Como-acabar-com-a-birra-psicólogo-em-salvador

Comportamento de Birra em Adolescentes e Adultos

No post Comportamento de Birra (aqui) prometi que falaria sobre como a birra, que não foi tratada nem extinta na infância, se manifesta na adolescência e em outras fases do desenvolvimento humano.

comportamento de birra tratamento psicólogo em salvador

Vimos que, na infância, as crianças utilizam a birra com a função de intimidar e constranger os pais na tentativa de terem seus desejos realizados. Vimos também que ao atender os desejos das crianças nos momentos de birra, ensinamos a elas que todas as vezes que quiserem algo, basta fazer birra que serão atendidas. Hoje falaremos que se isso se repetir com muita frequência, certamente a birra entrará para o repertório comportamental da criança e o acompanhará em outras etapas de sua vida. Ou seja, fará parte da sua personalidade.

Certamente você conhece alguém que “adora fazer um barraco”, “dar chilique” ou “chutar o pau da barraca” para poder se expressar, ter a atenção de alguém ou ter suas vontades atendidas.

Imagine, por exemplo, que Juçara veja seu namorado com uma mulher e fica com muito ciúme. Resolve ir até eles tirar satisfação e faz o maior escândalo, chegando a quebrar objetos. Alguma semelhança com o comportamento de birra das crianças? Não?

comportamento de birra terapia de casal em salvador

O que pode ter mudado foi apenas a topografia do comportamento, ou seja, as palavras, gestos, estratégias… mas a função foi a mesma: constranger para ter os desejos atendidos, neste caso poderia ter sido a tentativa de diminuir a probabilidade do namorado falar com outras mulheres.

Mas como as pessoas aprendem a fazer isso? Será que fazem de propósito?

De forma geral, existem várias maneiras pelas quais aprendemos a ter comportamento de birra. A principal delas é através das contingências de reforçamento que tivemos ao longo da vida. Ou seja, os comportamentos que foram reforçados pelo contexto ou pelas consequências possuem grandes chances de serem repetidos, pois a consequência foi boa. Assim, em busca dessa gratificação tendemos a nos comportar de modo que o comportamento de birra se repita cada vez mais.

Embora, muitas vezes, façamos isso inconscientemente, não é correto dizer que foi sem propósito, afinal, sempre existe um ganho em vista na emissão de cada comportamento.

Como-Agir-Depois-de-uma-Briga-Conjugal psicólogo em salvador terapia de casal

Comportamento de Birra

Você lembra do vídeo de Pedro do Chip? Pois bem, nesse vídeo temos um bom exemplo de uma pessoa que certamente foi reforçada em momentos anteriores de sua vida em que se comportou com o comportamento de birra, chilique e agressividade.

Observe que também com os adolescentes e adultos o objetivo nos casos de comportamento de birra, chilique ou agressividade é usar a técnica de extinção, ou seja, ignorar o comportamento indesejado. Observe como Pedro agiu. Mesmo com o constrangimento, apelo, escândalos e ameaças ele não reforçou o comportamento da mulher que gritava na frente do seu prédio. Simplesmente ignorou.

Todavia, ignorar comportamentos de chilique, birra e agressividade não é nada fácil, pois eles podem adquirir novas formas (mais graves) para fazer com que o espectador não suporte o constrangimento e ceda. Por isso não hesite em procurar ajuda, pois como diz o dito popular: “antes de melhorar, piora”. Precisamos estar bem seguros para enfrentar situações assim.

Em breve escreverei um post especificamente sobre extinção e explicarei melhor essa questão de “antes de melhorar, piora”. Qualquer dúvida fique à vontade para perguntar.

Dr. Elídio Almeida
Psicólogo | CRP 03/6773
(71) 98842-7744 Salvador – Bahia
elidioalmeida.com

Elídio Almeida
elidio@elidioalmeida.com

Psicólogo formado pela Universidade Federal da Bahia – Ufba, especialista em Terapia de Casal & Família, membro da Association for Behavior Analysis International (ABAI). Psicólogo clínico, faz atendimento individual, para casais e famílias. Oferece cursos de desenvolvimento pessoal, palestras, orientação vocacional e avaliação psicológica.

