tdah-transtorno-de-atenção-e-hiperatividade-tratamento-psicólogo-em-salvador-depressão

TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade

O TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade caracteriza-se pelos sintomas de extrema desatenção (dificuldade em manter a atenção e a concentração) e hiperatividade (inquietação e agitação exacerbadas, muito além do comum). Porém essas características também são encontradas em pessoas que não são acometidas por este transtorno. Sendo assim, para que ocorra o diagnóstico de TDAH, a falta de atenção e a hiperatividade devem interferir significativamente na vida e no desenvolvimento tanto da pessoa que apresenta os sintomas quanto das pessoas com as quais ela convive.

tdah transtorno de atenção e hiperatividade tratamento depressão psicólogo em salvador

Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade

Várias correntes terapêuticas desenvolveram propostas de tratamento para o TDAH e todas compartilham certos objetivos, como, por exemplo, a melhoria da qualidade de vida do paciente, a obtenção de uma maior satisfação em relacionamentos afetivos,no trabalho e consigo mesmo. Contudo, há grandes divergências entre estas correntes  quanto ao que deve ser feito para alcançar-se estes objetivos.

A Psicoterapia Comportamental diferencia-se das  propostas mais comuns de tratamento de  TDAH. Nela não há divã e o paciente não se deita e fica falando livremente sobre seus pensamentos e sentimentos, assim como o terapeuta não assume uma posição passiva e silenciosa. A terapia comportamental parte do princípio de que as queixas do paciente – que geram sofrimento e insatisfação – possuem relação não apenas com características genéticas ou neurológicas.  Esta corrente entnde que a forma da pessoa agir e pensar é um fator de fundamental importância, tanto para a compreensão das queixas atuais quanto para sua superação.

transtorno de atenção e hiperatividade tratamento psicólogo em salvador

TDAH em crianças

Crianças acometidas por TDAH sofrem um grande impacto, devido a este transtorno, principalmente em sua vida escolar e familiar. Em casa, crianças com um comportamento hiperativo-impulsivo e desafiador são usualmente geradoras de muito estresse e conflitos. A dificuldade em seguir e obedecer regras resulta em conflitos com os pais, que, normalmente, enfrentam dificuldades para conseguir com que seus filhos se  adequem ao que é esperado deles.

Associado à dificuldade em lidar com frustrações e a controlar seus impulsos, estas crianças comumente também apresentam problemas  em relacionamentos interpessoais com colegas e professores. Na área escolar, a hiperatividade e a desatenção levam a prejuízos no desempenho, que podem facilmente tornarem-se crônicos.

tdah transtorno de atenção e hiperatividade tratamento psicólogo em salvador elidio almeida

TDAH em adolescentes

Mais da metade das pessoas que desenvolvem TDAH na infância mantém os sintomas até a idade adulta. Desta forma, cuidados especiais são necessários para minimizar as consequências negativas que podem ocorrer posteriormente. No caso dos adolescentes, além das dificuldades ocasionadas pelo TDAH, a fase de transformações que estão vivenciando apresenta-lhes uma série de questões específicas, ligadas à sexualidade, à ampliação do círculo de amizades, ao interesse em grupos sociais e tribos urbanas, a comportamentos contestatórios a conflitos familiares, a uma maior intensidade emocional, etc.

tdah transtorno de atenção e hiperatividade tratamento depressão em jovens psicólogo em salvador

TDAH em adultos

Nos casos de TDAH em adultos, há três aspectos comuns: as queixas  estão associadas à comorbidades (relação com sintomas de outros transtornos), à baixa auto-estima e aos padrões comportamentais de auto-sabotagem, como procrastinação crônica e a não realização de objetivos que estão ao alcance da pessoa.

As comorbidades mais comuns são ansiedade, depressão, preocupações crônicas e/ou excesso de pensamentos negativos tornando assim ainda mais difícil a superação dos déficits associados ao TDAH. O rebaixamento da autoestima ocorre em função dos fracassos e do excesso de críticas acumulado ao longo da vida. Como isso reduz a autoconfiança, a pessoa pode deixar de tentar melhorar ou buscar outras alternativas  – como forma de se proteger. Este comportamento  é um fator de risco e pode resultar no agravamento dessas situações incômodas.

tedio psicólogo em salvador

Tratamento

O grande diferencial da Psicoterapia Comportamental é o fato de ser uma modalidade terapêutica muito ativa, tanto por parte do terapeuta quanto do paciente. Terapeuta e paciente dialogam  sobre os objetivos, as prioridades e as estratégias (atividades, procedimentos e técnicas) do tratamento. As sessões terapêuticas são altamente estruturadas. Há um conjunto de passos, atividades e conteúdos, ao longo dos quais o paciente desenvolve habilidades que ainda não possui, passa a lidar com situações complexas de maneira mais positiva, desenvolve uma maior autonomia e  torna-se mais apto para ser bem sucedido e obter satisfação em atividades e relações.

