) Vazio interior e sensação de que tudo é complicado, difícil e desgastante;

(   ) Humor deprimido – marcas de indiferença, desesperança, exaustão. A vida vai perdendo o sentido;

(   ) E, finalmente, a síndrome do esgotamento profissional propriamente dito, que corresponde ao colapso físico e mental.

Esse estágio é considerado de emergência e a ajuda médica e psicológica com urgência.

Se você chegou até este ponto do checklist, saiba que sua situação inspira cuidados profissionais com urgência e, por isso, é altamente importante procurar suporte qualificado para evitar ter ainda mais problemas.

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Fique atento!

Considerando minha amostra clínica, noto que parte dos pacientes que me procuram com queixa de depressão ou que estão esgotados e desmotivados profissionalmente, são diagnosticados com a Síndrome de Burnout. Por isso, se você se encaixou na maioria das características apresentadas acima e ainda apresenta dores estomacais crônicas, sente-se depressivo ou com oscilações de humor na maior parte do tempo. Fique atento!

Se além de perceber-se ansioso e com a sensação que está atrasado o tempo todo, fica aqui minha sugestão de agendar uma consulta com seu psicólogo de confiança urgentemente. Isso vai lhe ajudar a compreender melhor toda essa questão e contribuir para a sua qualidade de vida.

Além da amostra clínica, tenho observado constantemente as pessoas reclamando de seus trabalhos e das temidas segundas-feiras. Embora possa parecer apenas um “meme” da internet e das redes sociais, tamanha queixa contra o dia da semana pode ser mais um sintoma que você já não está suportando sua realidade e tanta pressão interna e externa. Até já falei disso aqui no blog. Se desejar dar uma olhada, clique aqui.

Quero lembrar mais uma vez que a Síndrome de Burnout geralmente é desenvolvida como resultado de um período de esforço excessivo no trabalho com intervalos muito pequenos para recuperação. Os trabalhos ininterruptos que invadem os finais de semana e mal dá para você se refazer do cansaço da semana anterior são os que mais geram a síndrome.

A propósito, estudos revelam que os trabalhadores da área de saúde (especialmente os médicos)  são frequentemente propensos ao desenvolvimento da Síndrome de Burnout, devido a alta carga emocional e as longas jornadas de trabalho. Muitos médicos trabalham excessivamente e com pausas muito curtas que mal podem ser aproveitadas, devido a todas as cobranças pessoais, familiares e sociais que devem ser cumpridas nos momentos que deveriam ser exclusivamente de lazer e descanso. Os médicos parecem ter a proporção mais elevada de casos de Burnout. De acordo com um estudo publicado no periódico Psychological Reports, nada menos que 40% dos médicos apresentavam altos níveis de estresse. Estes profissionais, além de disporem de pouco tempo para driblar a síndrome, muitas vezes não encontram apoio e suporte adequado para essa questão.

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Cansado do trabalho

Além dos médicos e outros profissionais da área de saúde, os estudantes também estão propensos ao desenvolvimento da Síndrome de Burnout. Vale destacar que – curiosamente – este não é um tipo de Burnout relacionado com o trabalho, mas sim com a intensa carga de estudo continuado com privação dos momentos de lazer e das atividades lúdicas e recreativas.

Vale destacar também que os trabalhos com altos níveis de estresse como profissionais de TI (tecnologia da informação), policiais, bancários, controladores de tráfego aéreo, engenheiros, professores,  pessoas que têm profissões que envolvem muita rotina e procedimentos padronizados.

Seja qual for sua profissão, é altamente importante estar atento aos sinais físicos e emocionais que podem estar presentes em seu dia a dia. Invista em você. Pense nisso!

Sentir medo é bom. Você concorda com isso? Não? Talvez até o final deste post você concorde ou ao menos compreenderá melhor o que estou tentando dizer.

 

 

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É bem provável que você concordasse com muito mais facilidade se eu dissesse que SENTIR MEDO É RUIM. Não é mesmo? Mas isso também é verdade, pois não é confortável sentir medo. Porém, senti-lo é fundamental para nossa sobrevivência.

Você deve concordar que poucas pessoas gostam ou tem prazer em conviver com o medo. A grande maioria das pessoas não gostam dessa experiência e isso é altamente compreensível, pois, ao sentir medo, experienciamos sensações e comportamentos como: pânico, arritmia, pavor, comprometimento do controle emocional, tremores no corpo, irregularidade dos movimentos respiratórios, ansiedade desmedida… Tudo isso, geralmente, é tido como uma experiência extremamente desagradável. Porém, mesmo diante de tamanho desconforto, o medo pode ter grandes utilidades e trazer vantagens para a nossa vida. Ainda duvida? Vejamos.

 

 

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Sentir medo é bom? Que estranho!

 

Imagine que você tenha sofrido um assalto ou sequestro relâmpago. Obviamente qualquer uma dessas opções seria um episódio traumático. Quando estamos envolvidos numa situação traumática ou de descontrole emocional perdemos um pouco – ou completamente – a habilidade de analisar o contexto em que determinados comportamentos aconteceram e, por isso, na psicoterapia comportamental podemos compreender melhor o acontecido, superar as questões e restabelecer nossa qualidade de vida.

Superar o trauma não significa dizer que você vá deixar de sentir medo. Ao contrário, é esperado que o medo passe a fazer parte de sua vida, porém sem causar danos. Ou seja, ajudando você a se sair melhor nos apuros futuros.

 

 

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Para ilustrar melhor isso que estou dizendo, vou falar de um ditado popular que gosto muito. Esse ditado diz que “brasileiro só fecha a  porta depois que é roubado”. E isso é parcialmente verdade, não é mesmo? Sim, parcial porque a pessoa que é roubada, normalmente, não quer passar por essa experiência novamente, não é isso?