No Comments
  • Edna de Souza
    Posted at 13:45h, 04 agosto Responder

    Conheço uma pessoa que já faz mais de 1 ano que acredito, que depois de ler este publicação, ela tem o comportamento de birra. Ela já tem quase 50 anos e está na minha sala de faculdade, mas as birras que ela faz são coisas que a gente acha que nunca vai ver numa pessoa de tal idade…Com certeza material foi esclarecedora…mas a questão é que a gente ignora e ela não para, ela sempre faz birra por algo e sempre volta ao passado, une com alguma coisa no presente e aí se transforma…Esclarecedor.

    • Elídio Almeida
      Posted at 23:52h, 04 agosto Responder

      Olá Edna!

      Mesmo vocês ignorando, certamente deve haver outro estímulo que está mantendo o comportamento de birra de sua colega. Pensei ainda que não é por que ela tem 50 anos que não apresenta deve apresentar mais birra, na verdade ela já pode está sendo reforçada há 50 anos neste comportamento e não será da fácil extingui-lo. Ademais, pense também que mesmo não sendo reforçada na sala, provavelmente os demais contextos devem está inalterados e ela ainda não diferencia os contextos. Forte abraço.

  • Edna de Souza
    Posted at 13:45h, 04 agosto Responder

    Conheço uma pessoa que já faz mais de 1 ano que acredito, que depois de ler este publicação, ela tem o comportamento de birra. Ela já tem quase 50 anos e está na minha sala de faculdade, mas as birras que ela faz são coisas que a gente acha que nunca vai ver numa pessoa de tal idade…Com certeza material foi esclarecedora…mas a questão é que a gente ignora e ela não para, ela sempre faz birra por algo e sempre volta ao passado, une com alguma coisa no presente e aí se transforma…Esclarecedor.

    • Elídio Almeida
      Posted at 23:52h, 04 agosto Responder

      Olá Edna!

      Mesmo vocês ignorando, certamente deve haver outro estímulo que está mantendo o comportamento de birra de sua colega. Pensei ainda que não é por que ela tem 50 anos que não apresenta deve apresentar mais birra, na verdade ela já pode está sendo reforçada há 50 anos neste comportamento e não será da fácil extingui-lo. Ademais, pense também que mesmo não sendo reforçada na sala, provavelmente os demais contextos devem está inalterados e ela ainda não diferencia os contextos. Forte abraço.

  • Tiago Martins Lacerda
    Posted at 18:09h, 04 junho Responder

    Tive uma mae que sempre me idealizou e sempre exigiu de mim que eu satisfizesse a necessidade dela de ser o centro das atencoes (tagarela). Quando eu nao atendia a expectativa dela, ela agia de forma muito culpabilizadora até que eu nao aguentasse e me defendesse agindo de forma birrenta e escandalosa, apelando para a culpa dela (algo que ela mesmo faz). Hoje tenho 27 anos, sou extremamente auto-crítico e ao mesmo tempo quando chego ao limite, eu travo e me sinto injustiçado me vitmizando. Fasso análise e tem dado resultado. O que eu poderia fazer do ponto de vista da TCC pra ser mais produtivo e vencer essas infantilidades? Tens alguma sugestao pra eu conseguir acelerar a minha estragégia comportamental? Tou ficando um pouco cansado de diva e lacan.

    • Elídio Almeida
      Posted at 10:31h, 05 junho Responder

      Olá Tiago!

      Obrigado pelo contato e pelo depoimento.
      Então, uma sugestão, tendo em vista que já compreende bem todo o contexto que o deixou nesta condição, seira partir para experimentação de novos comportamentos e avaliação dos novos resultados. Assim, teria condição de ampliar seu repertório comportamental e ter novos insumos superar as dificuldades ainda presentes.

      Um abraço!