O tratamento combina diversos elementos, de acordo com cada caso, de forma personalizada. O trabalho tem por objetivo o desenvolvimento da capacidade de seguir regras e aceitar limites, estimular um maior autocontrole e a capacidade de saber lidar com pressão, críticas e frustrações, além de um maior equilíbrio emocional e a habilidade para resolver  problemas, organizar-se e realizar tarefas até o final, sem as interrupções que são muito comuns (começar algo e não conseguir terminar).

Quando, durante o tratamento, é constatada a presença de outros transtornos emocionais, como ansiedade e depressão, os mesmos são igualmente tratados.

Dr. Elídio Almeida
Psicólogo | CRP 03/6773
(71) 98842-7744 Salvador – Bahia
elidioalmeida.com

Elídio Almeida
elidio@elidioalmeida.com

Psicólogo formado pela Universidade Federal da Bahia – Ufba, especialista em Terapia de Casal & Família, membro da Association for Behavior Analysis International (ABAI). Psicólogo clínico, faz atendimento individual, para casais e famílias. Oferece cursos de desenvolvimento pessoal, palestras, orientação vocacional e avaliação psicológica.

No Comments
  • Rita de Cassia Gomes de Oliveira
    Posted at 21:18h, 09 junho Responder

    Quando eu era criança tinha um colega de escola com “déficit de atenção” . Dedução minha, pois na época de escola ele era chamado de vagabundo, inclusive por professores. O garoto enfrentou muita dificuldade pra estudar e soube mais tarde que abandonou a escola.
    Pois é, no momento se fala tanto em bullyng, preconceito, etc…será que as instituições de ensino estão preparadas para identificar os problemas de seus alunos ? Depressão, ansiedade, déficit de atenção, distimia são transtornos que também afetam as crianças, por isso acho que a saúde mental deveria fazer parte do currículo escolar.
    Tenho 49 anos, sofro de depressão e faço terapia. Percebo hoje que muitos dos meus “problemas” poderiam ter sido enfrentados de outra forma. Fui taxada algumas vezes de preguiçosa, quando na verdade eu estava vivendo grande sofrimento psicológico. Se eu tivesse tido um diagnóstico correto poderia hoje ter encontrado outro destino e levar uma vida produtiva.

    • Elídio Almeida
      Posted at 09:39h, 12 junho Responder

      Olá Rita de Cássia!

      Obrigado pelo comentário. São muito interessantes os pontos que você destaca. Infelizmente nosso sistema educacional não contempla uma modelo totalmente eficaz que possibilite os professores para lidar com questões emergenciais do desenvolvimento humano. Independente da postura ou filosofia adotada por algumas escolas para tentar oferecer mais qualidade nesse acompanhamento, vemos que a problemática é, muitas vezes, estrutural na formação destes profissionais. Fico assustado e muitas vezes bastante preocupado, quando vejo, por exemplo, cursos de licenciatura não oferecer disciplinas de psicologia que certamente favoreceria diagnósticos diferenciais ou, pelo menos, formas mais eficazes de lidar com questões como bullying, déficits e atenção, depressão, ansiedade, distimia, e tantos outros transtornos que muitas vezes são ignorados de maneira totalmente agressiva ou rotulados de formas pejorativas que não somente pune, mas excluir as pessoas de forma drástica. E você está coberta de razão, o quão logo for feitos diagnósticos, intervenções e acompanhamentos, menos danos teremos e muita coisa desagradável poderá ser evitada. Mais importante que isso é saber que sempre é possível mudar comportamentos e obter resultados melhores na vida.