Justamente por isso, passa a viver com o medo de ser assaltada novamente. Com isso, se engaja numa série de comportamentos (consciente ou inconscientemente) para não viver aquilo de novo. Mas nem sempre precisamos ser roubados para procurarmos nos proteger e evitar isso, confere? Por isso digo que o ditado está parcialmente correto. Para se ter ideia, o receio de passar por algo ruim pode desencadear desde uma “neura” por segurança ou até mesmo transtornos psicológicos mais graves, como é o caso do transtorno do pânico. Por isso, até quem nunca sofreu um assalto passa a viver como quem já passou pelo trauma.

Mas como sentir medo pode ser benéfico?

Quando estamos com medo ficamos mais alertas, mais cautelosos e com muito mais critérios para tomar decisões. Nesse sentido podemos entender que o medo cumpre a função de nos deixar mais atentos para evitar episódios traumáticos. Por exemplo, imagine que uma pessoa vai ao caixa de um banco, saca uma quantia relativamente alta de dinheiro. Daí alguém percebe a vulnerabilidade daquela pessoa e lhe assalta ou lhe sequestra. A partir desse evento, essa pessoa fica traumatizada, desenvolve um medo de ir a bancos ou sacar dinheiro. Passando a sofrer de um medo excessivo que sequer sai de casa.

Observe que se houvesse um tratamento adequado após esse episódio o medo não tivesse avançado a níveis tão prejudiciais e limitadores. Poderíamos, desse modo, dizer que o medo que ela estava sentindo era algo benéfico, pois estaria lembrando à vítima que ela precisaria ter mais cuidado em outros eventos análogos.

 

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Com isso, é importante que você saiba que ter medo é altamente benéfico para nossa sobrevivência. Foi assim com nossos antepassados que viveram nas florestas e cavernas e sobreviveram ao ambiente muitas vezes hostil e altamente perigoso. Eles certamente sentiram medos e esse medo fez com que eles procurassem se proteger das ameaças e buscar uma vida mais confortável e segura.

Por isso é esperado que, considerando a curva normal dos nossos comportamentos, tenhamos medo também em nossa selva contemporânea que também nos oferece muitos riscos e ameaças. Significa dizer que enquanto tivermos medo, procuraremos nos proteger e nos defender para garantir nossa sobrevivência.

Todavia, o investimento nessa proteção deu tão certo ou trouxe resultados tão bons que muita gente perdeu o controle sobre isso e passou a viver somente em função desse medo (ou tentativa de construir o contexto mais confortável possível para si), cometendo exageros nas dosagens dessa proteção e dessa cautela que deveria ser produtiva, mas acaba sendo causadora de mais sofrimento, isolamento e instalação ou surgimento de vários transtornos psicológicos.

Se você percebe que seus medos não estão trazendo esse (bom) resultado que é esperado para os comportamentos humanos; é hora de buscar ajuda. O mesmo vale se você tem limitado sua vida ou suas relações por conta desse futuro visto como assustador. Nesses casos está na hora de buscar ajuda profissional para tratar desta questão.

 

 

No post anterior, vimos que a impotência sexual é apenas um dos transtornos sexuais que pode surgir na vida do homem. Sua caracterização pode ir muito além da incapacidade de iniciar ou manter uma ereção durante a relação sexual, impedindo não só seu acontecimento e sua satisfação sexual, como também cumprindo a função de somatizar problemas vivenciados pelo homem ou problemas da relação.

Em outras palavras, essa incapacidade pode não restringir-se às dificuldades para ter ou manter ereções suficientemente rígidas para a penetração. Em muitos casos este comportamento falho do órgão sexual tem a função de comunicar – ou seja, é o sintoma – de alguma dificuldade psicológica ou emocional vivida pelo homem. Por isso, entendemos que os tratamentos mais adequados devem contemplar uma análise ampla sobre a questão, verificando influências biológicas, sociais e psíquicas.

No post de hoje apresentarei mais alguns detalhes sobre as causas da impotência sexual masculina e como este problema é a abordado no tratamento psicológico.

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Impotência sexual – Tratamento para disfunção erétil

A impotência sexual está relacionada a diversos fatores – físicos, psicológicos e sociais – e tratá-la envolve, obrigatoriamente, a descoberta de sua função.

Exatamente!

Ao contrário de muitos tratamentos oferecidos atualmente, descobrir a causa não é necessariamente sinônimo de encontrar solução para a impotência. É importante entendermos que a causa tem sim sua importância para o tratamento e deve ser considerada. Porém, o mais importante é descobrir a função, em “benefício” de que a impotência está acontecendo, qual está sendo seu objetivo, o que está mantendo este comportamento ou o que ele quer comunicar.

Acessar a função dá a oportunidade de trabalharmos efetivamente na raiz do problema e não no sintoma que é a falta de ereção. Por isso, todo tratamento deve iniciar-se com a averiguação das causas físico-orgânicas para eliminarmos as variáveis mais previsíveis e abrirmos caminho para investigação das questões subjetivas, emocionais e psicológicas.

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44% dos homens sofre de impotência sexual no Brasil

De acordo com os dados recentes divulgados pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), através de um estudo realizado em 22 cidades brasileiras, 44% dos homens do País convivem com a impotência sexual. Além disso, foi descoberto que 73% dos homens que sofrem deste problema não possuem causa orgânica, ou seja, 3/4 dos homens que sofrem com a impotência sexual não possuem problemas físicos e têm condições orgânicas-biológicas de terem e manter a ereção durante os comportamentos sexuais. Isso permite afirmar que 73% dos homens que sofrem de impotência sexual passam por essa questão por conta de problemas subjetivos, emocionais e psicológicos.