  • Tiago Martins Lacerda
    Posted at 18:09h, 04 junho Responder

    Tive uma mae que sempre me idealizou e sempre exigiu de mim que eu satisfizesse a necessidade dela de ser o centro das atencoes (tagarela). Quando eu nao atendia a expectativa dela, ela agia de forma muito culpabilizadora até que eu nao aguentasse e me defendesse agindo de forma birrenta e escandalosa, apelando para a culpa dela (algo que ela mesmo faz). Hoje tenho 27 anos, sou extremamente auto-crítico e ao mesmo tempo quando chego ao limite, eu travo e me sinto injustiçado me vitmizando. Fasso análise e tem dado resultado. O que eu poderia fazer do ponto de vista da TCC pra ser mais produtivo e vencer essas infantilidades? Tens alguma sugestao pra eu conseguir acelerar a minha estragégia comportamental? Tou ficando um pouco cansado de diva e lacan.

    • Elídio Almeida
      Posted at 10:31h, 05 junho Responder

      Olá Tiago!

      Obrigado pelo contato e pelo depoimento.
      Então, uma sugestão, tendo em vista que já compreende bem todo o contexto que o deixou nesta condição, seira partir para experimentação de novos comportamentos e avaliação dos novos resultados. Assim, teria condição de ampliar seu repertório comportamental e ter novos insumos superar as dificuldades ainda presentes.

      Um abraço!

  • Elídio Almeida | PsicólogoCantora Beyoncé é derrubada por fã e ensina como as pessoas podem ter a atenção dela. -
    Posted at 19:03h, 18 janeiro Responder

    […] Comportamento de Birra (2) em Adolescentes e Adultos […]

  • Elídio Almeida | PsicólogoCantora Beyoncé é derrubada por fã e ensina como as pessoas podem ter a atenção dela. -
    Posted at 19:03h, 18 janeiro Responder

    […] Comportamento de Birra (2) em Adolescentes e Adultos […]

  • Sandra Patrícia da Conceição Silva
    Posted at 14:01h, 31 maio Responder

    Olá Elidio,

    Acredito estar no meio de uma paquera com meu professor de academia. No começo não dei muita atenção a ele e hoje me sinto muito atraída. De vez em quando percebo que o dito cujo faz birra, pois muitas vezes passa perto de mim e não fala, fala com pessoas próximas e comigo não. Acho que esse comportamento é típico de pessoas mimadas, mas devo está errando também. Acontece uma mistura de atidudes, ele não se aproxima para conversar, mas sempre que vou perguntar algo sobre o treino ele sempre dá um jeito de me tocar. FINALMENTE são birras, flertes, toque. O que realmente está acontecendo? Um abraço e desde já agradeço a tua atenção!

    Sandra Patrícia.

    • Elídio Almeida
      Posted at 17:46h, 01 junho Responder

      Olá Sandra!

      Obrigado pela participação. Gostaria de poder saber mais sobre esses acontecimentos, mas, ainda assim, creio que você possa refletir um pouco mais sobre o que está acontecendo. Por exemplo, que sinais levou você a crer que as atitudes deles eram atitudes de paquera? Ele fazia essas coisas apenas com você ou com as demais alunas? Veja que em suas palavras é nomeia que você acredita estar no meio de uma paquera, você se sentiu a traída, você percebe, você acha… Para mim não fica claro se esse sentimento de paquera também parte dele. Até mesmo o toque pode ser algo que esteja sendo interpretado apenas por você. A qualquer sorte, sugiro que observe mais a atitudes dele também com as demais garotas e veja se há de fato diferenças no tratamento para contigo e qual o real significado disso. Sim, claro que pode ser paquera e se perceber que trata-se realmente disto, talvez caiba se perguntar por que vcs não tem avançado nisso, se por algo dele ou por algo seu. Abraços.