  • Rita de Cassia Gomes de Oliveira
    Posted at 21:18h, 09 junho Responder

    Quando eu era criança tinha um colega de escola com “déficit de atenção” . Dedução minha, pois na época de escola ele era chamado de vagabundo, inclusive por professores. O garoto enfrentou muita dificuldade pra estudar e soube mais tarde que abandonou a escola.
    Pois é, no momento se fala tanto em bullyng, preconceito, etc…será que as instituições de ensino estão preparadas para identificar os problemas de seus alunos ? Depressão, ansiedade, déficit de atenção, distimia são transtornos que também afetam as crianças, por isso acho que a saúde mental deveria fazer parte do currículo escolar.
    Tenho 49 anos, sofro de depressão e faço terapia. Percebo hoje que muitos dos meus “problemas” poderiam ter sido enfrentados de outra forma. Fui taxada algumas vezes de preguiçosa, quando na verdade eu estava vivendo grande sofrimento psicológico. Se eu tivesse tido um diagnóstico correto poderia hoje ter encontrado outro destino e levar uma vida produtiva.

    • Elídio Almeida
      Posted at 09:39h, 12 junho Responder

      Olá Rita de Cássia!

      Obrigado pelo comentário. São muito interessantes os pontos que você destaca. Infelizmente nosso sistema educacional não contempla uma modelo totalmente eficaz que possibilite os professores para lidar com questões emergenciais do desenvolvimento humano. Independente da postura ou filosofia adotada por algumas escolas para tentar oferecer mais qualidade nesse acompanhamento, vemos que a problemática é, muitas vezes, estrutural na formação destes profissionais. Fico assustado e muitas vezes bastante preocupado, quando vejo, por exemplo, cursos de licenciatura não oferecer disciplinas de psicologia que certamente favoreceria diagnósticos diferenciais ou, pelo menos, formas mais eficazes de lidar com questões como bullying, déficits e atenção, depressão, ansiedade, distimia, e tantos outros transtornos que muitas vezes são ignorados de maneira totalmente agressiva ou rotulados de formas pejorativas que não somente pune, mas excluir as pessoas de forma drástica. E você está coberta de razão, o quão logo for feitos diagnósticos, intervenções e acompanhamentos, menos danos teremos e muita coisa desagradável poderá ser evitada. Mais importante que isso é saber que sempre é possível mudar comportamentos e obter resultados melhores na vida.

  • Rita de Cassia Gomes de Oliveira
    Posted at 21:18h, 09 junho Responder

    Quando eu era criança tinha um colega de escola com “déficit de atenção” . Dedução minha, pois na época de escola ele era chamado de vagabundo, inclusive por professores. O garoto enfrentou muita dificuldade pra estudar e soube mais tarde que abandonou a escola.
    Pois é, no momento se fala tanto em bullyng, preconceito, etc…será que as instituições de ensino estão preparadas para identificar os problemas de seus alunos ? Depressão, ansiedade, déficit de atenção, distimia são transtornos que também afetam as crianças, por isso acho que a saúde mental deveria fazer parte do currículo escolar.
    Tenho 49 anos, sofro de depressão e faço terapia. Percebo hoje que muitos dos meus “problemas” poderiam ter sido enfrentados de outra forma. Fui taxada algumas vezes de preguiçosa, quando na verdade eu estava vivendo grande sofrimento psicológico. Se eu tivesse tido um diagnóstico correto poderia hoje ter encontrado outro destino e levar uma vida produtiva.

    • Elídio Almeida
      Posted at 09:39h, 12 junho Responder

      Olá Rita de Cássia!

      Obrigado pelo comentário. São muito interessantes os pontos que você destaca. Infelizmente nosso sistema educacional não contempla uma modelo totalmente eficaz que possibilite os professores para lidar com questões emergenciais do desenvolvimento humano. Independente da postura ou filosofia adotada por algumas escolas para tentar oferecer mais qualidade nesse acompanhamento, vemos que a problemática é, muitas vezes, estrutural na formação destes profissionais. Fico assustado e muitas vezes bastante preocupado, quando vejo, por exemplo, cursos de licenciatura não oferecer disciplinas de psicologia que certamente favoreceria diagnósticos diferenciais ou, pelo menos, formas mais eficazes de lidar com questões como bullying, déficits e atenção, depressão, ansiedade, distimia, e tantos outros transtornos que muitas vezes são ignorados de maneira totalmente agressiva ou rotulados de formas pejorativas que não somente pune, mas excluir as pessoas de forma drástica. E você está coberta de razão, o quão logo for feitos diagnósticos, intervenções e acompanhamentos, menos danos teremos e muita coisa desagradável poderá ser evitada. Mais importante que isso é saber que sempre é possível mudar comportamentos e obter resultados melhores na vida.