Tratamento da impotência sexual

Durante o tratamento, após inicialmente descartados os fatores causais de ordem física e após avaliação médica de um Urologista, passamos a investigar a presença de algum distúrbio psicológico ou problemas comportamentais e contextuais que estejam impactando psicologicamente a vida do paciente. Neste momento, passamos a investigar e compreender a rotina de vida do paciente, suas experiências e acontecimentos que possam estar relacionados ao problema.

Antigamente acreditava-se que apenas homens idosos passavam por esse problema. Na verdade, jovens entre 20 e 40 anos estão entre os maiores afetados por este problema. Um fator importante a ser destacado nesse contexto é que apenas o envelhecimento não constitui uma causa de impotência sexual e por esta razão, mesmo que o paciente que esteja passando por episódios de impotência sexual não seja um jovem, durante o tratamento até mesmo a qualidade de vida desta velhice deve ser analisada para compreendermos as funções da impotência sexual que por ventura esteja acontecendo nestas condições.

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Avaliação, intervenção e tratamento psicológico para a impotência sexual

Na terapia comportamental, este processo tem como primeiro objetivo determinar o diagnóstico da queixa apresentada, ou seja, é preciso denominar e descrever o problema trazido pelo cliente. Nesta etapa, procuramos acessar a raiz e o quem vem mantendo a impotência sexual vivida pelo paciente, com que frequência isto ocorre, sob que condições etc.

O segundo objetivo do processo de avaliação é formular as causas da queixa apresentada. Considerando-se a complexidade dos transtornos sexuais – como é o caso da impotência – e os diversos fatores que contribuem para o surgimento e a manutenção do transtorno. Essa formulação deve compreender os níveis biológico, psicológico e social – como apresentado anteriormente.

No processo de avaliação também se fornece algum feedback ao cliente, se estabelece um plano terapêutico e um parâmetro a partir do qual possamos avaliar a eficácia do tratamento. As informações coletadas no processo de avaliação são obtidas a partir de três fontes: a entrevista clínica, os questionários de auto-relato e os procedimentos psicofisiológicos (exames médicos).

A entrevista clínica é fundamental no processo de avaliação psicossocial. A partir dela é possível a obtenção de uma descrição geral de seu problema erétil, o levantamento de informações a respeito de sua história psicossocial e a obtenção de dados relevantes sobre outros aspectos importantes de sua vida, como, por exemplo, eventos estressores ocorridos anteriormente, os atuais e também os temidos para o futuro. Em síntese, esse modelo ocorre nas primeiras sessões e tem o objetivo fundamental de conhecer a história de vida do paciente para implementarmos um tratamento adequado para a questão. Por isso, é importante que o paciente tenha consciência de que algumas sessões serão necessárias até o surgimento das primeiras interventores e resultados.

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Numa altura ou outra da vida, a maioria dos homens têm algum episódio de impotência sexual erétil, mas, quando o problema se torna persistente e rotineiro e ocorre em quase 50% das tentativas de sexo, ou quando se transforma em uma grande preocupação para o homem ou para a(o) sua(seu) parceira(o), deve-se procurar ajuda e tratamento adequado. Muitas vezes trata-se de um transtorno erétil de ordem psicológica e requer um tratamento diferencial da impotência sexual erétil física. Como vimos anteriormente, as razões psicológicas são responsáveis por cerca de 73% dos casos de impotência sexual e insuficiência erétil. Na maioria das vezes é uma reação secundária a um fator psicológico principal.

Os principais fatores psicológicos relacionados à impotência sexual erétil são: o estresse e a ansiedade. Normalmente os casos de estresse estão relacionados às rotinas profissionais do trabalho, aos problemas financeiros-econômicos e, principalmente devido às discussões e problemas conjugais. A ansiedade também é outro fator presente nos casos de impotência sexual e transtornos sexuais.

Geralmente a ansiedade envolve os momentos em que a impotência sexual erétil acontece pela primeira vez e o homem passa a ficar muito preocupado com a possibilidade disto acontecer novamente. Esse pensamento dá origem ao que chamamos de “ansiedade de desempenho”, tal qual acontece com o medo.

Ajuda profissional 

O mais importante nessas situações é procurar ajuda especializada para a questão. Como homem e como profissional da área sei como culturalmente esse tema é constrangedor, como ele desencadeia uma série de dificuldades sociais e relacionais, especialmente, na vida amorosa, no convívio social, na autoestima e autoconfiança do homem.

Sei também como muitos homens procuram contornar o problema por conta própria e até encontram soluções provisórias para o caso. Porém, é fundamental enfrentar de uma vez por todas o problema para que, ao invés construir uma necessidade de recorrer sempre aos paliativos, tenhamos a segurança de que o problema foi enfrentado desde a sua raiz e erradicado da sua vida.

A impotência sexual masculina sempre demandou uma preocupação especial dentre as expressões comportamentais do homem. Para termos uma ideia dessa preocupação, já na época Renascentista, aproximadamente entre fins do século XIV e início do século XVII, o célebre mestre Leonardo da Vinci dissecava cadáveres de pessoas enforcadas para observar o funcionamento do pênis. Com isso, ele observou que o pênis endurecia quando se enchia de sangue e, a partir dessa observação, foi um dos pioneiros a compreender o mecanismo da ereção peniana.
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Naquela época, Da Vinci acreditava que o cérebro não participava do mecanismo da ereção, mas não tardou a perceber que estava enganado. Desde então, as pesquisas e estudos passaram a dar mais atenção aos aspectos emocionais envolvidos na “disfunção” erétil (mais a frente argumentarei sobre as aspas).

