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Terapia comportamental para combater a obesidade.

A obesidade é um problema crônico que afeta grande parcela da população mundial. Vários fatores contribuem para o surgimento da obesidade, tais como:

  • fatores biogenéticos
  • hábitos alimentares inadequados
  • sedentarismo
  • estados emocionais alterados
  • costumes culturais
  • além da associação de outras doenças

Mesmo sendo de caráter mundial, qualquer intervenção feita na tentativa de tratamento da obesidade deve, obrigatoriamente, levar em consideração todos os possíveis fatores causais, principalmente os de ordem cultural.

obesidade psicólogo em salvador
Tratamento para obesidade

Embora as ciências biomédicas estabeleçam critérios para definir quando uma pessoa pode ser considerada obesa – aferindo e comparando as proporções de altura e a massa corpórea, por exemplo – vemos que este não é o critério usual utilizado na maioria dos contextos onde o tema é abordado.

No dia a dia, é muito comum qualquer pessoa com sobrepeso ou alguns quilinhos a mais ser rotulada como obesa ou até ela mesma pode se ver dessa forma, ainda que não se enquadre nesse perfil.

Como-calcular-o-IMC obesidade

Mas por que há tanta disparidade e polêmica nesse tema?

Se observarmos como nossa sociedade tenta ditar os padrões de sucesso, felicidade, beleza e principalmente da moda, veremos que é muito comum todos eles perpassarem pela questão do corpo, rejeitando completamente a obesidade.

De alguma forma, parece que há um grande interesse em padronizar e enquadrar todas as pessoas num perfil que “para ser feliz, ter sucesso, crescer profissionalmente, ter um relacionamento afetivo ou ter amigos, você precisa ter um corpo sarado, chapado, esbelto, sem barriguinha…”.

Ocorre que muitas vezes tomamos isso como verdade e buscamos fazer o possível ou tentar o impossível para atingir esse padrão idealizado.

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Nosso corpo em evidência

Você já reparou quantos negócios são movidos em função do corpo, seja para enquadrar ou manter o padrão tido como ideal? Muitas vezes, ficamos confusos com tanta informação que deixamos de questionar o que é ser obeso, gordo, ter sobrepeso e achamos que qualquer alteração no corpo pode ser sinônimo de obesidade.

A questão é que a tentativa de imprimir a qualquer custo esse perfil idealizado tem levado várias pessoas a se submeter a procedimentos danosos a saúde, se reconhecerem como inferiores, limitadas e excluídas da sociedade.

Nesse processo, podem surgir várias outras questões associadas como bulimia, anorexia, ansiedade, depressão ou outras alterações comportamentais; que no conjunto podem fazer com que a pessoa precise de ajuda profissional.

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Neste contexto, a terapia comportamental vem se mostrando muito eficaz. Trata-se de uma intervenção estruturada, objetiva e orientada por metas que aborda fatores cognitivos, emocionais e interpessoais no tratamento da obesidade ou da autoimagem que pode ter sido modificado em função das cobranças e imposições do contexto.

O objetivo é implementar estratégias e técnicas comportamentais para que o paciente consiga identificar os estímulos que antecederam as causas do problema e, assim, encontrar possibilidades mais eficazes de enfrentar o problema. Tudo isso, claro, da forma mais agradável possível para o paciente.

As estratégias comportamentais utilizadas o tratamento com questões relacionadas à obesidade são:

  • Abordagem da autoestima: modificação de crenças associadas à inferioridade e autoimagem negativa;
  • Estímulo aos exercícios: os pacientes são encorajados praticar atividades físicas;
  • Solução de problemas: permite aos pacientes a identificação das potenciais barreiras para o sucesso do tratamento, selecionando e implementando soluções que resolvam tais problemas;
  • Controle de estímulos: esta técnica consiste em evitar condições que facilitem a alimentação excessiva;
  • Suporte social: engloba o apoio de familiares, de amigos e de grupos sociais;
  • Prevenção da recaída: organização de um plano de manutenção das estratégias aprendidas ao longo do processo da terapia e revisão periódica do mesmo após o término do tratamento.

Vale lembrar que nunca é fácil center a obesidade sozinho. Também, devemos considerar que muitas vezes fatores genéticos podem ditar o fenótipo e uma boa terapia pode ajudar a compreender e lidar de forma adequada com esse fator.

Dr. Elídio Almeida
Psicólogo | CRP 03/6773
(71) 98842-7744 Salvador – Bahia
elidioalmeida.com

Elídio Almeida
elidio@elidioalmeida.com

Psicólogo formado pela Universidade Federal da Bahia – Ufba, especialista em Terapia de Casal & Família, membro da Association for Behavior Analysis International (ABAI). Psicólogo clínico, faz atendimento individual, para casais e famílias. Oferece cursos de desenvolvimento pessoal, palestras, orientação vocacional e avaliação psicológica.

3 Comments
  • Adson
    Posted at 22:18h, 20 Março Responder

    Muito boa a matéria bastante contéudo e seria muito bom e adorei a parte que fala sobre o padrão de vida imposto pela sociedade onde tantas pessoas sofrem com os preconceitos os apelidos e a fustração na hora de comprar roupa.

  • Adson
    Posted at 22:18h, 20 Março Responder

    Muito boa a matéria bastante contéudo e seria muito bom e adorei a parte que fala sobre o padrão de vida imposto pela sociedade onde tantas pessoas sofrem com os preconceitos os apelidos e a fustração na hora de comprar roupa.

  • Adson
    Posted at 22:18h, 20 Março Responder

    Muito boa a matéria bastante contéudo e seria muito bom e adorei a parte que fala sobre o padrão de vida imposto pela sociedade onde tantas pessoas sofrem com os preconceitos os apelidos e a fustração na hora de comprar roupa.

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