  • Hiperatividade: Facilidade no diagnóstico e o uso de medicamentos pode trazer ainda mais problemas. « Elídio Almeida | Psicólogo
    Posted at 01:54h, 16 março Responder

    […] de que realmente é o caso? Qual a diferença entre adolescentes agitados para adolescentes com TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade? Como as conclusões para o diagnóstico foram […]

  • Hiperatividade: Facilidade no diagnóstico e o uso de medicamentos pode trazer ainda mais problemas. « Elídio Almeida | Psicólogo
    Posted at 01:54h, 16 março Responder

    […] de que realmente é o caso? Qual a diferença entre adolescentes agitados para adolescentes com TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade? Como as conclusões para o diagnóstico foram […]

  • Hiperatividade: Facilidade no diagnóstico e o uso de medicamentos pode trazer ainda mais problemas. « Elídio Almeida | Psicólogo
    Posted at 01:54h, 16 março Responder

    […] de que realmente é o caso? Qual a diferença entre adolescentes agitados para adolescentes com TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade? Como as conclusões para o diagnóstico foram […]

  • marco antonio tomé
    Posted at 11:20h, 12 junho Responder

    bom dia . meu nome é TOMÉ..
    EU TENHO UMA CRIANÇA QUE TEM OS SINTOMAS DO TDAH . ELEL NÃO CONSEGUE APREENDER NADA NA ESCOLA, É MUITO AGITADO, E AS VEZES VIOLENTO COM OS COLEGUINHAS, A ESCOLA JÁ NÃO ESTÁ AGUENTANDO MAIS ELE . ELE FOGE DA SALA DE AULA , BATE NOS AMIGUINHO , SÓ QUER SABER DE CORRER , SUBIR NA ESCADA PULAR .
    OU SEJA ELE DA MUITO TRABALHO.. .MAS AO MESMO TEMPO , ELE É UM GAROTINHO SIMPATICO , AMOROSO , DOCE ,EDUCADO, MAS QUANDO VC RECLAMA COM ELE , ELE FAZ UMA CARA FEIA , COMO SE ESTIVESSE COM RAIVA , MAS MUITA RAIVA …. OQUE DEVO PROCURAR ?
    UM NEURTO PEDIATRA OUM UM PSICOLOGO , ESTOU PERDIDO , ME AJUDE POR FAVOR .
    GRATO : MARCO TOMÉ.

    • Elídio Almeida
      Posted at 12:04h, 12 junho Responder

      Olá Marco!

      Obrigado pelo contato.
      Compreendo a situação. Qual a idade dele? Será que em algum desses ambientes ou momentos os adultos estão realmente sabendo utilizar os limites adequados e dando a ele as ferramentas apropriadas às necessidade dele? Sugiro que procurem um psicólogo para um psicodiagnóstico e daí verificar a necessidade de um neuro. Todavia, embora os sintomas possam ser característicos, recomendo cautela na condução do caso para que ele não seja rotulado e venha sofrer ainda mais com a situação. Um abraço.

  • marco antonio tomé
    Posted at 11:20h, 12 junho Responder

    bom dia . meu nome é TOMÉ..
    EU TENHO UMA CRIANÇA QUE TEM OS SINTOMAS DO TDAH . ELEL NÃO CONSEGUE APREENDER NADA NA ESCOLA, É MUITO AGITADO, E AS VEZES VIOLENTO COM OS COLEGUINHAS, A ESCOLA JÁ NÃO ESTÁ AGUENTANDO MAIS ELE . ELE FOGE DA SALA DE AULA , BATE NOS AMIGUINHO , SÓ QUER SABER DE CORRER , SUBIR NA ESCADA PULAR .
    OU SEJA ELE DA MUITO TRABALHO.. .MAS AO MESMO TEMPO , ELE É UM GAROTINHO SIMPATICO , AMOROSO , DOCE ,EDUCADO, MAS QUANDO VC RECLAMA COM ELE , ELE FAZ UMA CARA FEIA , COMO SE ESTIVESSE COM RAIVA , MAS MUITA RAIVA …. OQUE DEVO PROCURAR ?
    UM NEURTO PEDIATRA OUM UM PSICOLOGO , ESTOU PERDIDO , ME AJUDE POR FAVOR .
    GRATO : MARCO TOMÉ.