Nos últimos anos, no entanto, extensa variedade de estudos provocaram uma revolução nessa área, possibilitando melhor entendimento da fisiologia peniana, os aspectos emocionais envolvidos no comportamento desse órgão e, consequentemente, a descoberta de novos métodos para o tratamento da impotência sexual masculina e os outros transtornos sexuais.

Impotência sexual masculina: o que você precisa saber.

Como você já pode perceber, o tema é bastante amplo e demanda uma compreensão bem mais sistematizada. Por isso, antes mesmo de falar com mais ênfase sobre a impotência sexual masculina, suas causas, consequências e tratamentos, vou apresentar, neste post, os principais transtornos sexuais que acometem homens e mulheres, bem como a definição e a prevalência de cada um deles em nossa população.

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Em postagens futuras, trarei mais informações úteis sobre essas questões para você, especialmente sobre a impotência sexual masculina. Por hora, além dos principais transtornos, vamos compreender como devemos abordar temas tão complexos e delicados, que envolvem uma série de elementos morais, físico-orgânicos, sociais, culturais e até mesmo religiosos. Aqui, o método eleito para compreendermos essa questão será o Biopsicossocial.

Impotência sexual: uma compreensão biopsicossocial.

Segundo o modelo biopsicossocial, que é uma maneira de compreender o homem levando em consideração os fatores biológico, psicológico e o meio social no qual ele está inserido. Assim, devemos ter em vista, desde então, que qualquer intervenção a partir da perspectiva de apenas um dos fatores acima citados, geralmente fracassa, pois descaracteriza a origem – normalmente – multicausal da impotência, dos outros transtornos e seus elementos.

Por exemplo, é muito comum os homens acharem que um episódio de impotência sexual é sinal exclusivo de um problema físico-orgânico, quando, na grande maioria, esta falha está relacionada com uma característica emocional atrelada àquele momento. 

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Transtornos sexuais.

Você vai conhecer agora alguns dos transtornos sexuais, além da tão frequente, popular e temida impotência sexual. Você vai descobrir que existem muitas outras dificuldades enfrentadas por homens e mulheres na prática sexual. Fique atento às definições, características e a incidência de cada um deles. Talvez você descubra mais sobre situações que por ventura vem passando ou poderá adquirir informações para ajudar seu companheiro/companheira ou até outras pessoas do seu convívio.

Desejo sexual hipoativo:

Ocorre quando homens e mulheres possuem baixos níveis de comportamentos eróticos e poucas atividades sexuais. Os estudos científicos que procuram determinar a prevalência desse transtorno na população geral apontam que cerca de 16% dos homens apresentam baixo desejo sexual e por conta disso vivem uma vida quase assexuada. (Não encontrei a prevalência entre as mulheres).

Aversão ao sexo:

Pode ser compreendido como uma forma extremada de baixo desejo sexual visto acima. Neste transtorno, homens e mulheres possuem uma aversão – consciente ou inconsciente – em relação ao sexo e temem ou evitam todo – ou quase todo – contato sexual. Este comportamento normalmente está relacionado a traumas vividos pela pessoa.

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Transtorno orgásmico:

O transtorno orgásmico masculino diz respeito à demora – ocasional ou constante – e à ausência de orgasmo durante a estimulação sexual. Este transtorno é observado raramente na prática clínica, sendo o transtorno sexual masculino menos frequente, ocorrendo entre 4 e 10% dos homens que vão em busca de atendimento especializado. Nas mulheres, este transtorno é mais compreendido como anorgasmia.

Ejaculação precoce:

A ejaculação precoce refere-se à ejaculação com uma estimulação sexual mínima, a qual pode acontecer antes, no momento, logo após a penetração ou “antes do desejado” pelo homem. Este transtorno é frequente, sendo que 36 a 38% dos homens da população geral podem apresentar ejaculação precoce. Além disso, estudos constataram que esse transtorno aparece em 20% dos homens que procuram atendimento clínico especializado e muitas vezes está relacionado a comportamentos ansiogênicos.

Dispareunia:

A dispareunia é uma dor genital persistente ou recorrente durante a relação sexual e que não é causada exclusivamente pela falta de lubrificação. A prevalência desse transtorno nos homens é ainda desconhecida, porém é sabido que causa enormes problemas para quem tem ou convive com essa situação. 

Transtorno erétil masculino:

O transtorno erétil masculino, popularmente conhecido como impotência sexual, diz respeito à incapacidade – pontual ou persistente – do homem conseguir ter ou manter a ereção até a finalização da atividade sexual. Este transtorno apresenta grande importância clínica, pois os estudos apontam que ele afeta sistematicamente e de forma ampla a vida do homem acometido por essa situação; interferindo em sua vida profissional e pessoal, especialmente na sua relação amorosa, auto estima, segurança e sua vida sexual.

sofrimento psicólogo em salvador

Saiba mais:

Agora que você já conhece um pouco mais a variedade e algumas das características dos transtornos sexuais que acometem principalmente os homens, precisamos pensar a que estes transtornos estão relacionados – se a fatores biológicos, psicológicos e sociais; isoladamente ou se no conjunto biopsicossocial cumprem uma ou algumas funções na vida e nas atividades sexuais das pessoas.

Opa! Você deve estar se perguntando: Como assim um transtorno sexual cumpre uma função na minha vida?

Calma, já vou tentar explicar. Lembra que lá no primeiro parágrafo deste texto falei que iria argumentar sobre as aspas que coloquei na palavra “disfunção” quando me referi ao termo “disfunção” erétil?