  • Sandra Patrícia da Conceição Silva
    Posted at 14:01h, 31 maio Responder

    Olá Elidio,

    Acredito estar no meio de uma paquera com meu professor de academia. No começo não dei muita atenção a ele e hoje me sinto muito atraída. De vez em quando percebo que o dito cujo faz birra, pois muitas vezes passa perto de mim e não fala, fala com pessoas próximas e comigo não. Acho que esse comportamento é típico de pessoas mimadas, mas devo está errando também. Acontece uma mistura de atidudes, ele não se aproxima para conversar, mas sempre que vou perguntar algo sobre o treino ele sempre dá um jeito de me tocar. FINALMENTE são birras, flertes, toque. O que realmente está acontecendo? Um abraço e desde já agradeço a tua atenção!

    Sandra Patrícia.

    • Elídio Almeida
      Posted at 17:46h, 01 junho Responder

      Olá Sandra!

      Obrigado pela participação. Gostaria de poder saber mais sobre esses acontecimentos, mas, ainda assim, creio que você possa refletir um pouco mais sobre o que está acontecendo. Por exemplo, que sinais levou você a crer que as atitudes deles eram atitudes de paquera? Ele fazia essas coisas apenas com você ou com as demais alunas? Veja que em suas palavras é nomeia que você acredita estar no meio de uma paquera, você se sentiu a traída, você percebe, você acha… Para mim não fica claro se esse sentimento de paquera também parte dele. Até mesmo o toque pode ser algo que esteja sendo interpretado apenas por você. A qualquer sorte, sugiro que observe mais a atitudes dele também com as demais garotas e veja se há de fato diferenças no tratamento para contigo e qual o real significado disso. Sim, claro que pode ser paquera e se perceber que trata-se realmente disto, talvez caiba se perguntar por que vcs não tem avançado nisso, se por algo dele ou por algo seu. Abraços.

  • Gleice Barbosa
    Posted at 09:28h, 13 novembro Responder

    Olá Elidio

    andei pesquisando sobre o transtorno de comportamento histriônico e meu marido se encaixa 100%, ele faz birra, faz qualquer coisa pra chamar a atenção pra si, nunca fez escândalo na rua, mas se algo não sai como ele quer fecha a cara, não fala comigo e o passeio que era pra uma coisa boa se torna uma tormenta, pois ele faz de tudo pra ser desagradável.

    Ele não fala muito da sua infância, mas o pouco sei não foi nada boa, o pai dele foi embora quando ele tinha 2 anos, e a mãe sei la mas parece que jogou a culpa nele (no meu marido), a mãe dele chegou a dizer várias que não o queria, aí ele foi morar com tio a mando da mãe e não teve os cuidados que uma criança necessita, enfim hoje ele tem 46 anos, mas age como uma criança de 10 anos, ele é bom cuida de mim, ajuda a todos, tem um carrinho especial com os animais, mas ele tem esse lado exigente que eu nunca consigo agradar, ele esta sempre (sempre mesmo quase todos os dias) reclamando da vida, qualquer coisa eu fale ele diz que esta com depressão, que esta triste, que vai morar na rua, no começo eu me comovia fazia sermão, dava conselhos e tudo que eu podia, mas agora depois de anos essas birras e dramas não me comovem mais. pelo contrário me irrita profundamente, e sinto que ele esta sugando minhas energias, e pior que esta afetando no meu profissional, e na minha casa não tenho vontade de fazer nada, nada mesmo nem trabalhar, nem arrumar a casa, nem fazer comida, nada.
    O que esta mais me preocupando agora é estou grávida do primeiro filho, estou 6 meses e quando era comigo tudo bem, mas eu tenho medo dele agir assim também com nosso filho, acredita que até agora lembrando que estou no 6º mês de gestação ele nunca tocou na minha barriga e quando eu tento falar algo relacionado ao bebê, ele não dá ouvido, aumenta o som da tv, ou grita como se estivesse com dor e não me deixa falar, ai quando eu compro algo ou ganho pro bebê ele diz que não presta que é feio, chega até dizer que não quer o tal presente (como se fosse pra ele), estou meio desesperada agora o que acha que eu devo fazer??? eu tento inserir lo nos acontecimento em relação ao bebê mas ele não se importa ou finge não se importar pra me irritar, devo ignora lo??? mesmo sabendo que o comportamento dele pode piorar… mas acontece que não aguento mais as vezes eu preciso chorar muito sozinha pra aliviar a pressão.