    • Elídio Almeida
      Posted at 12:04h, 12 junho Responder

      Olá Marco!

      Obrigado pelo contato.
      Compreendo a situação. Qual a idade dele? Será que em algum desses ambientes ou momentos os adultos estão realmente sabendo utilizar os limites adequados e dando a ele as ferramentas apropriadas às necessidade dele? Sugiro que procurem um psicólogo para um psicodiagnóstico e daí verificar a necessidade de um neuro. Todavia, embora os sintomas possam ser característicos, recomendo cautela na condução do caso para que ele não seja rotulado e venha sofrer ainda mais com a situação. Um abraço.

  • marco antonio tomé
    Posted at 11:20h, 12 junho Responder

    bom dia . meu nome é TOMÉ..
    EU TENHO UMA CRIANÇA QUE TEM OS SINTOMAS DO TDAH . ELEL NÃO CONSEGUE APREENDER NADA NA ESCOLA, É MUITO AGITADO, E AS VEZES VIOLENTO COM OS COLEGUINHAS, A ESCOLA JÁ NÃO ESTÁ AGUENTANDO MAIS ELE . ELE FOGE DA SALA DE AULA , BATE NOS AMIGUINHO , SÓ QUER SABER DE CORRER , SUBIR NA ESCADA PULAR .
    OU SEJA ELE DA MUITO TRABALHO.. .MAS AO MESMO TEMPO , ELE É UM GAROTINHO SIMPATICO , AMOROSO , DOCE ,EDUCADO, MAS QUANDO VC RECLAMA COM ELE , ELE FAZ UMA CARA FEIA , COMO SE ESTIVESSE COM RAIVA , MAS MUITA RAIVA …. OQUE DEVO PROCURAR ?
    UM NEURTO PEDIATRA OUM UM PSICOLOGO , ESTOU PERDIDO , ME AJUDE POR FAVOR .
    GRATO : MARCO TOMÉ.

    • Elídio Almeida
      Posted at 12:04h, 12 junho Responder

      Olá Marco!

      Obrigado pelo contato.
      Compreendo a situação. Qual a idade dele? Será que em algum desses ambientes ou momentos os adultos estão realmente sabendo utilizar os limites adequados e dando a ele as ferramentas apropriadas às necessidade dele? Sugiro que procurem um psicólogo para um psicodiagnóstico e daí verificar a necessidade de um neuro. Todavia, embora os sintomas possam ser característicos, recomendo cautela na condução do caso para que ele não seja rotulado e venha sofrer ainda mais com a situação. Um abraço.

  • L.
    Posted at 23:13h, 28 junho Responder

    Boa Noite Elídio, fazendo uma pesquisa na net acabei encontrando o seu site. Mudei-me recentemente p/ Salvador, sou do RJ, e estou buscando tramento p/ o meu filho. Bem, ele tem 4 anos, fará 5 agora em julho. Ele recebeu um diagnóstico de TDAH ainda qdo estavamos no RJ. No início concordei, mas depois de observa-lo em vário ambientes diferentes, percebi que o diagnótico não “encaixava”. Nunca recebi reclamação da escola sobre a hiperatividade ( nem a do RJ e nem agora na escola de Salvador), a unica queixa era sua imensa distração, excessivamente disperso, “desconcentrado”, como estivesse no mundo da lua, “aereo” mesmo. A professora relata-me que isso está atrapalhando o seu desenvolvimento. Ex: não lembra de entregar o material q foi pedido TODOS OS DIAS, qdo é dado uma tarefa não a executa de imediato, tendo ela (professora) que ir constantemente à sua carteira p/ dar as instruções por partes ( ser der integralmente ele apenas executa a tarefa em fragmentos), percebo o mesmo comportamento em casa e em diversos lugares que vamos. Se escuta uma história não sabe repeti-la, apenas pequenos pedaçõs e mesmo assim com ajuda. Se vai à algum lugar diferente (tipo fazenda, sitio ou parque) não sabe dizer ao chegar em casa o que viu (já ocorreu isto). São inumeras situações que ocorrem a sua distração ( se for comentar todas ficará imenso o relato, rs) Fora que não desenvolveu sua coordenação motora fina, não sabe andar de velocipede ( nunca conseguiu) futebol p/ ele é um tormento, tarefas simples que qualquer criança na sua idade já estaria realizando com uma certa facilidade, p/ ele é dificílimo. Não faz o movimento de pinça e vários outros que exigem a coordenação fina. Também suprimi certos fonemas, não há atraso na fala, percebo que a desenvolve, só que de um modo mais lento. Os fonemas com som de “x” “l” “R” ainda não o desenvolveu, mas a fala não é a parte que mais me preocupa, pois está desenvolvendo, mais como já relatei (lento). Fazendo pesquisa na net (gosto, viu?, rs) descobri que existe um transtorno que TALVEZ meu filho se enquadre, o TDC, transtorno de desenvolvimento da coordenação. O Sr já ouviu falar? Sei que não há como diagnostica-lo apenas por um relato de uma mãe perdida, mas poderia orientar-me onde posso buscar ajuda? Ou para o TDA que acredito que ele possua? Desde já quero parabeniza-lo pelo site, pela atenção e ajuda que possa oferecer. Obrigada.