Pois bem, o que muita gente não sabe é que muitos dos problemas enfrentados em função dos transtornos sexuais, são decorrentes de maus funcionamentos e arranjos inadequados na dinâmica biopsicossocial das pessoas. De forma sucinta, é como se pensássemos que quando há um desequilíbrio em um ou entre os elementos biopsicossocial em sua vida, o organismo procurasse um meio de comunicar, sinalizar ou pedir socorro e uma das formas disso ser feito é impedindo ou dificultando sua vida sexual. 

impotência sexual Disfunção-erétil psicólogo em salvador

Assim, em primeira instância, você pode achar estranho, mas é dessa forma que nosso organismo reage às mais variadas situações. Por exemplo, quando ficamos um longo período sem nos alimentar começamos a ter tremores no corpo, dores de cabeça, tonturas, visão turva, baixa concentração etc. E tudo isso parece cumprir a função de dizer que você precisa se alimentar.

Anteriormente, quando citei os experimentos e pesquisas de Da Vinci, falei que ele acreditava inicialmente que a impotência sexual era meramente uma ação sem a interferência do cérebro e, por outras palavras, sem interferência emocional. Com esse pensamento refutado, devemos – inclusive privilegiando o modelo biopsicossocial – considerar que quando um órgão ou comportamento sexual não funciona adequadamente, pode haver nessas situações uma deficiência orgânica, um problema psicológico ou um conflito social.

Por isso, muitos estudos têm questionado o termo “disfunção sexual“, pois tanto nos estudos, pesquisas, atendimentos clínicos e na observação cotidiana, vemos que quando o órgão sexual falha, ele está cumprindo uma função, a de sinalizar/comunicar que algo no indivíduo ou na relação não vai bem.

Como disse anteriormente, os transtornos sexuais – especialmente a impotência sexual masculina – são temas bastante amplos, complexos e que demandam uma compreensão bem mais sistematizada e com suporte profissional.

Em breve, publicarei mais posts sobre essa temática, falando sobre causas, consequências e tratamentos, para ajudar você a ter mais propriedade sobre o assunto. Mas lembre-se que a grande maioria destes transtornos tem cura e ajuda bastante quando é dado o tratamento adequado. Por isso, procure o profissional de sua confiança, apresente sua situação e seja mais feliz.

Estresse no Trânsito? – Você já deve ter notado que o trânsito na cidade está cada vez mais caótico. Como se não bastasse a falta de infraestrutura adequada ao porte da cidade e a proporção cada vez mais crescente de carros por habitante, ainda não contamos com transporte público de qualidade e o pior, os motoristas estão cada vez mais estressados, irresponsáveis e imprudentes no trânsito.

Nesse contexto, ficamos todos ainda mais vulneráveis e sujeitos ao aumento do números de vítimas, acidentes e doenças emocionais como a ansiedade e o estresse.

estresse no trânsito psicólogo em salvador elidio almeida

Estresse no trânsito

Talvez você até já tenha tentado seguir alguma dica ou estratégia para driblar a batalha diária contra o estresse e a ansiedade vivida diariamente no trânsito. Em muitas situações as pessoas culpam o governo, a falta de investimento em infraestrutura e transporte público ou culpam principalmente os outros motoristas e condutores que transformam as vias da cidade em verdadeiros campos de batalha.

Claro que situações desse tipo poderiam levar a população a escolher melhor seus governantes, ou exigir destes mais empenho e responsabilidades com uma questão tão importante como é a questão do trânsito. Porém, sabemos que nossa população ainda tem dificuldades para assumir tal postura e quando ousa intervir de alguma forma, opta por culpar os governantes – que são escolhidos por nós mesmos – ou culpar as outras pessoas, como ocorre muito no trânsito: a culpa é dos outros motoristas.

Na verdade, o que poucas pessoas fazem é, mesmo diante desse caos, chamar para si a responsabilidade por, pelo menos, uma parcela dessa situação.

Penso que se cada um de nós abraçássemos nossa parcela de responsabilidade com a questão do trânsito e implementássemos ações individuais em nossos comportamentos em prol do nosso bem estar e em benefício da coletividade, certamente teríamos uma convivência no trânsito bem mais humanitária. Isso porque muitas ações que as pessoas tentam fazer para melhorar a situação crítica do trânsito são ineficazes, falhas e de pouca relevância para a coletividade; (1) culpar os governos e (2) responsabilizar os demais motoristas, por exemplo.

estresse no trânsito psicólogo em salvador terapia

Estresse no trânsito  e a ansiedade

Em meu consultório, diariamente, tenho recebido pessoas que estão adoecendo por não saber lidar com essa dinâmica maluca do trânsito. As pessoas estão cada vez mais ansiosas, mais estressadas, nervosas, aflitas e em pânico constante. A situação é tão grave que basta um semáforo fechar ou o fluxo ficar um pouco mais lento que as pessoas já pensam que o pior vai acontecer.

Um dificultador para essa situação é que, cada vez mais, tenho percebido que as pessoas estão com a constante sensação de atraso e, muito por isso, estão cometendo verdadeiras atrocidades no trânsito, ainda que, em tese, discordem de tal conduta.

A lógica para isso seria mais ou menos essa:

O trânsito é um território de ninguém. Cada motorista sente-se (e muitas vezes é) proprietário do seu veículo e, além de ter posse e direitos sobre ele, paga (e caro) para utilizar as vias, como é o caso do IPVA. Sendo dono do seu veículo, pagando caro para usufruir do direito de usar um território que é de ninguém (e todos são donos ) – as vias – e sabendo que os sistemas de fiscalização e controle são falhos; tudo isso favorece a instalação do caos que conhecemos.