    • Elídio Almeida
      Posted at 10:58h, 19 novembro Responder

      Olá Gleice!

      Imagino que vc não está nada satisfeita com isso e gostaria de tentar ajudar, não é mesmo? O legal seria que ele (ou vcs) tivessem um acompanhamento terapêutico para compreender melhor a questão. Enquanto isso, minha dica que vc pode ficar a tenta, como falei no post, se o contexto está reforçando esse tipo de comportamento dele ou eventualmente ele está sendo beneficiado com isso. Pensar dessa forma pode trazer para você novas ideias de como lidar com isso.

  • Gleice Barbosa
    Posted at 09:28h, 13 novembro Responder

    Olá Elidio

    andei pesquisando sobre o transtorno de comportamento histriônico e meu marido se encaixa 100%, ele faz birra, faz qualquer coisa pra chamar a atenção pra si, nunca fez escândalo na rua, mas se algo não sai como ele quer fecha a cara, não fala comigo e o passeio que era pra uma coisa boa se torna uma tormenta, pois ele faz de tudo pra ser desagradável.

    Ele não fala muito da sua infância, mas o pouco sei não foi nada boa, o pai dele foi embora quando ele tinha 2 anos, e a mãe sei la mas parece que jogou a culpa nele (no meu marido), a mãe dele chegou a dizer várias que não o queria, aí ele foi morar com tio a mando da mãe e não teve os cuidados que uma criança necessita, enfim hoje ele tem 46 anos, mas age como uma criança de 10 anos, ele é bom cuida de mim, ajuda a todos, tem um carrinho especial com os animais, mas ele tem esse lado exigente que eu nunca consigo agradar, ele esta sempre (sempre mesmo quase todos os dias) reclamando da vida, qualquer coisa eu fale ele diz que esta com depressão, que esta triste, que vai morar na rua, no começo eu me comovia fazia sermão, dava conselhos e tudo que eu podia, mas agora depois de anos essas birras e dramas não me comovem mais. pelo contrário me irrita profundamente, e sinto que ele esta sugando minhas energias, e pior que esta afetando no meu profissional, e na minha casa não tenho vontade de fazer nada, nada mesmo nem trabalhar, nem arrumar a casa, nem fazer comida, nada.
    O que esta mais me preocupando agora é estou grávida do primeiro filho, estou 6 meses e quando era comigo tudo bem, mas eu tenho medo dele agir assim também com nosso filho, acredita que até agora lembrando que estou no 6º mês de gestação ele nunca tocou na minha barriga e quando eu tento falar algo relacionado ao bebê, ele não dá ouvido, aumenta o som da tv, ou grita como se estivesse com dor e não me deixa falar, ai quando eu compro algo ou ganho pro bebê ele diz que não presta que é feio, chega até dizer que não quer o tal presente (como se fosse pra ele), estou meio desesperada agora o que acha que eu devo fazer??? eu tento inserir lo nos acontecimento em relação ao bebê mas ele não se importa ou finge não se importar pra me irritar, devo ignora lo??? mesmo sabendo que o comportamento dele pode piorar… mas acontece que não aguento mais as vezes eu preciso chorar muito sozinha pra aliviar a pressão.

    • Elídio Almeida
      Posted at 10:58h, 19 novembro Responder

      Olá Gleice!

      Imagino que vc não está nada satisfeita com isso e gostaria de tentar ajudar, não é mesmo? O legal seria que ele (ou vcs) tivessem um acompanhamento terapêutico para compreender melhor a questão. Enquanto isso, minha dica que vc pode ficar a tenta, como falei no post, se o contexto está reforçando esse tipo de comportamento dele ou eventualmente ele está sendo beneficiado com isso. Pensar dessa forma pode trazer para você novas ideias de como lidar com isso.

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