    • Elídio Almeida
      Posted at 00:19h, 29 junho Responder

      Olá L.

      Obrigado pela visita ao blog! Fico feliz que tenha gostado.
      Optei por responder diretamente no seu e-mail, tudo bem? Peço que confira a resposta por lá.

      =D

  • L.
    Posted at 23:13h, 28 junho Responder

    Boa Noite Elídio, fazendo uma pesquisa na net acabei encontrando o seu site. Mudei-me recentemente p/ Salvador, sou do RJ, e estou buscando tramento p/ o meu filho. Bem, ele tem 4 anos, fará 5 agora em julho. Ele recebeu um diagnóstico de TDAH ainda qdo estavamos no RJ. No início concordei, mas depois de observa-lo em vário ambientes diferentes, percebi que o diagnótico não “encaixava”. Nunca recebi reclamação da escola sobre a hiperatividade ( nem a do RJ e nem agora na escola de Salvador), a unica queixa era sua imensa distração, excessivamente disperso, “desconcentrado”, como estivesse no mundo da lua, “aereo” mesmo. A professora relata-me que isso está atrapalhando o seu desenvolvimento. Ex: não lembra de entregar o material q foi pedido TODOS OS DIAS, qdo é dado uma tarefa não a executa de imediato, tendo ela (professora) que ir constantemente à sua carteira p/ dar as instruções por partes ( ser der integralmente ele apenas executa a tarefa em fragmentos), percebo o mesmo comportamento em casa e em diversos lugares que vamos. Se escuta uma história não sabe repeti-la, apenas pequenos pedaçõs e mesmo assim com ajuda. Se vai à algum lugar diferente (tipo fazenda, sitio ou parque) não sabe dizer ao chegar em casa o que viu (já ocorreu isto). São inumeras situações que ocorrem a sua distração ( se for comentar todas ficará imenso o relato, rs) Fora que não desenvolveu sua coordenação motora fina, não sabe andar de velocipede ( nunca conseguiu) futebol p/ ele é um tormento, tarefas simples que qualquer criança na sua idade já estaria realizando com uma certa facilidade, p/ ele é dificílimo. Não faz o movimento de pinça e vários outros que exigem a coordenação fina. Também suprimi certos fonemas, não há atraso na fala, percebo que a desenvolve, só que de um modo mais lento. Os fonemas com som de “x” “l” “R” ainda não o desenvolveu, mas a fala não é a parte que mais me preocupa, pois está desenvolvendo, mais como já relatei (lento). Fazendo pesquisa na net (gosto, viu?, rs) descobri que existe um transtorno que TALVEZ meu filho se enquadre, o TDC, transtorno de desenvolvimento da coordenação. O Sr já ouviu falar? Sei que não há como diagnostica-lo apenas por um relato de uma mãe perdida, mas poderia orientar-me onde posso buscar ajuda? Ou para o TDA que acredito que ele possua? Desde já quero parabeniza-lo pelo site, pela atenção e ajuda que possa oferecer. Obrigada.

    • Elídio Almeida
      Posted at 00:19h, 29 junho Responder

      Olá L.

      Obrigado pela visita ao blog! Fico feliz que tenha gostado.
      Optei por responder diretamente no seu e-mail, tudo bem? Peço que confira a resposta por lá.