Agora vamos imaginar milhares de pessoas com esse raciocínio – consciente ou inconscientemente – em prática pelas ruas da cidade. O resultado desse cenários vemos a cada dia, especialmente nos horários de pico, alto fluxo e rush: pessoas à beira de um ataque de nervos. São os altos níveis de estresse, muitas buzinas, intermináveis disputas pelas menores brechas onde possa caber um veículo, muita ansiedade, irritação, brigas, acidentes e até mortes.

estresse no trânsito psicólogo em salvador elidio almeida terapia

E isso não fica restrito – em causa e consequência – apenas ao trânsito. Ou seja, não podemos afirmar que tudo começa e termina no próprio trânsito. Muitas dessas emoções e comportamentos podem sim ter origem e fim nas vias da cidade, porém, muitas delas têm origem em outros contextos e encontram no trânsito um espaço para extravasar e depositar angústia e frustrações desencadeadas fora daquele ambiente.

O contrário também ocorre com muita frequência: pessoas perdem o controle emocional no trânsito e levam para suas casas, suas relações sociais, afetivas e até mesmo profissionais aquele peso emocional do trânsito e terminam cometendo equívocos no trato com as pessoas fora daquele contexto.

Ansiedade e estresse no trânsito

Nesse cenário, tenho notado que um grande agravante para o caos que está instalado é o fato dos motoristas relatarem como o trânsito atrapalha seus compromissos e como isso interfere no cumprimento de horários e prazos. Esse é um ponto altamente importante, pois atrasos em compromissos e perda de prazos trazem prejuízos imediatos para as pessoas e, logicamente elas procuram evitar estes danos.

Pena que as pessoas estão buscando evitar tais prejuízos cometendo um série de equívocos e colocando em risco suas vidas, seu bem-estar e segurança – suas e dos demais motoristas. Pensando em uma nova forma de lidar com a questão de maneira mais adequada, sobretudo privilegiando o próprio bem-estar e o bem-estar da coletividade presentes no trânsito – especialmente focando em algo que aflige diretamente as pessoas, que é o caso do tempo – tenho proposto aos meus pacientes um experimento que pode ser útil para você também. A princípio pode parecer irrelevante, mas todos que experimentaram relataram melhora percebida já na primeira investida.

O experimento é simples. Consiste apenas em sair com um tempo maior de antecedência para seus compromissos. Por exemplo, se você marcou seu psicólogo para 15h e normalmente, para chegar no horário, você costuma sair de casa meia hora antes. Procure sair com uma hora de antecedência, no caso: 14h. Simples assim!

Quando uma pessoa marca um compromisso às 15h e sai de casa às 14h30, ela até consegue chegar no horário, porém, para isso, dirige com muito mais pressa, com as atenções concentrada, difusa e discriminativa prejudicadas, pode entrar no mecanismo de achar que sua necessidade é mais urgente que a dos outros ou que tem mais direito que os demais e, com isso, tende a dirigir com vários comportamentos de imprudência, afinal, ela se vê atrasada e não quer perder seu compromisso.

estresse no trânsito psicólogo em salvador terapia

Se esta mesma pessoa saísse de sua casa às 14h, a percepção do tempo seria outra – a de estar antecipada – e certamente dirigiria com muito mais tranquilidade e com mais tolerância aos comportamentos inadequados dos outros motoristas. Vale pensar que o efeito disso não se limitaria apenas àquele momento, mas todo aquele desconforto do estresse, da ansiedade, da guerra contra o tempo, da briga por espaço, barbeiragens e tudo mais não a acompanharia após estacionar seu carro.

Muitas dessas emoções certamente não seriam experienciadas em função do trânsito e isso traria o principal ganho para a sua vida em função desta ação: você teria efetivamente uma melhor qualidade de vida e estaria livre dessas consequências ruins do trânsito. Agora imagine mais e mais pessoas agindo da mesma forma?

Talvez tivéssemos menos problemas ou quem sabe até resolveríamos uma parcela significativa da chamada guerra no trânsito.

Aliviar o estresse no trânsito

Bem, se você já experimentou uma série de coisas e ainda não viu resultado em si ou nos demais, talvez essa seja a hora de começar a fazer algo realmente relevante e simples.

Todos que experimentaram essa mudança de comportamento, a partir da orientação psicoterapêutica, têm atingido e gostado dos resultados, além de estarem percebendo melhoras nunca antes vividas.

Então, fique a vontade para começar seu experimento, mas não esqueça: Se precisar de ajuda para mudar sua relação com o trânsito, não hesite em buscar ajuda profissional.

ANSIEDADE x SEROTONINA – Neste momento, uma em cada quatro pessoas no mundo está com uma sensação de aperto no peito, sentindo o coração bater mais rápido, com respiração ofegante, alto nível de tensão ou com as mãos suando. No pensamento destas pessoas, um medo inexplicável ou preocupação obsessiva com algo que ainda nem aconteceu.

Dependendo do grau, a pessoa fica sem sono ou com dificuldade para dormir, o sistema imunológico tende a ficar baixo, e com isso, portas são abertas para uma série de doenças emocionais e físicas – principalmente as cardiovasculares.

Se você tem vivido assim, é hora de procurar ajuda, pois você pode estar com alguns dos sintomas de uma crise de ansiedade, um dos transtornos mentais mais comuns da atualidade e, assim como os demais, extremamente perigoso.