      =D

  • L.
    Posted at 23:13h, 28 junho Responder

    Boa Noite Elídio, fazendo uma pesquisa na net acabei encontrando o seu site. Mudei-me recentemente p/ Salvador, sou do RJ, e estou buscando tramento p/ o meu filho. Bem, ele tem 4 anos, fará 5 agora em julho. Ele recebeu um diagnóstico de TDAH ainda qdo estavamos no RJ. No início concordei, mas depois de observa-lo em vário ambientes diferentes, percebi que o diagnótico não “encaixava”. Nunca recebi reclamação da escola sobre a hiperatividade ( nem a do RJ e nem agora na escola de Salvador), a unica queixa era sua imensa distração, excessivamente disperso, “desconcentrado”, como estivesse no mundo da lua, “aereo” mesmo. A professora relata-me que isso está atrapalhando o seu desenvolvimento. Ex: não lembra de entregar o material q foi pedido TODOS OS DIAS, qdo é dado uma tarefa não a executa de imediato, tendo ela (professora) que ir constantemente à sua carteira p/ dar as instruções por partes ( ser der integralmente ele apenas executa a tarefa em fragmentos), percebo o mesmo comportamento em casa e em diversos lugares que vamos. Se escuta uma história não sabe repeti-la, apenas pequenos pedaçõs e mesmo assim com ajuda. Se vai à algum lugar diferente (tipo fazenda, sitio ou parque) não sabe dizer ao chegar em casa o que viu (já ocorreu isto). São inumeras situações que ocorrem a sua distração ( se for comentar todas ficará imenso o relato, rs) Fora que não desenvolveu sua coordenação motora fina, não sabe andar de velocipede ( nunca conseguiu) futebol p/ ele é um tormento, tarefas simples que qualquer criança na sua idade já estaria realizando com uma certa facilidade, p/ ele é dificílimo. Não faz o movimento de pinça e vários outros que exigem a coordenação fina. Também suprimi certos fonemas, não há atraso na fala, percebo que a desenvolve, só que de um modo mais lento. Os fonemas com som de “x” “l” “R” ainda não o desenvolveu, mas a fala não é a parte que mais me preocupa, pois está desenvolvendo, mais como já relatei (lento). Fazendo pesquisa na net (gosto, viu?, rs) descobri que existe um transtorno que TALVEZ meu filho se enquadre, o TDC, transtorno de desenvolvimento da coordenação. O Sr já ouviu falar? Sei que não há como diagnostica-lo apenas por um relato de uma mãe perdida, mas poderia orientar-me onde posso buscar ajuda? Ou para o TDA que acredito que ele possua? Desde já quero parabeniza-lo pelo site, pela atenção e ajuda que possa oferecer. Obrigada.

    • Elídio Almeida
      Posted at 00:19h, 29 junho Responder

      Olá L.

      Obrigado pela visita ao blog! Fico feliz que tenha gostado.
      Optei por responder diretamente no seu e-mail, tudo bem? Peço que confira a resposta por lá.

      =D

  • Todo mundo tem um pouco de psicólogo ou é uma questão de perspectiva? Qual é sua opinião? |Elídio Almeida | Psicólogo
    Posted at 12:32h, 01 setembro Responder

    […] que, certamente confiando no olhar e observações da professora, cravou o diagnóstico rótulo de Transtorno de Déficit de Atenção e Hperatividade, o TDAH. Desde então a menina passou a tomar drogas pesadas em função do “transtorno” que […]

  • Todo mundo tem um pouco de psicólogo ou é uma questão de perspectiva? Qual é sua opinião? |Elídio Almeida | Psicólogo
    Posted at 12:32h, 01 setembro Responder

    […] que, certamente confiando no olhar e observações da professora, cravou o diagnóstico rótulo de Transtorno de Déficit de Atenção e Hperatividade, o TDAH. Desde então a menina passou a tomar drogas pesadas em função do “transtorno” que […]

  • Todo mundo tem um pouco de psicólogo ou é uma questão de perspectiva? Qual é sua opinião? |Elídio Almeida | Psicólogo
    Posted at 12:32h, 01 setembro Responder

    […] que, certamente confiando no olhar e observações da professora, cravou o diagnóstico rótulo de Transtorno de Déficit de Atenção e Hperatividade, o TDAH. Desde então a menina passou a tomar drogas pesadas em função do “transtorno” que […]

Post A Comment