Ansianeidade terapia de casal em salvadoredade

Estudos mostram que a ansiedade é um transtorno de humor mais frequente do que outros transtornos como a depressão. Um desses estudos foi recentemente divulgado pelo World Health Mental Survey, ligado à OMS – Organização Mundial da Saúde, revela um fato preocupante.

No Brasil, 26% das pessoas convivem com ou tiveram algum transtorno de ansiedade nos últimos 12 meses. O que pode ser confirmado por dados dos consultórios médicos e psicoterapêuticos onde têm sido cada vez mais alta a quantidade de pessoas que procuram tratamento para a ansiedade.

Tratamento para a ansiedade

Muitas dessas pessoas não sabem, mas com a compreensão das causas, do que mantém e das estratégias para lidar com a ansiedade podem ser extremamente eficazes na restauração do bem-estar pessoal sem a necessidade de medicamentos. Uma dessas estratégias é o foco na produção natural de SEROTONINA, entenda:

Imagine que você está num carro onde o motorista dirige de forma irresponsável. Certamente você vai perceber os estímulos ambientais que indicam perigo ou ameaça. A partir daí desencadeiam-se uma série de reações cognitivas, sensório-perceptivas e neurovegetativas que informam ao organismo o risco da situação. O conjunto dessas reações forma o medo, principal emoção envolvida na ansiedade. A partir deste ponto de vista, a ansiedade pode ser considerada como uma disposição orgânica que nos dá melhores condições de preservação de nossa integridade dentro de um determinado contexto ambiental.

aneidade terapia de casal em salvador

Alerta para ameaças

Com esse ponto de vista, podemos perceber que a ansiedade fazia parte das reações que nossos ancestrais manifestavam diante de ameaças.

Preocupar-se com essas ameaças mantinha o corpo  dos nossos antepassados em alerta para reagir às situações adversas: mais tenso, pressão elevada, maior bombeamento de sangue, pontos para se defender do perigo; em outras palavras, o corpo estava pronto para agir caso o perigo fosse concretizado. De lá para cá esse esquema ficou gravado no cérebro e até hoje entra em ação diante de situações interpretadas como situações que ofereçam algum tipo de risco ou perigo.

O problema é que, se esse estado de preocupação se torna crônico, ou seja, a pessoa não relaxa e vive sempre tentando evitar ou estar preparada para o pior, como é o caso da ansiedade generalizada, crises, ou os ataques de pânico, a ansiedade deixa de ser uma reação natural como era para nossos antepassados. E é dessa forma que muitas pessoas têm vivido.

stress-e-ansiedade_ psicólogo em salvador

A ansiedade pode chegar a prejudicar a vida de uma pessoa quando atinge proporções patológicas. Nestes casos ela se caracteriza por sensações de perigo e medo sem que haja uma ameaça real, ou sem que esta ameaça seja proporcional à intensidade da emoção ou do acontecimentos que pode estar por vir. Ou seja, é natural a pessoa ter preocupações e ansiedade, porém, elas devem ser proporcionais aos eventos ansiogênicos do contexto. Se um simples semáforo fechado já consegue estragar seu dia, é hora de rever seu estilo de vida.

Algumas pessoas têm recorrido ao uso de remédios para  tentar controlar ou trazer os níveis de ansiedade para os normais. Entretanto, a grande maioria dos profissionais entende que os remédios só devem ser solicitados ao médico em última opção, nos casos de traumas, urgências clínicas e terapêuticas, ou em caráter complementar a outros tratamentos. O uso de remédios pode trazer uma série de efeitos colaterais, causar dependência ou até mesmo empurrar o problema para debaixo do tapete.

Por isso você deve decidir se quer um paliativo ou ferramentas mais adequadas para tentar resolver seus problemas.

remédio para ansiedade psicólogo em salvador

Serotonina baixa no organismo

O que você precisa saber é que a ansiedade aumenta significativamente quando a serotonina está em níveis baixos no nosso organismo.

A serotonina é um neurotransmissor que atua no cérebro regulando o humor, sono, apetite, ritmo cardíaco, temperatura corporal, sensibilidade a dor, movimentos e as funções intelectuais.

Quando a serotonina fica em baixa concentração em nosso organismo, pode levar ao mau humor, dificuldade para dormir e a vontade de comer o tempo todo, por exemplo.

Uma das formas de aumentar a concentração de serotonina na corrente sanguínea é consumindo alimentos saudáveis, praticando exercícios físicos com regularidade ou buscando auxílio psicoterapêutico para identificar causas que tem alimentado a ansiedade e, principalmente, planejar e implementar as mudanças e adaptações necessárias para restaurar a qualidade de vida.

Veja abaixo uma pequena lista de sintomas que podem indicar que você está com serotonina em baixa em seu organismo.

Sintomas da serotonina baixa

  • Mau humor de manhã;
  • Sonolência durante o dia;
  • Inibição do desejo sexual;
  • Vontade de comer doces;
  • Comer a toda hora;
  • Dificuldade no aprendizado;
  • Distúrbios de memória e de concentração;
  • Irritabilidade;
  • Cansaço;
  • Ficar sem paciência facilmente.

A psicoterapia comportamental tem ajudado muitas pessoas a fugir dos remédios e seus efeitos colaterais; tem restaurando a qualidade de vida de forma adaptativa e funcional; além de favorecer o autoconhecimento, a evolução dos comportamentos e uma forma de vida mais confiante e segura para conviver nessa sociedade que tanto nos deixa ansiosos.

Lembrando que a baixa concentração de serotonina no organismo pode indicar que você está no nível crítico da ansiedade. Cuide-se!

Dez formas de evitar o estresse no trabalho – Muitas pessoas passam a maior parte do seu dia no ambiente de trabalho. Muito por isso elas são expostas a situações de estresse e ansiedade no ambiente de trabalho.

Sabendo como isso é incômodo e como pode afetar a sua vida pessoal e profissional, preparei uma lista com  dez dicas de como evitar o estresse no trabalho.

As dicas vão desde a importância de identificar a raiz do estresse como a importância de contar com uma ajuda profissional neste processo. Veja:

01

Identifique o que está provocando o estresse

evitar estresse no trabalho Psicólogo em salvador foco

É preciso saber o que está provocando o estresse no trabalho para que a atitude mais correta seja tomada. O problema pode estar em você. Então procure avaliar se você está se sobrecarregando porque não delega funções, cobra demais de si mesmo, leva o perfeccionismo ao extremo ou por outro motivo.

No entanto, pode ser que as próprias características do trabalho (pressão, risco de vida e prazos apertados, por exemplo) acarretem estresse. Posteriormente parta para analisar o ambiente de trabalho, construído pelos funcionários e pelas relações entre eles. Essa relação costuma ser a grande vilã da questão.

02

Fique atento aos sinais do seu corpo

evitar estresse no trabalho Psicólogo em salvador o corpo fala

Os problemas clínicos associados ao estresse que costumam aparecer primeiro são cansaço e desânimo desproporcionais, fadiga constante, dificuldades de concentração, problemas de memória, comportamento explosivo e irritabilidade.

Além deles, sintomas comuns quando o nível de estresse profissional é grande incluem depressão, transtornos de ansiedade, hipertensão, compulsão alimentar, aumento de peso, gastrite e outras alterações gastrointestinais.

03

Para evitar o estresse no trabalho você tem que ser flexível

evitar estresse no trabalho Psicólogo em salvador todos-ganhem-em-uma-negociação-seja-calmo-flexível-e-manifeste-se

Não delegar tarefas e cobrar muito de si são alguns dos comportamentos que podem se virar contra você, já que colaboram com o aumento do estresse no trabalho. Por exemplo, uma pessoa muito perfeccionista nunca vai ficar satisfeita com o seu trabalho, não importa o resultado. Ou ela vai considerar que não fez mais do que sua obrigação, ou vai se culpar pois deixou a desejar.

04

Não guarde os problemas para si

evitar estresse no trabalho Psicólogo em salvador Boca-no-trombone

A falta de comunicação é um dos principais males da convivência profissional. Para melhorá-la, um profissional deve buscar e estudar quais são as melhores formas de interagir e de se comportar no ambiente de trabalho.

Se os problemas persistirem, é preciso conversar sobre eles, por mais difícil que possa ser, já que o ambiente profissional é muitas vezes opressor. É importante discutir, por exemplo, quando o prazo de um trabalho for impossível de ser cumprido.

05

Conheça o emprego antes de aceitá-lo

evitar estresse no trabalho Psicólogo em salvador casal

Saber quais são as características do seu emprego é fundamental para evitar uma quebra de expectativa e uma frustração. É preciso ter certas coisas em mente.

Não podemos esperar, por exemplo, que um colega de trabalho seja nosso melhor amigo. Além disso, é provável que o emprego atinja uma certa rotina e que as funções deixem de ser novidade.

Quem só gosta de novidades e desafios ao cair na rotina se frustra. Por isso precisamos entender o ambiente em que estamos inseridos e avaliar se ele é estimulante.

06

Não limite sua vida ao trabalho

evitar estresse no trabalho Psicólogo em salvador terapia de casal e família

Quando a vida de uma pessoa está resumida somente ao trabalho, ou seja, quando nada mais lhe satisfaz, qualquer fato que ocorra no ambiente profissional terá um impacto muito maior do que deveria.

Por isso é importante que você tenha um hobbie, mantenha contato com família e amigos, procure um curso para fazer ou outra atividade para se engajar fora do trabalho.

07

Fortaleça o seu sistema imunológico

evitar estresse no trabalho Psicólogo em salvador alimentação saudável

Hábitos alimentares corretos ajudam a fortalecer o sistema imunológico e, consequentemente, tornam uma pessoa menos vulnerável ao estresse e seus efeitos.

08

Durma pelo menos 8 horas por dia

evitar estresse no trabalho Psicólogo em salvador elidio almeida sono

Dormir bem é outra maneira de melhorar a qualidade de vida e o bem-estar, diminuindo o cansaço e aumento a disposição para trabalhar. O sono adequado, ou seja, de oito horas diárias, ajuda uma pessoa a ser mais forte em frente ao estresse e melhora a sua memória e raciocínio.

Uma melhor qualidade de vida melhora o desempenho no trabalho e a forma como uma pessoa lida com os conflitos profissionais, já que o estresse prejudica o raciocínio e a tomada de decisões.

09

Pratique atividades físicas

evitar estresse no trabalho Psicólogo em salvador elidio

O bem-estar e a qualidade de vida também dependem do exercício físico. Eles melhoram sua disposição o tornam mais forte para enfrentar situações de estresse.

O ideal é a prática de 30 minutos de qualquer atividade ao menos três vezes na semana.

10

Procure ajuda profissional

evitar estresse no trabalho Psicólogo em salvador

Pode ser difícil encontrar formas de lidar com o estresse, mesmo sabendo o motivo pelo qual ele existe e quais são as suas consequências. Por isso, o auxílio de um profissional que seja especialista em saúde mental pode ser fundamental para que o estresse permaneça distante e não afete a sua vida.

Espero que a lista Dez formas de evitar o estresse no trabalho tenha sido útil e que você possa driblar o estresse no ambiente de trabalho e ter mais qualidade na sua vida profissional e pessoal. Forte abraço!

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